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Qual é o seu blogue favorito?

Qual é o seu blogue favorito?

Se quer saber, não faça batota, não vá já espreitar as respostas, antes de concluir o exercício.
O presente método de avaliação, combina de modo interessante a matemática com a numerologia.

Comece com calma, passo a passo, e não se iniba de usar uma calculadora:
1º) Escolha o seu número preferido de 1 a 9;
2º) Multiplique por 3;
3º) Some 3 ao resultado;
4º) Multiplique o resultado por 3;
5º) Some os dígitos do resultado;
6º) Memorize o resultado final.

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Da falta de vergonha

Não sei o que deu ao João Miranda para escrever este post. Porque, a não ser que seja uma brincadeira de mau gosto, revela várias coisas. Em primeiro lugar revela uma total e enorme falta de sensibilidade. Mais do que isso, revela uma total ignorância em relação a assuntos que qualquer pessoa lúcida considera graves. Depois, revela o desconhecimento total do que se passa dentro de uma escola pública. Não sabe, porque só alguém que não sabe é que consegue dizer isto. E por fim, revela falta de vergonha na cara.

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Deixem-se de merdas, sff!

Por motivos pessoais estive ausente do Aventar durante longos dias.

Pela primeira vez, desde 2002, estive sem acesso à internet mais de seis dias seguidos e sem telemóvel quase outros tantos. Durante esse período, sem saber, o Aventar viveu uma pequena crise interna e uma segunda crise informática. Hoje, regressado às lides e após leitura de mais de meio milhar de mails, apercebi-me que o Aventar viveu dias agitados – como disse Pedro Correia, foi o nosso PREC: Processo Revolucionário Em Casa.

Para contrariar a minha tendência de escrever postas ligeiras – sim, caro CL, eu sei que nem sempre se agrada aos melhores com ligeireza mas atinge-se muitos quando se procura simplificar o difícil – e reconhecendo o meu gosto pela transgressão através de postas propositadamente incendiárias sobre a bola e a Regionalização, o que irrita alguns amigos meus e camaradas de blog, é chegada a hora de, por uma vez sem exemplo, vos falar sobre o Aventar puxando algumas orelhas pois a minha já está em ferida e não vale a pena continuar em esforço pois “sou filho de uma senhora doente”, como se diz aqui pelas bandas da Areosa.

Foi Gilles Lipovetsky que teorizou sobre a sociedade de consumo e na sua fantástica obra “A Felicidade Paradoxal” lançou o mote sobre a actual sociedade do hiperconsumo, abrindo portas a uma discussão séria sobre a vida actual e é seguindo as suas palavras que vos procurarei explicar que nesta sociedade da abundância onde “surgem incessantemente novas vontades de consumir” não se conseguindo colocar termo a este “alargamento indefinido da esfera das satisfações desejadas” entendendo muitos que nunca, daí o tal paradoxo de que fala Lipovetsky, o indivíduo atingiu tal grau de abandono que surgem fenómenos como os blogues.

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Escrever ou blogar, eis a questão (Memória descritiva)

A propósito da mini-polémica que aqui se desencadeou sobre o universo dos blogues, entre o aventor Carlos Fonseca e o artista plástico Leonel Moura, lembrei-me de um artigo de Pierre Assouline que, em 26 de Janeiro passado, foi publicado no “le Monde des livres” sobre os escritores blogueres. Antes de mais, temos uma inauguração pessoal – resolvi adoptar o verbo blogar. Blogar – verbo transitivo (do inglês to keep a blog). Não sou pioneiro, outros já o utilizam há tempos. Mas vamos ao tema.

Segundo diz Assouline, são mais raros do que se pode julgar os homens de letras que blogam e por duas razões: uma boa parte deles não mantém qualquer convívio com o computador e com o universo que se encontra subjacente, e os que estão ligados à net depressa se apercebem de que a manutenção de um blogue representa um exercício de regularidade e um acréscimo de trabalho que obrigam a sacrificar todos os dias algumas horas do tempo de escrita. Assouline não o diz, mas eu acrescento que, além do tempo que se ocupa a redigir os textos, o vício de consultar o blogue diversas vezes ao dia, ler e responder a comentários, transforma-nos em blogo-dependentes.

Diz o jornalista francês que o facto de não ser meio a que os escritores se afeiçoem facilmente, constitui ainda mais razão para referir aqueles que não só se aventuram por esses caminhos, como dão também um prolongamento de tinta e papel ao seu diário on line, como é o caso de José Saramago, de 87 anos, e do romancista francês Èric Chevillard, de 46 anos. Não vou transcrever as entrevistas, disponíveis na net, apenas referir um ou outro aspecto do conteúdo do texto de Assouline. Leia o resto do post »

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Liberdade de Expressão e Liberdade de Imprensa

O meu texto ‘A Incomodidade dos Blogues’, aqui publicado no Sábado, e as respectivas consequências convidaram-me para uma reflexão sobre a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa. São conceitos correlacionados, mas definidos em função de domínios e condições distintas.

Com o recurso à teoria dos conjuntos, julgo poder classificar a segunda das liberdades, a de imprensa, como subconjunto da primeira, a de expressão. De facto, esta última, no que respeita à fruição, corresponde ao direito reconhecido a todos os cidadãos de expressar em liberdade ideias, opiniões e pensamentos. A liberdade de imprensa, por sua vez, consiste em fruição de idêntico direito, restringida, porém, aos meios de comunicação social – jornais, publicações regulares temáticas, rádio e televisão que, embora regulados legalmente, actuam livres de censura institucionalizada.

Diversamente das sociedades de comunicação social, os blogues, suportados por tecnologias de telecomunicação via Internet, funcionam livres de condicionamentos legais, excepto no que se refere a ‘segredos do Estado’ e alguns crimes informáticos; ou seja, os blogues estão sobretudo subordinados a normas formais e informais estabelecidas entre os seus membros. Gozam, assim, de pleno direito de liberdade de expressão, beneficiando, ainda, da oportunidade de grande propagação de conteúdos, no tempo e no espaço; acima mesmo do que sucede com alguns órgãos beneficiários da liberdade da imprensa. Esta, de resto, está a ficar mitigada em Portugal, e a tendência é para piorar – a dependência da comunicação social relativamente a grupos económicos, associada à precariedade das condições de trabalho e à fatalidade da submissão de jovens jornalistas a disciplinas autoritárias estão, de facto, a perverter, passo a passo, a liberdade de imprensa.

Dentro da evolução esperada, o futuro dos blogues é, portanto, mais promissor no uso da liberdade de expressão e poderá privilegiar, creio, aqueles que se orientem por princípios de ética, responsabilidade, e tolerância. Os políticos, em particular, estão conscientes da força do fenómeno, e do crescimento potencial.

Por último, a propósito da liberdade de expressão, e de regresso ao ‘Aventar’, não me inibirei de exteriorizar o que sinto e penso, mesmo em desacordo relativamente a opiniões de companheiros desta caminhada; opiniões estas que respeitarei sempre e, quando for o caso, contraditarei no estrito cumprimento de regras da salutar convivência democrática. Estou convicto de não estar isolado na observação destes princípios.

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A Incomodidade dos Blogues

A blogosfera para os ‘velhos do Restelo’ é um espaço de crime, de ignomínias e de toda espécie de ódios e maledicência. Ontem, na edição ‘on-line’ do Jornal de Negócios o artigo ‘Blogue Portugal’, de Leonel Moura, converteu-se em mais um texto esquizofrénico de ataque a blogues e blogueres.

A esquizofrenia do citado escrito, na parte final, também pretende flagelar parte dos jornalistas actuais, aquela que ousa transpor para a comunicação social todo o veneno de que a blogosfera está impregnada. Na palavra de Moura, os blogues são uma rede por onde circula alguma informação dispersa e nem sempre verídica e sobretudo opiniões, amores, compadrios, frustrações, manias, rancores e ódios. Enfim, a tragicomédia no seu esplendor (sic).

Este tipo de argumentos não é inédito. Já ouvira coisas parecidas de algumas figuras ligadas ao jornalismo e à literatura. Trata-se, pois, de posição muito comum de determinadas pessoas que vivem dos jornais e dos livros. Têm o perfil de cinquentenários recentes ou de há certo tempo – curiosamente, diga-se, parte deles são mais jovens do que eu.

Leonel Moura é mais um a fingir não compreender a transformação revolucionária da vida no nosso planeta, com a criação da plataforma Internet, e todas as demais que, com o decorrer do tempos, a utilizam como suporte e/ou lhes estão associadas; e digo fingir, atendendo a que o artigo acaba por revelar o espírito interesseiro do autor.

Com efeito, depois de também desancar nos tais jornalistas maus, os que usam e frequentam o mundo nauseabundo dos blogues, o Sr. Moura sai-se com esta: “…como se explica que apesar desta intensa campanha de insultos e intrigas contra Sócrates e o PS, estes continuem a ganhar eleições e ter boas sondagens?” (sic). Com esta tirada, o homem deixou cair a máscara: o incómodo dos blogues, para ele, corresponde a um sentimento de sofrimento por Sócrates, com Sócrates e só Sócrates.

Da opinião de Leonel Moura, transparece claramente que o ideal dos ideais seria aplicar à comunicação social portuguesa o modelo do amigo Chavez, incluindo a medida de jugular os Blogues. Apenas não se jugulariam os ‘Jugulares’, por mera precaução contra redundâncias.

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Miguel Abrantes: E afinal é mesmo um assessor do Governo

E afinal Miguel Abrantes é mesmo um assessor do Governo, segundo o artigo de hoje do «Correio da Manhã» que me chegou ao conhecimento via A Regra do Jogo.
Como refere Eduardo Dâmaso na sua investigação, «Assessores, chefes de gabinete, membros do Governo usaram o seu tempo, pago pelo erário público, instalações do Estado, meios informáticos públicos e informação privilegiada para fins de combate político. Como o CM demonstra nesta edição, o Governo alimentou blogues de campanha eleitoral daquela forma, mas também outros que antes e depois do tempo de eleições continuaram a ser a barriga de aluguer de argumentários e documentos pré-fabricados.»
E assim se percebe quem é afinal Miguel Abrantes e de que forma blogues como o Câmara Corporativa, o Simplex ou o Jugular foram criados ou alimentados numa determinada lógica e com um determinado objectivo. O polvo em todo o seu esplendor

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86 blogues fazem história… e o Aventar está lá

31 da Armada; 5Dias; Jugular; Portugal dos Pequeninos, Vila Forte; Aventar; Insurgente; Clube das Repúblicas Mortas; Tradução Simultanea; Vasco Campilho; Republica do Caustico; Blogue de direita; Blue Lounge; Cachimbo de Magritte; Cocanha; Corta-fitas; Golpe de Estado; Impensável; Impertinências; Impressões de um boticário de província; Inflaccionista; Intervenção Maia; Nortadas; Portugal Contemporâneo; Papa-Açordas; Centenário da República; Vida breve; Correntes; Terra portuguesa; O fio dos dias; Braga maldita; Anabela Magalhães; Cortar da direita; O estado da educação e do resto; Promova; The Braganza Mothers; Le rouge et le noir; Octavio V Gonçalves; ABC do PPM; Dedos em riste; fliscorno; Democracia em Portugal; Vento Sueste; Kl@ndestino; Porta da Loja; Espumadamente; tasquinha; A curva da estrada; A casa dos discus; Palavrossavrvs Rex; Pleitos, apostilhas e comentários; Profblog; Cláudia Köver; Delito de opinião; Gladius; Do Portugal profundo; Estado Sentido; CPGondar; Bomba Inteligente; Pensamentos desblogueados; Ofício diário; Em@; tasquinha; Um jardim no deserto; Adufe; O número primo; Hora absurda; O último pingo; A página do Mário; MUP; Don Vivo; Donatien alphonse françois; Oeiras local; Direito de opinião; Pérola de cultura; Gavajelly; Ruptura Vizela; Terras de Azurara; BlogMora; Cozinhar com os anjos; A sul; O Estado da educação e do resto; soucontraacorrente; educação s.a.; José Luís Araújo; Kruzes kanhoto; Pedro Cruz;

Sinto-me orgulhoso.

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Na 5.ª Feira, o Aventar estará lá com todos vós


O Aventar associa-se à manifestação «Todos pela Liberdade». Na quinta-feira, às 13.30 h, estaremos lá. Na Assembleia da República. Connosco, a maior parte dos blogues que defende a liberdade e a democracia. O Gabriel diz quem são.
O Aventar é um blogue plural, que reune gente de Esquerda e gente de Direita mas que, no essencial, defende a Liberdade. Penso que é isso que está em causa. Pessoalmente, posso não me identificar nada com alguns desses blogues, mas, neste momento, isso é secundário. Neste momento, o objectivo é só um e está acima de todos.
Convergência estratégica? Seja, se assim se quiser chamar. O texto do Manifesto é bem claro. Ninguém quer dar mais poder ao Presidente da República. No fundo, é dar o mesmo poder que se deu a Jorge Sampaio quando dissolveu a Assembleia da República. Março já está aí.

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Todos Pela Liberdade- 2:

Bem, era para amanhã, mas como já está publicado noutros locais, antecipa-se para hoje:

O primeiro-ministro de Portugal tem sérias dificuldades em lidar com a diferença de opinião.

Esta dificuldade tem sido evidenciada ao longo dos últimos 5 anos, em sucessivos episódios, todos eles documentados. Desde o condicionamento das entrevistas que lhe são feitas, passando pelas interferências nas equipas editoriais de alguns órgãos de comunicação social, é para nós evidente que a actuação do primeiro-ministro tem colocado em causa o livre exercício das várias dimensões do direito fundamental à liberdade de expressão.

A recente publicação de despachos judiciais, proferidos no âmbito do processo Face Oculta, que transcrevem diversas escutas telefónicas implicando directamente o primeiro-ministro numa alegada estratégia de condicionamento da liberdade de imprensa em Portugal, dão uma nova e mais grave dimensão à actuação do primeiro-ministro.

É para nós claro que o primeiro-ministro não pode continuar a recusar-se a explicar a sua concreta intervenção em cada um dos sucessivos casos que o envolvem.

É para nós claro que o Presidente da República, a Assembleia da República e o poder judicial também não podem continuar a fingir que nada se passa.

É para nós claro que um Estado de Direito democrático não pode conviver com um primeiro-ministro que insiste em esconder-se e com órgãos de soberania que não assumem as suas competências.

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Vila Cova de Vila Real

É caso para se dizer que tudo o que se passa em Vila Cova, passa por este blog. Um verdadeiro serviço público para as gentes de Vila Cova, sobretudo aqueles que andam por outras partes do Mundo a fazer pela vida.
Sem qualquer tipo de peneiras, aqui tudo é motivo para postar: seja de “junguer as vacas” (desculpe, disse????) ou o passamento do Sr. Rabiço Tuna num original espaço de Necrologia na blogosfera e sem esquecer a Romaria à Sr.ª. de La Salette.
Aqui está uma forma de divulgar as tradições, os costumes e o dia-a-dia de uma terra.

Por tudo isto, o meu destaque desta semana vai para o blogue Vila Cova e Mascoselo (Vila Real), directamente do Portugal realmente profundo.

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Volta a Portugal em Blogues

O Aventar gosta de não ser um blogue de Lisboa. Também temos gente de Lisboa, mas já nos espalhámos do Minho ao Algarve, e mais se seguirá.

Decidimos destacar os blogues locais de que mais gostamos, numa volta que percorrerá todo o país, de lés a lés, por terra, mar e ar.

Aceitam-se sugestões, como de costume usem o contacto ou a caixa de comentários.

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As Redes Sociais nas Autarquias:

Hoje estive num seminário internacional sobre “Estratégias de Comunicação nas Autarquias e nas Organizações Públicas”, organizado pela Omnisinal.

O principal motivo da minha presença: ouvir Sergio Fernández López (SFL) e as suas opiniões sobre as novas ferramentas de comunicação digital, em especial as Redes Sociais, matéria na qual Sergio López é especialista.

Devo confessar que sou um pouco céptico nestas coisas (Seminários). Claro que os considero fundamentais e um importante instrumento de aprendizagem. Porém, abordagens “académicas” relacionados com as novas ferramentas comunicacionais digitais, mais especificamente as Redes Sociais e a sua importância na comunicação institucional, não podem ser explicadas por qualquer um.

Outra coisa que me irrita solenemente nestas sessões é a velha mania portuguesa de fazer perguntas opinativas. Ou seja, em vez de se tirar dúvidas, emitem-se opiniões, as mais das vezes perfeitamente deslocadas quando não estúpidas. Como diz um amigo, são os “achadores” – eu acho que isto, eu acho aquilo…

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O Extraordinário Congresso Extraordinário

Eu gostava muito dos congressos do PSD, eram todo um espectáculo “extraordinário”, a modos de um F.C. Porto/SLBenfica ou, subindo a parada, um F.C.Porto/F.C. Barcelona. Foi num deles que participei em algo histórico para a blogosfera nacional: a presença e acreditação de blogues como se de órgãos de comunicação social se tratassem: o Blasfémias, o Intervenção e o 31 da Armada.

Enfim, todo um programa.

Num célebre dia, os militantes do Partido Social Democrata, entenderam que era chegada a hora de eleger o Presidente do partido através de eleição directa (um militante, um voto). Pelo caminho, as quotas passaram a ser pagas por cheque ou multibanco, numa vã tentativa de evitar a fraude e os clássicos sindicatos de voto. É não conhecer a capacidade de desenrascanço e de tornear as regras tão típica dos portugueses (e dos latinos).

Entretanto, depois do desastre eleitoral das últimas legislativas, foi anunciada a realização de novas directas para eleger um(a) novo(a) líder para o partido. Nada surpreendente: perante um PS com uma herança governativa inenarrável, o PSD conseguiu o milagre de obter um dos seus piores resultados de sempre.

Porém, quando já todos esperavam pelas directas, eis que surge um movimento liderado por Pedro Santana Lopes a exigir um Congresso Extraordinário. A ele se juntou um grupo de autarcas e as necessárias assinaturas que viabilizam a organização do dito. Confusos? Não, é a política.

Como seria de esperar e a exemplo das condições climatéricas dos últimos dias, chovem as mais diversas opiniões sobre o tema: ver AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e ainda AQUI.

Nas duas mil e tal assinaturas, aposto, estão os nomes de alguns dos anteriormente acérrimos defensores das directas. O que será que os fez mudar de opinião? Serve o congresso para discutir os verdadeiros problemas do país e as alternativas a apresentar pelo PSD? Só quem não conhece ou não se lembra destas antigas manifestações do Portugal laranja profundo, é que pode acreditar em tal. Se o objectivo é preparar uma alternativa de governo, seria mais acertado realizar algo do género dos “Estados Gerais” ou, por hipótese, reunir os barões, baronesas, baronetes e quejandos numa qualquer sala de reuniões de hotel. Sempre se podia tomar um chá acompanhado de scones, enquanto se discutia o futuro da pátria. Para disfarçar e dar aquele ar, sempre muito democrático, de seres atentos ao pensar do Povo faziam uns especiais na província convidando os regedores locais, a modos de uma tournée tipo a que realiza o grande Quim Barreiros.

E que tal deixarem-se todos de tretas e truques e começarem, realmente, a trabalhar para o lançamento de uma verdadeira alternativa ao actual PS? Comecem por marcar uma data para as directas – mas uma data que dê tempo aos candidatos apresentarem as suas ideias, as suas propostas e os seus projectos. Por exemplo, final de Abril e com o limite para entrega das candidaturas em final de Fevereiro. Sempre se tinha, pelo menos, mês e meio para os candidatos percorrerem as diferentes secções.

Agora, um congresso extraordinário? Para quê?… Olha, encontrei uma razão válida: as audiências das televisões, dos jornais e dos blogues. Afinal, o extraordinário congresso extraordinário serve para alguma coisa: para combater a crise na comunicação social! Ena pá, genial! Vamos a isso que a malta agradece.

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Aventar com Pedro Passos Coelho, parte II

Depois do Porto, Lisboa. Pedro Passos Coelho, candidato à liderança do PSD, voltou a reunir com representantes dos mais prestigiados blogues nacionais. Desta vez em Lisboa. Depois de ter marcado presença no encontro do Porto, Aventar também esteve no de Lisboa, através de Fernando Moreira de Sá.

Mais logo, vamos saber tudo sobre o almoço. A comida, as palavras, as perguntas e as respostas, as roupa, da lavada à suja, e, claro, os temas fortes. Do casamento homossexual, passando pela adopção por casais gay, pela liberalização das drogas, a economia, a política interna e externa do PSD.

Enfim, vamos contar tudo. Mais logo, no Aventar.

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Libertação imediata do camarada Carlos Santos, o povo vencerá!

Há anónimos de quem gosto, porque lhes vim a conhecer a identidade e, sobretudo, a personalidade, e anónimos em blogues de esquerda, de direita, de cima e de baixo. E exagera também ao incluir a Jugular na lista de blogues com anónimos: tanto quanto sei, todos assinam pelo seu nome (apesar de, se te lembrares, nunca ninguém ter visto o Rogério :) .

(…)

Algumas piadas e ameaças a jornalistas e editores de jornais, são inócuas vindas de mim ou de ti, e não o fazemos. Mas, se se demonstrasse, virem de assessores de um qualquer governo, seriam um grave atentado político ao Estado de Direito. O apelo subliminar a associações a grupos económicos para calar um jornalista como se fez aqui, confesso que me perturba. Ai do país em que isto venha do seu governo. Não seria asfixia democrática. Seria atentado à democracia!

Carlos Santos, A Regra do Jogo

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Sinistra destra: Contratações de Inverno

Em Janeiro comentam-se as contratações de Inverno dos outros, nascem novos blogues e apresentam-se as nossas.

O Arrastão fez 4 contratações de peso, 3  de Coimbra, tal como o 5 Dias tinha encontrado o Renato Teixeira ainda no Outono.

Neste caso não sou só suspeito, mas  muitos vizinhos que conhecia (e alguns que ignorava) ascenderam ao reconhecimento nacional à custa do que chamam blogues,  meio que fez do Januário a Natureza do Mal, leva a Rosa Oliveira a escrever para as pessoas, e coloca Rui Bebiano onde bem merece.

No Aventar contratamos todo o ano, não é um hábito é um vício, e serve esta também para apresentar o Vítor Ramalho, moço com um invejável currículo pelos lados da destra portuguesa, e de quem fui camarada nos idos de 74, numa sua fugaz passagem pelos lados do MRPP. Já me perguntaram 349 vezes como sou amigo de um gajo de direita, e já sei que esse número vai crescer exponencialmente.  Paciência. Este Vítor diz-se nacionalista revolucionário, e de si sabe ele. Desafiei os meus colegas aventadores a termos entre nós alguém que acabou de ser candidato do PNR. Aceitaram porque dentro da nossa regra simples e básica, o bom senso, este é mesmo um espaço de publicação plural. Sei que o Vítor Ramalho vai justificar a sua contratação por muitas razões mas aqui basta essa: é um homem com  bom senso. E ainda por cima instrutor de artes marciais, a melhor preparação  possível para levar porrada, que também é para isso que cá andamos.

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Albergue Espanhol

A coisa promete pois o elenco é de luxo! Não é uma casa de tapas mas cheira-me que vai tapear muito. É um novo blogue e que abre a casa aos fregueses já amanhã: Albergue Espanhol de seu nome. Olé!

Venham de lá essas postas!

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Destra Sinistra: os blogues que eu leio são melhores que os teus

Ora assim é que é porradinha da boa: “Câmara Corporativa funciona cada vez mais como uma milícia virtual. Quem se mete com eles leva – este é o 1ª mandamento do espírito de milícia”…

Helena Matos no Blasfémias

Numa época de divórcios a blogosfera anda entretida com casamentos:A acreditar no Cardeal Patriarca, Sócrates não…

Rui Castro no Blogue de Direita

É o Paul e nós:Infelizmente para todos nós, e inclusivamente para o vidente José Sócrates, Paul Krugman não vê sinais nenhuns de melhoria no horizonte da economia“.

Jorge Costa no Cachimbo de Magritte

O comprimido azul não explica tudo e a seguir é a poligamia legalizada: “Um governador indiano foi apanhado na cama com três mulheres. O senhor tem 86 anos“.

Rodrigo Moita de Deus no 31 da Armada

É o Natal preferido do senhor indiano anterior: “TROCO A MINHA CEIA DE NATAL…

Animal no Blogue dos Marretas


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Sinistra Destra: os blogues que eu leio são melhores que os teus

A Precariedade, seja lá o que isso for, queriam emprego ó idealistas?

Os partidos à esquerda do PS aplaudem a suspensão do código contributivo, não porque este aumente os impostos, mas porque se estava, segundo aqueles, a legitimar a precariedade. Para o PCP e para o Bloco, mais do que penalizar e regular, importa eliminar/ilegalizar a Precariedade (seja lá o que isso for). E é por isso que votaram contra: não se contentam com soluções aquém do ideal.

João Galamba – Jugular

Oxímoro

claro que um homossexual pode adoptar uma criança. basta que não seja casado com outro.

[os meus parabéns ao PS, criar este tipo de oxímoros não está ao alcance de todos].

Clara - Conto de Fuga

Família tradicional

A família tradicional foi destruída quando as mulheres começaram a desenvolver actividades profissionais fora do lar doce lar. Mais tarde foi abatida pela introdução e generalização dos métodos contraceptivos hodiernos e pela emancipação sexual das mulheres, essas porcas, novamente. Pela mesma altura, também foi morta pela televisão, que impôs um fim inglório aos serões de profunda comunhão que todas as famílias tradicionais partilhavam em torno da telefonia. Não consta que a telefonia tenha acabado com a família tradicional, mas não me espantaria que o tivesse tentado.

Eduardo B.- Ágrafo

Já não se fazem bolcheviques como antigamente

Penso que os Ferreira Fernandes deste mundo se arriscam a ser surpreendidos pela realidade básica de que a história das revoluções não ficou encerrada na Avenida Nevsky. Felizmente para ele, os «bolcheviques» de hoje saberão seguramente ser mais suaves do que aqueles que ele tentou, em vão, emular na sua juventude. Tudo faremos para que nunca lhe venham a faltar gelados nem hambúrgueres. Nem gulag, perdão, goulash.

Ricardo Noronha  – 5 Dias

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