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Agressões a professores na Secundária de Ermesinde

A Secundária de Ermesinde é uma escola com cerca de 5 mil alunos e com os problemas inerentes a uma população das áreas sub-urbanas da cidade do Porto.
Não é, no entanto, uma escola de intervenção prioritária, porque não tem aqueles casos dramáticos que estamos habituados a conhecer nas escolas situadas em zonas mais degradadas, junto de bairros sociais, etc.
Talvez por isso, foi com estranheza que me chegou ao conhecimento de que, só no último dia de aulas do 2.º Período, foram agredidos 3 professores. Nesse mesmo dia, um quarto professor só não foi agredido porque os alunos seguraram o colega em fúria que não concordava com a avaliação
Num dos casos em que a agressão se consumou, o aluno recusou-se a sair da sala depois de actos de indisciplina gravíssimos. Teve de ser a professora a expulsá-lo, porque não havia funcionários no pavilhão. Acabou por sair, não sem antes gozar com ela e pôr-lhe a mão na cara.
A professora fez a respectiva participação e apresentou queixa na Polícia. Até agora, penso que nada foi feito na Escola relativamente a este e aos outros casos.
É uma Escola onde os Encarregados de Educação têm via directa para o Director. É uma Escola onde o Director recebe os alunos que se vão queixar de que os professores são muito rígidos. É, afinal, uma escola com Director. Uma escola que, nos dias que correm, é igual a tantas outras.

* Nota: Após a publicação deste «post», foi com alegria que soube que a Escola Secundária de Ermesinde está realmente a tomar medidas contra o marginal em causa.

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Liedson e Sá Pinto: dois leões zangados

É sabido que os ânimos têm estado agitados para as bandas de Alvalade nesta época desportiva. Um clima que ajuda a explicar os problemas exibicionais e os fracos resultados da equipa durante meses. Sim, o plantel é desequilibrado, como dizem os especialistas. Sim, há lacunas de elementos de qualidade em alguns sectores. Mas também já havia uns e outros na época passada e as coisas nem correram muito mal. Pelo menos não tão mal como nesta época.

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As notícias sobre as alegadas agressões – sejam empurrões, murros ou simples impropérios -, entre Liedson e Sá Pinto, ajudam a tentar perceber o que se passa no reino do Leão.

Os jornais desportivos dizem que não se sabe – ainda – se Sá Pinto e Liedson chegaram “a vias de facto”, mas fala-se em murros e empurrões, na presença, quer de todos os jogadores da equipa, quer do treinador Carlos Carvalhal e de que os ânimos só terão serenado quando Liedson foi retirado do balneário. Vale que é levezinho.

Ora, uma alegada crítica de Sá Pinto ao erro do guarda-redes Rui Patrício, que deu origem ao segundo golo do Mafra, não parece motivo para uma reacção e zanga séria de Liedson em defesa do colega de equipa. Há aqui algo mais.

Em particular com o ‘levezinho’. Desde pedir ao treinador, ainda no tempo de Paulo Bento, para parar porque as coisas não estavam a correr bem. E agora este caso. Aguardemos pelos próximos episódios.

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