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	<title>Aventar &#187; Blogger Convidado</title>
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	<description>Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.</description>
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		<title>O Pai &#8211; poema de Pablo Neruda</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 11:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogger Convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[
Novo quadro de Van Goghe descoberto. Que melhor paternidade ?
O PAI NA FAMILIA E NA SOCIEDADE
O DIA DO PAI ……………….
A pedido do meu amigo Luis Moreira, escrevi um texto sobre o dia da mulher. Agora a iniciativa é minha e sou eu que faço um desafio a todos os colaboradores do blog, para escreverem não [...]


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<li><a href='http://www.aventar.eu/2010/03/19/o-meu-pai-tambem-foi-minha-mae/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O meu pai tambem foi minha mãe'>O meu pai tambem foi minha mãe</a></li>
<li><a href='http://www.aventar.eu/2010/03/18/dia-do-pai/' rel='bookmark' title='Permanent Link: 19 de Março &#8211; Dia do Pai'>19 de Março &#8211; Dia do Pai</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="vangoghe" src="http://www.abola.pt/img/fotos/mundos/ap/cultura/vangogh.jpg" alt="" width="388" height="258" /></p>
<p>Novo quadro de Van Goghe descoberto. Que melhor paternidade ?</p>
<p>O PAI NA FAMILIA E NA SOCIEDADE</p>
<p>O DIA DO PAI ……………….</p>
<p>A pedido do meu amigo Luis Moreira, escrevi um texto sobre o dia da mulher. Agora a iniciativa é minha e sou eu que faço um desafio a todos os colaboradores do blog, para escreverem não sobre o dia do Pai……, mas do “PAI”.</p>
<p>Lançado o repto cabe-me a responsabilidade de ser o primeiro a aceitá-lo e assim, aí vai o meu “Aventar” sobre o tema:</p>
<p>A palavra “PAI”, para além das conotações espirituais/religiosas, foi sempre associada à raiz da árvore da família, no que se entende como o pilar da segurança, do sustento, do crescimento, do amadurecimento, do esplendor, da verticalidade, da independência e da “solidão”.</p>
<p>Confina-se assim a figura do “PAI” à protecção da família no sentido restrito “FILHOS”.</p>
<p>A evolução técnica/económica/social, que se verificou ao longo dos tempos, em nada alterou o conceito básico atrás referido. A diferença está na prática do conceito que nos dias de hoje, mais do que nunca, depende do estádio sócio/cultural onde se nasce e vive.</p>
<p>É urgente que o “PAI” assuma outra postura que é a de para além de continuar a ser a raiz da árvore, se comporte e ensine os filhos a fazer parte de uma sociedade “NOVA” onde se aprende a conviver, respeitando o direito á diferença das outras árvores, na floresta onde vivemos, por forma a alcançar o objectivo comum do bem estar e da “PAZ” para todos.</p>
<p>Luis Rocha</p>
<p>Este é o apelo que faço aos pais de hoje, tão bem expresso no poema de “Pablo Neruda” que a seguir transcrevo:</p>
<p>O Pai</p>
<p>Terra de semente inculta e bravia,<br />
terra onde não há esteiros ou caminhos,<br />
sob o sol minha vida se alonga e estremece.</p>
<p>Pai, nada podem teus olhos doces,<br />
como nada puderam as estrelas<br />
que me abrasam os olhos e as faces.</p>
<p>Escureceu-me a vista o mal de amor<br />
e na doce fonte do meu sonho<br />
outra fonte tremida se reflecte.</p>
<p>Depois&#8230; Pergunta a Deus porque me deram<br />
o que me deram e porque depois<br />
conheci a solidão do céu e da terra.</p>
<p>Olha, minha juventude foi um puro<br />
botão que ficou por rebentar e perde<br />
a sua doçura de seiva e de sangue.</p>
<p>O sol que cai e cai eternamente<br />
cansou-se de a beijar&#8230; E o outono.<br />
Pai, nada podem teus olhos doces.</p>
<p>Escutarei de noite as tuas palavras:<br />
&#8230; menino, meu menino&#8230;</p>
<p>E na noite imensa<br />
com as feridas de ambos seguirei.</p>
<p>Pablo Neruda, in &#8220;Crepusculário&#8221;<br />
Tradução de Rui Lage</p>


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		<title>Feira da Primavera</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 10:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogger Convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura biológica]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Feira da Primavera]]></category>
		<category><![CDATA[gaia]]></category>
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		<description><![CDATA[O Concelho de Vila Nova de Gaia, pela sua história rural, continua ser um lugar fértil em tradições e marcas culturais que reflectem uma forte ligação à terra, à agricultura e ao artesanato, apesar das suas novas características urbanas. Ainda hoje é possível encontrar exemplos vivos dessa realidade, mas também iniciativas empresariais inovadoras, nomeadamente de [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Concelho de Vila Nova de Gaia, pela sua história rural, continua ser um lugar fértil em tradições e marcas culturais que reflectem uma forte ligação à terra, à agricultura e ao artesanato, apesar das suas novas características urbanas. Ainda hoje é possível encontrar exemplos vivos dessa realidade, mas também iniciativas empresariais inovadoras, nomeadamente de Agricultura Biológica Urbana, que contribuem activamente para a valorização do património cultural e paisagístico do Concelho.</p>
<p>Nesse sentido o Cantinho das Aromáticas, como exemplo pioneiro da Agricultura Biológica Urbana, estando sedeado numa das Quintas históricas do Concelho apresenta um conceito inovador de mercado que baptizamos de “Feira da Primavera”.<span id="more-1056361"></span></p>
<p>A Feira da Primavera, que se realizará na centenária <a href="http://www.feiradaprimavera.com/home.php?cont=quinta.php" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.feiradaprimavera.com/home.php?cont=quinta.php&amp;referer=');">Quinta do Paço</a>, Canidelo, durante quinze Sábados consecutivos, pretende assim valorizar e dinamizar um espaço de inegável beleza, oferecendo <a href="http://www.feiradaprimavera.com/home.php?cont=expositores" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.feiradaprimavera.com/home.php?cont=expositores&amp;referer=');">um mercado de produtos biológicos e ecológicos</a> a todos os Gaienses.</p>
<p>Oferecemos neste espaço uma oportunidade para a divulgação de iniciativas, preferencialmente locais, que valorizem a história rural, cultural e paisagem do Concelho, com um mercado de produtos alimentares biológicos, produtos ecológicos, cosméticos naturais e artesanato que promovam um consumo e estilo de vida mais sustentável.</p>
<p>Esta feira terá também, todos os Sábados um conjunto de actividades ligadas à Agricultura Biológica, Meio Ambiente, Ecologia, Saúde e Cultura, sensibilizando a população para a importância destas temáticas, com a realização de Workshops, Tertúlias e Eventos de Animação Cultural.</p>
<p>Com tudo o que temos a oferecer ambicionamos aproximar as pessoas à Terra, contribuindo activamente na preservação e valorização de espaços verdes, como a Quinta do Paço, em Vila Nova de Gaia. No fundo propomos a “construção de um melhor ambiente e uma vida mais saudável”.</p>
<p>Pedro Rocha, Raízes</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>O euro baseou-se numa mentira?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 11:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogger Convidado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É esta a tradução inglesa da história do título do DER SPIEGEL de 08.03.2010. Afinal, afirma o SPIEGEL, que a moeda comum se baseou numa mentira.
Eu na altura falei e também escrevi sobre o tema. No entanto, em vez de mentira eu diria paralogismo (erro de pensamento) ou wishful thinking. De facto, os pais do [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É esta a tradução inglesa da história do título do DER SPIEGEL de 08.03.2010. Afinal, afirma o SPIEGEL, que a moeda comum se baseou numa mentira.</p>
<p>Eu na altura falei e também escrevi sobre o tema. No entanto, em vez de mentira eu diria paralogismo (erro de pensamento) ou wishful thinking. De facto, os pais do euro devem ter calculado que se incluiam economias menos desenvolvidas (especializadas) no sistema da moeda única, isto despoletaria nessas economias uma reacção social e económica em cadeia de tal ordem que a médio prazo estes países saissem da sua crónica dependência dos subsídios.</p>
<p>E este efeito teve lugar e de que maneira. Infelizmente de sinais errados, pois aos subsídios – p.ex. o estúpido Fundo de Coesão* já estava destruindo a coesão – juntaram-se os efeitos benéficos do euro e a “euro-farra” ficou atiçada. E como entretanto as causas do subdesenvovimento económico – diferencialização da economia – não tinham sido atacadas, agora chegámos ao fim da linha.</p>
<p>Rolf Damher</p>
<p>* A coesão social é um bem imatarial que quando existe um objectivo comum se materializa em euros, em bens materiais. Quando se tenta comprá-la com bens materiais existentes, a coesão social fica destruida. As provas encontram-se à vista.</p>
<p>SPIEGEL ONLINE, 03/09/2010</p>
<p>The euro is under attack like never before, as the promises on which it was based turn out to be lies. Hedge funds are speculating against Greek debt, while euro-zone politicians work behind the scenes to cobble together rescue packages. But fundamental flaws in the monetary union need to be fixed if Europe&#8217;s common currency is to survive. By SPIEGEL staff.</p>
<p>You can download the complete article over the Internet at the following URL:</p>
<p>http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,682432,00.html</p>
<p><strong> </strong></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>O PEC &#8211; futuro sombrio!</title>
		<link>http://www.aventar.eu/2010/03/10/o-pec-futuro-sombrio/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogger Convidado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[política nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Portugal terá que mudar !
O nosso grande passado não voltará —mas podemos criar um futuro ainda maior
Queremos virar Portugal novamente de dentro para fora
Exemplo de um possível mote e base de reflexão para um núcleo de pessoas de pensar e agir estratégico
que apreenderam a ver o mundo com outros olhos que os materiais-mecanicistas das últimas [...]


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<li><a href='http://www.aventar.eu/2010/03/07/para-o-pec-este-conselho/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Para o PEC, este conselho'>Para o PEC, este conselho</a></li>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal terá que mudar !</p>
<p>O nosso grande passado não voltará —mas podemos criar um futuro ainda maior</p>
<p>Queremos virar Portugal novamente de dentro para fora</p>
<p>Exemplo de um possível mote e base de reflexão para um núcleo de pessoas de pensar e agir estratégico</p>
<p>que apreenderam a ver o mundo com outros olhos que os materiais-mecanicistas das últimas décadas.</p>
<p>Um PEC que apenas aponta para crescentes sacrifícios e um futuro sombrio sem perspectivas positivas a médio ou longo prazo como saír do atoleiro, tem sobre os cidadãos o efeito motivador de uma pilha de loiça suja por lavar. É uma construção mecanicista que contém tudo menos o essencial: o factor imaterial determinante e capaz de apontar para novos designios e novo crescimento orgânico, despoletando assim nova auto-confiança, motivação, entusiasmo, etc. Enfim, uma mensagem seguida de actos concretos que permita aos cidadãos vislumbrar uma volta por cima da situação desoladora, um break-even, isto é, o momento a partir do qual os sacrifícios viram benefícios e o sol brilha de novo. Sem o devido equilíbrio entre os soft e os hard facts neste tipo de medidas vale:</p>
<p>“A estratégia sem táctica é o caminho mais lento para a vitória.</p>
<p>Táctica sem estratégia é o ruído antes da derrota.”</p>
<p>Sun Tzu<span id="more-1054965"></span></p>
<p>Resumindo, quando se chega a uma situação como a actual e se escuta o “ruído antes da derrota”, impõe-se – antes de mais e após profunda reflexão – uma mudança de estratégia. Por outras palavras, deve colocar-se a seguinte questão: tendo acabado os tempos idílicos das “subsidiocracias de sucesso”(que principalmente foram financiadas pela Alemanha com a sua ânsia por uma Europa feliz e próspera), o que poderá fazer o país para aumentar o seu poder de atracção face ao estrangeiro de tal modo que a sua balança comercial fique equilibrada?</p>
<p>Já dei uma dica sobre este tema em 1997 no meu artigo no Semanário Económico “Porque vale a pena apostar em África” e, mais tarde, no meu esboço estratégico New Deal. Hoje não vou repetir os conselhos estratégicos de então, apenas vai uma citação de Goethe que transmite uma ideia do que irá acontencer quando este país – e outros, incluindo o meu, Alemanha! – finalmente compreender o que deve ser feito primeiro em termos estratégicos e depois em termos tácticos:</p>
<p>&#8220;No momento em que começamos a entregar-nos totalmente a uma missão, também o destino começa a entrar em movimento. Acontecem, como jamais antes, uma série de coisas para nos ajudar.</p>
<p>É esta decisão que põe em marcha um verdadeiro fluxo de acontecimentos, providenciando em nosso favor inúmeros acasos imprevistos, encontros e ajudas materiais, jamais sonhadas antes por nenhum homen. Se você pensa que pode ou sonha que pode, faça. A ousadia tem genialidade, poder e mágica. Ouse fazer e o poder ser-lhe-á dado” Goethe.</p>
<p>Para frente Portugal!</p>
<p>Rolf Domher</p>
<p>P.S. Pior é quando se confunde o “ruído antes da derrota” com um princípio de apoteose antes da vitória.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Governo deixa cair garantia sobre todos os depósitos</title>
		<link>http://www.aventar.eu/2010/03/09/governo-deixa-cair-garantia-sobre-todos-os-depositos/</link>
		<comments>http://www.aventar.eu/2010/03/09/governo-deixa-cair-garantia-sobre-todos-os-depositos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogger Convidado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o início da recuperação, as Finanças deixam cair o compromisso político que existiu durante a crise. Em caso de falência dos bancos, os depósitos estão garantidos até 100 mil euros e não na totalidade.
No auge da crise financeira, no final de 2008, o Governo apressou-se a sossegar os portugueses: para além do aumento da [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com o início da recuperação, as Finanças deixam cair o compromisso político que existiu durante a crise. Em caso de falência dos bancos, os depósitos estão garantidos até 100 mil euros e não na totalidade.</strong></p>
<p>No auge da crise financeira, no final de 2008, o Governo apressou-se a sossegar os portugueses: para além do aumento da protecção legal dos seus depósitos, que subiu para até 100 mil euros, o Estado garantia cada cêntimo, mesmo acima desse valor.</p>
<p>Agora, pouco mais de um ano depois, o Estado já não garante todos os depósitos, abandonando essa garantia política.</p>
<p>&#8220;Atenta a normalização das condições de funcionamento do sistema financeiro, entretanto verificadas, tal compromisso perdeu a sua justificação&#8221;, diz o Ministério das Finanças.</p>
<p>Questionado pelo Diário Económico, fonte oficial deixa claro que o momento actual já é de rescaldo da crise financeira, não se justificando, por isso, que as garantias para os depositantes existam para além do que é assegurado pelo Fundo de Garantia de Depósitos (FGD). Este sistema de protecção garante hoje até 100 mil euros por titular de conta. Este limite foi igualmente uma medida de excepção e, mesmo aqui, a partir do dia 1 de Janeiro de 2012, o FGD voltará a pagar apenas 25 mil euros por depositante.</p>
<p><strong>COMENTÁRIO ENVIADO</strong><strong> POR MIM</strong><strong> AO JORNAL</strong></p>
<p><strong>VIA EMAIL DIRECTO</strong></p>
<p>EM CASO DE FALÊNCIA DOS BANCOS. QUAIS?</p>
<p>BANCOS PORTUGUESES? BANCOS ESTRANGEIROS?<span id="more-1054566"></span></p>
<p>No auge da crise financeira (final de 2008) o Governo garantiu aos depositantes o valor total dos seus depósitos nos Bancos. O Fundo de garantia de depósitos até 100 000,00 € e o Estado (os contribuintes) o restante.</p>
<p>O que se verificou na prática é que nenhum Banco foi à falência, devido ás injecções de capital feitas pelo Estado (directa ou indirectamente) na maioria dos Bancos. Deste modo garantiu-se a viabilidade de Bancos que, por má gestão, estariam falidos economicamente e sem liquidez financeira para poder devolver o dinheiro às pessoas que lá tinham depositado o seu dinheiro. Na prática o que se fez foi  garantir o capital dos accionistas.</p>
<p>A notícia que agora publicam não me parece muito clara em relação à situação actual, nem à situação que se prevê a partir de 2012.</p>
<p>Pura e simplesmente anuncia-se que vão haver novas regras.</p>
<p>Até final de 2011 os depositantes terão direito apenas ao reembolso do Fundo de Garantia, até 100 000,00 €. A partir de 2012 volta-se á situação anterior de o FGD apenas reembolsar até 25 000,00 €. Aqui coloca-se desde já uma questão. Quando o valor do FGD estava fixado em 25 000,00 €, este montante era o valor máximo a pagar a cada depositante com a seguinte regra: O FGD garantia até 20 ou 25% do valor em depósito em cada Banco no máximo de 25 000,00 €. É esta a regra a que se vai voltar?</p>
<p>Qualquer percentagem ou montante máximo fixado não se entende.</p>
<p>O depositante não quer saber quem garante parte do seu dinheiro (neste caso o FGB), mas sim a garantia de receber a totalidade do valor que tem depositado em contas á ordem ou depósitos a prazo convencionais.</p>
<p>Entendo, como sempre entendi, que as instituições financeiras, não podem garantir os investimentos (acções, obrigações, fundos, etc.) que os depositantes entendam fazer. Trata-se de um risco que cabe ao depositante assumir. Mas nunca entendi nem entendo, principalmente depois da crise em que ainda estamos, que os Bancos não garantam o valor total dos &#8220;Depósitos à ordem&#8221; e dos de &#8220;Depósitos a Prazo – ditos convencionais com taxas e períodos de investimento acordados por escrito com o Banco&#8221;.</p>
<p>Com a disposição actual e ainda pior com a que se antevê para 2012, mais uma vez apenas se defendem os accionistas dos Bancos, continuando os depositantes à mercê das imposições que os governos fazem às instituições financeiras, imposições essas que continuam sem ter em conta os interesses de quem deposita o seu dinheiro.</p>
<p>Os Bancos só emprestam dinheiro, com o máximo de garantias cobertas.</p>
<p>O devedor paga tudo o que pediu.</p>
<p>Os cidadãos que (em vez de guardarem o dinheiro em casa) depositam o seu dinheiro nos Bancos, contribuindo assim para o crescimento da economia, confiam no Banco os seus haveres financeiros ou seja, &#8220;guarda aí o meu dinheiro&#8221; e ficam logo a saber, por determinação legal que o Banco (através do FGD) apenas fica responsabilizado pela devolução até um determinado montante.</p>
<p>Duas situações semelhantes com critérios diferentes:</p>
<p>O banco empresta e exige todas as garantias que entende para salvaguardar o recebimento total da divida.</p>
<p>O cidadão empresta (põe á guarda do Banco o seu dinheiro) e a única garantia que tem é de que, em caso de Falência, receberá no máximo 25 000,00 € que são garantidos pelo FGD.</p>
<p>A solução para esta disparidade é simples:</p>
<p>Os governos terão de exigir aos Bancos que, no caso dos Depósitos a Ordem e Depósitos a Prazo convencionais, para além da garantia do FGD, garantam ao depositante a totalidade dos valores colocados á sua guarda.</p>
<p>Tal como os Bancos quando fazem empréstimos, pedem seguros de vida e outras garantias, também os Bancos deveriam apresentar seguros ou outro tipo de garantias para o reembolso total do capital recebido.</p>


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		<title>bom,</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 23:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogger Convidado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[8 de março]]></category>
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		<description><![CDATA[1.        aceder a um convite  circular que até tem tanto que ver com círculos, que são do meu domínio  (é público), pareceu-me nem largo nem apertado, mas justo.
2.        não me foi imposto  um tema, e portanto, sinto-me muito à-vontade nesta minha renovada  margem de manobra.
3.        para o pré [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1.        aceder a um convite  circular que até tem tanto que ver com círculos, que são do meu domínio  (é público), pareceu-me nem largo nem apertado, mas justo.</p>
<p>2.        não me foi imposto  um tema, e portanto, sinto-me muito à-vontade nesta minha renovada  margem de manobra.</p>
<p>3.        para o pré não vai  dar tempo. pode ser o pró?</p>
<p>4.        palavra de ordem:  oito</p>
<p>5.        classificação: zero</p>
<p>o que vou dizer é para ser tomado na aceitação literal.</p>
<p>vejamos: se andarmos aos círculos por dentro do algarismo  zero, necessariamente somos centrifugados, puxados aos extremos da área  demarcada e, por consequência o gravito, cujas curvas enfeitam o quadro  da mente na periferia do campo visual. quando se transforma numa  obsessão, a força centrípeta forma um buraco negro no olho central, que  tudo vê, no ralo que tudo sorve, estão as tormentas e as provações da  consciência interdita a si própria. devemos ter cuidado.  não  é só com o centro, com o vórtice do turbilhão que devemos ter cuidado,  claro&#8230;  há na periferia perigos estranhos como duendes&#8230;  movimentos fugazes das sombras, oscilações das caudas, folhas trémulas.  isso pode gerar alienação. estar alienada pode acabar com a solidão.  sim. o fim da solidão pode ser o começo da multiplicação. uma espécie de  reprodução do espírito por cissiparidade. divide-se como uma célula,  separando uma parte de si mesmo para formar outro exactamente igual a  si.</p>
<p>hoje é dia zero com nó bem apertado no centro.</p>
<p>e se perdermos a consciência? a consciência não pode  faltar a nenhum dos produtos ela é o núcleo, embora por vezes seja  invisível , está lá. por exemplo: a esfinge não sabe que eu não lhe  posso ler os acentos gráficos e que as suas palavras têm mais  interrogações do que deviam; uma vez que &#8220;a&#8221; é prefixo de negação e que  uma dupla negativa faz cair a negação e cria uma afirmativa, o contrário  de azul seria aazul, logo zul. se zul é o contrário de azul, deve ser o  seu inverso, portanto, amarelo.</p>
<p>quando não nos lembramos de como nos sentimos, perdemos a  consciência. não por solidão, mas por excesso de companhia, o mais  provável é não sentir, de todo.</p>
<p>concluo portanto que hoje é dia oito em nó, solitário,  consciente, amarelo e circular.</p>
<p style="text-align: right;">carolina &#8211; <a href="http://echosespheras.blogspot.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/echosespheras.blogspot.com/?referer=');">echos &amp; espheras</a></p>
<p style="text-align: right;">


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		<title>Dia da Mulher: Não quero flores</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 23:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogger Convidado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Nem flores, nem qualquer outro gesto simbólico que assinale o Dia da Mulher.
Quero a merecida e tão propalada igualdade de géneros.
A passagem deste dia lembra-me sempre que as mulheres continuam a ser vistas e tratadas como seres inferiores aos homens.
O próprio facto de eu ter sido convidada, porque sou mulher, para escrever este post neste [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ba5F7NoHgVQ&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Ba5F7NoHgVQ&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
Nem flores, nem qualquer outro gesto simbólico que assinale o Dia da Mulher.</p>
<p>Quero a merecida e tão propalada igualdade de géneros.</p>
<p>A passagem deste dia lembra-me sempre que as mulheres continuam a ser vistas e tratadas como seres inferiores aos homens.</p>
<p>O próprio facto de eu ter sido convidada, porque sou mulher, para escrever este post neste blogue, que é sobretudo feito por homens, contribui para essa ideia de inferioridade feminina. Hoje os homens deixam-nos escrever… Iupii!!!</p>
<p>Isto apesar de as mulheres presentes em muitos dos sectores importantes das nossas sociedades serem em maior número do que os homens.</p>
<p>No entanto, as mulheres estão presentes, e muito, nos lugares de base, raramente nos topos. Dirão que é normal. Uma mulher não pode nem deve fazer carreira, sobretudo se tiver família ou se pretender tê-la.</p>
<p>Uma mulher que tenha filhos, mas insista em manter a sua carreira, muitas das vezes tem que não só provar ser muito mais capaz do que os homens seus colegas, como enfrentar as opiniões do mundo, frequentemente da sua própria família. A mãe que com sacrifício deixa os filhos à noite para reuniões importantes ou para tratar de negócios é uma má mãe. Não devia ter tido aquelas crianças, coitadinhas, deixadas assim com o pai ou os avós ou, Deus nos livre, com uma ama qualquer. E, claro, se o marido se fartar e arranjar uma amante, é normal, não tinha mulher em casa a cumprir o seu dever. Um homem não é de ferro, tem as suas necessidades. Já o pai que faz exactamente o mesmo é um grande homem, faz tudo para sustentar a família e se a ingrata da mulher se «mete debaixo» dum qualquer que lhe apareça é uma desavergonhada, não merece aquele marido, devia era ser corrida com dois sopapos. Os sacrifícios que ele faz por ela e é este o agradecimento que tem… <span id="more-1054795"></span></p>
<p>Uma mulher pode desempenhar exactamente as mesmas funções que um homem, mas frequentemente o seu salário é inferior. Infelizmente, vivi pessoalmente um caso destes: quando trabalhava numa empresa privada, cujo dono era um senhor Inglês, um colega contratado depois de mim, para lidar com clientes de menos importância do que os meus (eu tinha nessa altura à minha responsabilidade os maiores clientes da empresa) entrou na empresa como efectivo, com salário superior ao meu, carro da empresa e outras regalias. Quando confrontei o patrão com esta situação, ele disse-me que o colega morava mais longe do que eu e tinha uma filha para sustentar e quando eu aleguei que, então, teria também filhos, o homem ficou atrapalhado e disse-me que nem pensasse nisso. Eu fazia muita falta. Escusado será dizer que, assim que tive oportunidade, me despedi. E esse meu colega foi despedido pouco depois por incompetência. Ele era realmente incompetente, mas não fiquei contente com o sucedido. Apenas vi nisso alguma justiça.</p>
<p>Em demasiados países a mulher continua a ser o pilar que suporta a família, mas também é o ser mais desprezado e humilhado da família. Ela própria transmite à sua prole os valores tradicionais segundo os quais foi criada, contribuindo para que tudo continue exactamente como sempre foi, em nome da tradição e da cultura a que pertence. É ela que conduz a sua filha a quem a vai fazer passar pelo ritual da excisão. É ela que muitas vezes negoceia a entrega da sua filha a um estranho que abusará dela e a maltratará para o resto da sua vida. Nos nossos países considerados desenvolvidos, é a mulher que perpetua estereótipos, passando aos seus filhos e netos exactamente as mesmas ideias com que foi criada.</p>
<p>O Dia Internacional da Mulher dói-me e humilha-me enquanto ser humano. Assim como me doem e humilham outros dias Mundiais ou Internacionais (Dia Mundial da Paz, Dia Europeu da Vítima, Dia Mundial do Animal são alguns exemplos) porque certos direitos deveriam ser inquestionáveis.</p>
<p><strong>Maria Noémia Pinto</strong>, leitora do Aventar<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IKhBnazwAV4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/IKhBnazwAV4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 7:</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 23:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogger Convidado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[chico buarque]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[O Aventar no feminino]]></category>
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		<description><![CDATA[E termino esta breve aparição (e absoluta estreia) na blogosfera com a junção de dois génios da música em português, tomando de assalto a rubrica &#8220;Não sejas duro(a) de ouvido&#8221; do FMSá, a partir da meia-noite já vos devolvo o rapaz. Foste tu que mos deste a conhecer. Obrigado. Zita Formoso.

e para fim, fica a [...]


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<li><a href='http://www.aventar.eu/2010/03/08/nao-sejas-dura-de-ouvido-especial-dia-da-mulher-5/' rel='bookmark' title='Permanent Link: nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 5:'>nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 5:</a></li>
<li><a href='http://www.aventar.eu/2010/03/08/nao-sejas-dura-de-ouvido-especial-dia-da-mulher-6/' rel='bookmark' title='Permanent Link: nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 6:'>nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 6:</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E termino esta breve aparição (e absoluta estreia) na blogosfera com a junção de dois génios da música em português, tomando de assalto a rubrica &#8220;Não sejas duro(a) de ouvido&#8221; do FMSá, a partir da meia-noite já vos devolvo o rapaz. <em>Foste tu que mos deste a conhecer</em>. Obrigado. Zita Formoso.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-ElevYsUDO4&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-ElevYsUDO4&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>e para fim, fica a surpresa, <em>a nossa</em><strong>:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/P-7RppbowKo&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/P-7RppbowKo&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></strong></p>


<p>Relacionados... ou não:<ol><li><a href='http://www.aventar.eu/2010/03/08/nao-sejas-dura-de-ouvido-especial-dia-da-mulher-4/' rel='bookmark' title='Permanent Link: nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 4:'>nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 4:</a></li>
<li><a href='http://www.aventar.eu/2010/03/08/nao-sejas-dura-de-ouvido-especial-dia-da-mulher-5/' rel='bookmark' title='Permanent Link: nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 5:'>nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 5:</a></li>
<li><a href='http://www.aventar.eu/2010/03/08/nao-sejas-dura-de-ouvido-especial-dia-da-mulher-6/' rel='bookmark' title='Permanent Link: nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 6:'>nÃO sEJAS dUR&#8221;a&#8221; dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 6:</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mulheres, conheçam os vossos limites</title>
		<link>http://www.aventar.eu/2010/03/08/mulheres-conhecam-os-vossos-limites/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 23:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogger Convidado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[
Maria Noémia Pinto, leitora do Aventar


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JKTaukDhHus&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JKTaukDhHus&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<strong>Maria Noémia Pinto</strong>, leitora do Aventar</p>


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		<title>Quem me dera que o dia da Mulher me fosse indiferente:</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 23:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogger Convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[O Aventar no feminino]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Isabel Diogo, Blogger, Intervenção Maia)
Escuso-me a comentar a pertinência da comemoração(?) do dia, bem como a abordar a questão no que transcende a nossa sociedade e a nossa cultura, porque me falta conhecimento e sensibilidade para tanto.
Gostava de poder ver o dia em que este deixe de fazer sentido. Gostava de acreditar que lembrá-lo [...]


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<li><a href='http://www.aventar.eu/2010/03/08/dia-internacional-da-mulher-8-de-marco-parte-1/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dia Internacional da Mulher, 8 de Março'>Dia Internacional da Mulher, 8 de Março</a></li>
<li><a href='http://www.aventar.eu/2010/03/08/conheco-algumas-mulheres-fortes/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conheço algumas mulheres fortes'>Conheço algumas mulheres fortes</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Por Isabel Diogo, Blogger, <a href="http://intervencaomaia.blogspot.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/intervencaomaia.blogspot.com?referer=');">Intervenção Maia</a>)</p>
<p>Escuso-me a comentar a pertinência da comemoração(?) do dia, bem como a abordar a questão no que transcende a nossa sociedade e a nossa cultura, porque me falta conhecimento e sensibilidade para tanto.</p>
<p>Gostava de poder ver o dia em que este deixe de fazer sentido. Gostava de acreditar que lembrá-lo ou comemorá-lo são pertinentes ou consequentes. O problema ( que é extremamente grave e fatal, em muitos casos) é, na minha opinião, para além do óbvio sócio-cultural, educacional.<br />
<span id="more-1054699"></span><br />
Perdoem-me aqueles que se sentirem ofendidos na minha visão eventualmente simplista e redutora da questão, mas eu creio, e tenho poucas dúvidas, que o problema e que a sua solução ( ou, no mínimo, a sua minimização) a médio e longo prazo está nas mãos das mulheres. A discriminação e a desvalorização (e, notem que não referi desigualdades, porque essas são incontornáveis) persistem teimosamente, porque são alimentadas (acredito que de forma inconsciente) pelas próprias mulheres: as mulheres-mães, as mulheres-sogras, as mulheres-companheiras, as mulheres-amigas, as mulheres-colegas (as mulheres-professoras, também !). São as mulheres que detêm grande parte do poder educativo da nossa sociedade. São as mulheres que podem efectivamente produzir mudanças significativas e consistentes ao nível da educação e formação dos indivíduos enquanto cidadãos. O poder da mudança (esta soa a <em>slogan</em> <img src='http://www.aventar.eu/aventar/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> )) está, essencialmente, nas mãos das mulheres-mães-de-homens e nas mulheres-sogras-de-noras&#8230; que são as mesmas!!!</p>
<p>Esta realidade evidencia-se numa história humorística simples, que muitos já terão ouvido:<br />
Duas amigas encontram-se ao fim de alguns anos sem se verem:<br />
- Há quanto tempo &#8230;.<br />
- Então? Os teus filhos como estão?<br />
- Já casaram. A minha filha está muito bem. Teve muita sorte. O marido é um anjo. É muito amigo dela, ajuda-a em casa… em tudo!!<br />
O meu rapaz, coitado &#8230; não teve sorte nenhuma: a mulher não lhe faz quase nada. Farta-se de trabalhar e ainda chega a casa e tem uma série de coisas para fazer&#8230; até as camisas dele passa &#8230;coitado!!</p>
<p>Como ouvi (ou li) o Dr. Júlio Machado Vaz &#8220;explicar&#8221;: o machismo, tal como a hemofilia, é uma &#8220;doença&#8221; de homens transmitida pelas mulheres!</p>


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