Poemas do lusco-fusco

Colocado por Adão Cruz em 8 de Julho de 2009


Um sopro de vento
na janela entreaberta
depôs no chão
uma folha desajeitada.
Ela assustou-se
apertou os olhos
espremeu uma lágrima.
Serenamente
vestiu a saia
e disse que não voltava.

E não voltou (adao cruz)

E não voltou (adao cruz)

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