Arquivo para categoria música
Zooey Deschanel
Colocado por José Magalhães em música em 20 de Agosto de 2010
UMA VOZ FANTÁSTICA
Esta senhora é a irmã da “Bones”
Homenagem a Guilhermina Suggia
Colocado por Carlos Fonseca em música em 30 de Julho de 2010
Hoje completa-se o 60.º aniversário da morte de Guilhermina Suggia (faleceu a 30 de Julho de 1950). Nascida no Porto ainda no decurso do século XIX, 27 de Junho de 1885, a talentosa Suggia, aos 13 anos, era a violoncelista principal da Orquestra da Cidade do Porto. As suas actuações em público tinham sido, porém, iniciadas com 7 anos de idade.
Com a ajuda abnegada do pai, igualmente violoncelista, e da irmã Virgínia, pianista, o talento de Guilhermina Sofia removeu obstáculos e preconceitos, hoje dificilmente entendíveis – o facto de pertencer ao sexo feminino dificultou-lhe muito o ingresso e progresso na carreira. Todavia, apenas com 17 anos e como solista, integrou a orquestra alemã Gewandaus em 1903.
Dos relatos históricos, consta que era artista muito determinada. Guilhermina Suggia trabalhava pelo menos cinco horas diárias, na incessante busca da perfeição e de saberes. Conseguiu vencer e ser a primeira mulher solista de violoncelo, a nível mundial.
Ontem, a Antena 2 prestou-lhe merecida homenagem, a que singelamente me associo. O som quente e intimista do violoncelo é, para mim, um dos odores musicais de enorme prazer inebriante. Adoraria ouvir Guilhermina Suggia, ao vivo. Impossível, como muitos outros desejos e sonhos.
“Um pedaço de mau caminho…”
Colocado por Carlos Fonseca em música, sociedade em 27 de Julho de 2010
Hesitei. Hesitei bastante, mas decidi ser atrevido. Fui ao blogue de Rita Ferro e zás; já cá canta.
Fi-lo em nome do bem comum. Em especial, dos nortenhos ferrenhos que se desunham a incriminar a capital do abuso de privilégios. Eu e todos os lisboetas vivos não temos culpa que a norueguesa Caroline Dawson tenha preferido Lisboa para actuar.
O espectáculo será a 5 de Agosto na ‘Fábrica de Braço de Prata’. Dantes era conhecida pela ‘Fábrica do Material de Guerra’. Só que, de volta e meia, a guerra de hoje é outra. Desta vez, será a da sensualidade e de outros sentimentos e desejos que deixo à vossa imaginação.
Apontem ao ‘Alfa’ ou à ‘A1’ e venham por aí abaixo. Por mim, estão convidados para o espectáculo.
Como andamos às voltas com acordo ortográfico, resolvi escolher para título uma expressão idiomática brasileira: “um pedaço de mau caminho…”.
A Cultura Andalusa
Colocado por Frederico Mendes Paula em arquitectura e urbanismo, arte, cultura, geral, história, música, regiões em 4 de Julho de 2010
O Al-Andalus foi um espaço de convivência de povos e identidades, onde nasceu, desenvolveu-se e se afirmou uma cultura própria.
Resultado da influência da cultura Oriental, trazida no século VIII pelos Árabes do Médio Oriente, aliada à cultura Berbere, inicialmente do Rif e do Médio e Alto Atlas, e posteriormente Sub-Sahariana, cruzada com a cultura dos Hispano-Romanos, Hispano-Godos e dos Judeus, alimentada por trocas e experiências de séculos de contacto entre o Al-Andalus e o Magrebe, regressa ao Norte de África em três grandes vagas, nos séculos XIII, XV e XVII.
Essa cultura está viva, faz parte da identidade de Países como Marrocos, Argélia e Tunísia e tem um nome _ Cultura Andalusa.
Estima-se que só no Reino de Marrocos vivam cinco milhões de descendentes dos Árabes Andaluses que levaram consigo a Cultura Andalusa e a perpetuaram até aos nossos dias.
Influenciou decisivamente a própria identidade cultural das duas Nações Ibéricas em aspectos tão variados como a língua, a música, a arte, a arquitectura, os usos e costumes, as ciências, o pensamento.
E viva! a ditadura! do popletariado!!!
Colocado por João José Cardoso em música em 19 de Junho de 2010
Pop Dell’Arte regressa ao combate. A melhor banda pop, e portuguesa, de sempre demonstra que ao contrário da palavra nunca a palavra sempre é aceitável.
Todos selvagem e chicamente para a rua a ouvir isto, já!
Wild’n'Chic!!!
Ide, e escutai camaradas! A música a quem nos trabalha!!!
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Colocado por João José Cardoso em música, poesia em 10 de Junho de 2010
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Ref: E se tudo o mundo é composto de mudança,
Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
Mas se tudo o mundo é composto de mudança,
Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
Mas se tudo o mundo é composto de mudança,
Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
Mas se tudo o mundo é composto de mudança,
Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança.
A mentirinha deprimente do costume
Colocado por João José Cardoso em música, política nacional em 29 de Maio de 2010
Chico Burque desmentiu: foi Sócrates que manifestou vontade em o conhecer, razão porque o recebeu em sua casa.
Não é bem a mesma coisa que a peta posta a circular por aqui: teria sido o cantor a pedir esse encontro.
Nada de novo na rotina habitual: mentiras e aproveitamentos. Já estamos tão habituados que nem estranhamos. Só que Chico Buarque da Holanda não se chama Luís Figo.
era uma vez um rapaz…
Colocado por Raul Iturra em cultura, humor, música, sociedade em 29 de Maio de 2010

Papageno e Pagena, personagens de Mozart que alegraram a minha infância
Era uma vez um rapaz que não conseguia dormir. Ainda bebé e depois da mamada, dormir não conseguia. A fada madrinha do rapaz, de nome Carolina [1], porque todos os pequenos têm fada madrinha para viverem calmos e sem medo, sussurrou no ouvido da mãe do rapaz: “toca Mozart [2] na viola ou no piano e vais ver o que acontece”. O encantamento da fada madrinha foi forte: mal o rapaz ouvia essa música, adormecia. Foi… o toque mágico. A seguir à mamada, tocar Mozart era parte do alimento: comida para o corpo e música para a alma. A canção tocada, sempre a mesma, repetitiva, essa música das Campainhas Mágicas para xilofone, que adormecia o bebé, ou a canção da Mãe Lua ou Rainha da Noite, convertida para piano. O rapaz cresceu, a música não era suficiente, queria saber porque Papageno, se era caçador de pássaros, tocava uma música, e a Fada Madrinha respondia: “para os atrair e caçá-los, menino! E a primeira caçada foi uma senhora pássaro, disfarçada de velha, mas que passara a ser uma linda catatua que encantou o caçador, e tiveram muitos filhos, todos eles passarinhos…e o conto para embalar ia ficando por esses trilhos, porque o rapaz adormecia. As crianças ficavam admiradas e gostavam de ouvir essa música para adormecer. Os contos de embalar têm essa magia, são… peganhentos… imitados. O melhor remédio dos pais é saber qual a varinha mágica que coloca os pequenos a dormir a noite toda. O rapaz do meu conto, até ao dia de hoje, precisa da sua música para adormecer, tal como estes mais novos, os seus descendentes que ouviam a história narrada todas as noites, queriam ouvi-la mais uma vez. Particularmente pela habilidade do pai em a mudar sempre, para as entreter melhor. Rapaz que, ainda em pequeno, aprendeu a ler sem dar por isso, no colo do pai, enquanto este lia um livro, ele espreitava as letras, letras que aprendeu com a mãe e professora em casa, porque, minhas crianças, o rapaz tinha uma manha: adorava ficar com a família, ler e ouvir a sua música. Escola? Nem por isso, havia muita miudagem em casa, mais não Os doutores das letras permitiam, apenas, estudar em casa até os 11 anos. Depois disso, o rapaz da história ao dar-se com outros, adorou. Não sabia o bom que era estar com amigos. Esse rapaz cresceu, as asas do saber apareceram nos seus ombros, ganhou prémios, o que as crianças do rapaz adoravam ouvir, era tão fácil e não esse pandemónio que os descendentes do rapaz tinham que atravessar todos os dias. Essas crianças adoravam a fada madrinha do rapaz e queriam ter uma, e o rapaz pai dessas crianças, de imediato lhes emprestou a fada madrinha
Ian Curtis – Joy Division
Colocado por Fernando Moreira de Sá em blogosfera, música em 18 de Maio de 2010
Recordo, neste dia de memória, algo genial:
Ian Curtis, os suicidas têm sempre razão
Colocado por João José Cardoso em música em 18 de Maio de 2010
Ian Curtis: Trafford, 15 de julho de 1956 — Macclesfield, 18 de maio de 1980
a sua
Papa Ratzi
Colocado por Dario Silva em música, religião, sociedade em 12 de Maio de 2010
Lady Gaga empresta a voz e o talento ao hino oficioso de Papa Ratzi.Nunca a visita de um chefe de Estado me custou tanto dinheiro. Amen.
Não há 2 sem 3, eFes
Colocado por João José Cardoso em música, política nacional em 12 de Maio de 2010
Lena Horne (1917-2010)
Colocado por XXX Carla Romualdo XXX em música em 10 de Maio de 2010
Morreu Lena Horne, a grande cantora americana. Foi a primeira mulher negra a assinar um contrato com uma grande produtora cinematográfica e foi também uma activista dos direitos civis. Na década de 1970 afastou-se dos palcos, após uma série de tragédias pessoais, e só retornaria em 1981, com um espectáculo na Broadway, que esteve em cena durante mais de um ano e se tornaria a sua consagração.
Chamavam-lhe a “Cinderela Negra”, por ter vencido os estereótipos que condenavam as actrizes negras a papéis de criada. “Stormy weather”, clássico do cancioneiro americano, gravado por tantas e tantas vozes, não deixou de ser seu, apesar das outras ilustres versões.













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