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nÃO sEJAS dUR”a” dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 7:

E termino esta breve aparição (e absoluta estreia) na blogosfera com a junção de dois génios da música em português, tomando de assalto a rubrica “Não sejas duro(a) de ouvido” do FMSá, a partir da meia-noite já vos devolvo o rapaz. Foste tu que mos deste a conhecer. Obrigado. Zita Formoso.

e para fim, fica a surpresa, a nossa:

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nÃO sEJAS dUR”a” dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 6:

Dedicada ao autor original da série neste dia em que completa mais um ano de vida e com dois dos nossos preferidos. Zita Formoso.

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nÃO sEJAS dUR”a” dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 5:

Das profundezas do México chegou a Lila Downs e a música ranchera nunca mais foi a mesma. Zita Formoso.

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nÃO sEJAS dUR”a” dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 4:

Na hora do regresso a casa e sem tempo para nada, fica a música que ouço sempre que estou cansada. Zita Formoso.

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Conheço algumas mulheres fortes


Mulheres que sabem dar.
Mulheres que sentem.
Mulheres que nunca recebem.
Mulheres que gostam de viver.
Mulheres que não têm medo.
Mulheres de poucas palavras.
Mulheres que caem e levantam-se.
Mulheres que passam despercebidas.
Mulheres que estão sozinhas porque são fortes.

Tindergirl

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nÃO sEJAS dUR”a” dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 3:

Neste nosso dia, nada como ouvir boa música! Zita Formoso.

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nÃO sEJAS dUR”a” dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 2:

Um bom dia da Mulher para todas as leitoras do Aventar e aproveitem para não serem duras de ouvido escutando as músicas que escolhi, graças ao convite do autor da série, para colocar em alta rotação durante este dia no Aventar. Zita Formoso.

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nÃO sEJAS dUR”a” dE oUVIDO # Especial Dia da Mulher 1

Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, um especial de uma convidada: Zita Formoso, habituada a ouvir boa música do autor original desta série:

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nÃO sEJAS dURO dE oUVIDO – Março 2010 #1

Foram geniais e nós, todos nós, devíamos exigir o seu regresso. Rápido e em força. Que saudade…

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Títulos de Programas de TV – Ídolos ou Epifenómenos?

Na luta pelas audiências, as estações de TV recorrem ao uso de títulos altissonantes para baptizar programas cuja finalidade é captar a adesão de milhões de telespectadores. ‘Ídolos’ foi um dos casos recentes.

Em minha opinião, considere-se embora os esforços das máquinas de mediatização, na música ligeira, como em outras áreas de expressão artística, os verdadeiros ‘Ídolos’ não se fabricam através de métodos artificiais e fórmulas de resultados instantâneos, tipo mousse ‘Alsa’. O estatuto inicia-se sobre qualidades inatas e adquire dimensão universal ao longo de prolongadas carreiras, carregadas de esforço. O talento, reafirmado de forma constante, consolida, portanto, esse estatuto. Assim sucedeu com Amália Rodrigues, Louis Amstrong, Edit Piaf, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Bruce Sprinsteen, Beatles e tantos outros que, em diferentes épocas, granjearam níveis de popularidade à escala mundial.

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Aventar com Vivaldi


Os homens notáveis são aqueles cujas existências e obras perduram na memória e admiração da humanidade, geração após geração, século após século. Ontem, com o “Aventar em obras”, não tive a oportunidade de homenagear António Vivaldi, nascido em Veneza em 4 de Março de 1678 (4 de Março é também a data de aniversário da minha filha mais nova).
Este género de homenagem a compositores musicais proporciona-me igualmente um sabor especial: o prazer de diminuir todos aqueles que de forma sistemática, na blogosfera ou fora dela, se entregam ao prazer mórbido da cabotinagem.
Apesar da dita homenagem não ter podido realizar-se ontem, aqui, não me dispensei de o fazer hoje com recurso a um video das famosas “4 Estações”.
Vencidos, à primeira hora do primeiro dia da primeira estação, os cabotinos iniciam o regresso à toca, mudos e de orelhas caídas. Coitados! … mas voltam sempre a cabotinar.

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Afinal, são mesmo os músicos os que mais perdem com a pirataria

lucros-musica

Hoje tenho de me penitenciar. Errei. Admito que terá sido por desconhecimento, mas não fui mal intencionado. No passado disse e escrevi que não eram os músicos os mais prejudicados pela pirataria de música. Errei. Os músicos são, de facto, os mais prejudicados.

A imagem do disquinho que acompanha este texto permite verificar que são os músicos, artistas individuais ou bandas, aqueles que menos recebem. Todos os outros agentes em redor da indústria da música ganham mais com a capacidade técnica e criatividade dos artistas. Sim, daqueles que ganham menos. Logo, quanto mais pirataria menos recebem os artistas.

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Fósforos no vento

Uma das minhas crenças é a de que parte do que somos se encontra perdido por aí e uma das tarefas que devemos honrar no tempo que venha a tocar-nos neste mundo (porque o outro, quem sabe se viremos a tê-lo ou não?) é encontrar cada um desses fragmentos.

Poderá ser um livro, ou apenas certa passagem, ou talvez até uma única frase; poderá ser o jardim interior de uma casa em ruínas, onde se descobre uma fachada de azulejos que resistiu à devastação do tempo; poderá ser a luminosa tonalidade de azul de um quadro com que nos cruzamos nesse museu de província onde entramos para escapar à chuva; poderá ser uma frase melódica, que começa a acompanhar-nos desde que a ouvimos pela primeira vez. Cada um de nós, estou em crer, possui esse mapa de fragmentos a recolher pela vida e poucas coisas me parecem mais tristes do que a ideia de que essa vida se esgote sem que nos tenhamos deparado com pelo menos um deles. Leia o resto do post »

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Dias assim, tivemos, mas a foice

The Kinks - Days

a capacidade de remate do Ray Davies nunca foi tida em conta, na época, perante as jogadas colectivas lm que descambaram no gostamos todos dos beatles.

agora com coiros atrás, não vais a lado nenhum. os agentes desportivos bem se esforçam mas com os agentados é sempre assim, couro atrás

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Para o Carlos Loures:

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A Lusofonia, espaço ideal para a cultura galega (Memória descritiva)

Neste vídeo podemos ouvir um breve trecho de uma canção popular açoriana, que Adriano Correia de Oliveira tornou muito conhecida, cantada pela lisboeta Raquel Tavares e pela galega de Mós (Vigo), Uxía Senlle – “Morte que mataste Lira”. Um belo mosaico lusófono. O espectáculo “Cantos na Maré”, onde este vídeo foi gravado, realizou-se em 19 de Dezembro passado, em Pontevedra.

Uxía Senlle é uma cantora galega de que aqui tenho falado por diversas vezes, dada a sua estreita relação com a cultura portuguesa. Numa entrevista recente dada a Margarida Martins, do Portal Galego da Língua, fez diversas afirmações que demonstram a sua convicção na unidade entre as duas vertentes da língua. Não vou transcrever essa entrevista, mas apenas salientar alguns dos seus aspectos mais relevantes.

«É um grave erro estratégico não afirmar que galego e português são a mesma língua», disse Uxía que em dado momento conta como nasceu o projecto “Cantos na Maré”: Leia o resto do post »

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nÃO sEJAS dURO dE oUVIDO 2010 Fev #13:

Mais um conjunto de novidades num mês particularmente activo.

Uma colectânea de homenagem aos The Walkabouts (Got no Chains) de boa qualidade, seguida de mais um trabalho da Charlotte Gainsbourg (IRM) provando ter bons genes e, por fim, uma surpresa excepcional, Isbells (Isbells). Ora, siga para bingo continuando com musiquinha da boa!

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a rapariga do violino. história de infância

Era a menina mais linda e querida de todas, doce como o mel, não de muitos beijos, subtituidos por palavras bonitas e poéticas. As suas primas a adoravam e não eram capazes de passar sem ela. Ia de casa em casa as visitar e em todas elas dormia, excepto se a avó mais querida, estava só, a Avó Graça, uma mãe para ela.

É verdade que a rapariga do violino tinha a sua própria mãe, querida, mas muito longe, em outro país essa mãe Marta, no mesmo no que morava o tío primo Luís, mas bem mais longe de onde morava o seu pai, Ludgero.

Pai no Brasil, mãe na Inglerra a tirar um curso especial, esse famoso Skype da Avó Mãe Graça, era uma joia: podia vê los e falar com eles como se estivessem muito perto, como costumava fazer com o tio primo Luís. Que a levava as costas, era o seu cavalo.o havia semana em que os pais não falassem com ela e a ouvissem. Os pais no perguntavam da escola, contavam lhe histórias e o que eles faziam.

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Geoffrey Galante

Um nome a ter em conta no futuro:

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O youtube censor em nome dos maus costumes

Este vídeo,o excelente Gobbledigook dos Sigur Rós, foi retirado do youtube por pressão daqueles tarados sexuais que se excitam só de verem pessoas nuas nomeadamente as do seu próprio sexo e têm vergonha.

Está mal, e é o youtube no seu pior.

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