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O Coelho e as Lebres
Colocado por Fernando Moreira de Sá em geral, política nacional em 29 de Janeiro de 2010
Hoje os diferentes jornais falam na possibilidade de Paulo Rangel e Aguiar Branco se candidatarem à presidência do PSD.
O primeiro a desmentir foi Paulo Rangel. Não senhor, não será candidato e não, não foi pressionado por Durão Barroso. Já Aguiar Branco nem necessita de grandes desmentidos, percebeu-se ontem, na Quadratura do Círculo que não vai ser candidato.
Ou seja, ninguém quer fazer o papel de lebre e como se percebeu nas duas sessões de apresentação do livro de Pedro Passos Coelho, sente-se um forte cheiro a poder e um alinhamento quase unânime em torno da sua candidatura.
Mudar
Colocado por Fernando Moreira de Sá em literatura, política nacional em 21 de Janeiro de 2010
O Pedro Passos Coelho apresentou o seu livro: Mudar.
No almoço com os blogues em Lisboa, no qual o Aventar esteve presente (ver AQUI, AQUI e AQUI), o candidato a Presidente do PSD já tinha avançado com algumas das ideias plasmadas na obra.
Uma das coisas mais acertadas que disse nessa apresentação foi: “Com ou sem congresso, o PSD não pode demorar muito tempo a resolver as suas questões internas”. É a mais pura verdade. Quanto ao resto, vou ler o livro e depois farei comentários.
As Directas no PSD #1
Colocado por Fernando Moreira de Sá em política nacional em 20 de Janeiro de 2010
Como a “coisa” promete, vou passar a publicar, de vez em quando, as notícias sobre o processo eleitoral em curso (PREC-PSD).
Para lançamento, a entrevista do Presidente da Distrital do Porto, Marco António Costa afirmando que não apoia Pedro Passos Coelho: AQUI.
Por sua vez, chegou-me hoje às mãos o chamado “Manifesto de Conciliação” organizado por um grupo de militantes que estão a recolher assinaturas com o objectivo de acelerar a realização de directas e antes de qualquer congresso.
O PREC-PSD promete.
Adenda às 16h46: Até já existe um site: PSD-Directas Já
Adenda às 17hoo: Está lançada a confusão!
O Extraordinário Congresso Extraordinário
Colocado por Fernando Moreira de Sá em geral, política nacional em 19 de Janeiro de 2010
Eu gostava muito dos congressos do PSD, eram todo um espectáculo “extraordinário”, a modos de um F.C. Porto/SLBenfica ou, subindo a parada, um F.C.Porto/F.C. Barcelona. Foi num deles que participei em algo histórico para a blogosfera nacional: a presença e acreditação de blogues como se de órgãos de comunicação social se tratassem: o Blasfémias, o Intervenção e o 31 da Armada.
Enfim, todo um programa.
Num célebre dia, os militantes do Partido Social Democrata, entenderam que era chegada a hora de eleger o Presidente do partido através de eleição directa (um militante, um voto). Pelo caminho, as quotas passaram a ser pagas por cheque ou multibanco, numa vã tentativa de evitar a fraude e os clássicos sindicatos de voto. É não conhecer a capacidade de desenrascanço e de tornear as regras tão típica dos portugueses (e dos latinos).
Entretanto, depois do desastre eleitoral das últimas legislativas, foi anunciada a realização de novas directas para eleger um(a) novo(a) líder para o partido. Nada surpreendente: perante um PS com uma herança governativa inenarrável, o PSD conseguiu o milagre de obter um dos seus piores resultados de sempre.
Porém, quando já todos esperavam pelas directas, eis que surge um movimento liderado por Pedro Santana Lopes a exigir um Congresso Extraordinário. A ele se juntou um grupo de autarcas e as necessárias assinaturas que viabilizam a organização do dito. Confusos? Não, é a política.
Como seria de esperar e a exemplo das condições climatéricas dos últimos dias, chovem as mais diversas opiniões sobre o tema: ver AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e ainda AQUI.
Nas duas mil e tal assinaturas, aposto, estão os nomes de alguns dos anteriormente acérrimos defensores das directas. O que será que os fez mudar de opinião? Serve o congresso para discutir os verdadeiros problemas do país e as alternativas a apresentar pelo PSD? Só quem não conhece ou não se lembra destas antigas manifestações do Portugal laranja profundo, é que pode acreditar em tal. Se o objectivo é preparar uma alternativa de governo, seria mais acertado realizar algo do género dos “Estados Gerais” ou, por hipótese, reunir os barões, baronesas, baronetes e quejandos numa qualquer sala de reuniões de hotel. Sempre se podia tomar um chá acompanhado de scones, enquanto se discutia o futuro da pátria. Para disfarçar e dar aquele ar, sempre muito democrático, de seres atentos ao pensar do Povo faziam uns especiais na província convidando os regedores locais, a modos de uma tournée tipo a que realiza o grande Quim Barreiros.
E que tal deixarem-se todos de tretas e truques e começarem, realmente, a trabalhar para o lançamento de uma verdadeira alternativa ao actual PS? Comecem por marcar uma data para as directas – mas uma data que dê tempo aos candidatos apresentarem as suas ideias, as suas propostas e os seus projectos. Por exemplo, final de Abril e com o limite para entrega das candidaturas em final de Fevereiro. Sempre se tinha, pelo menos, mês e meio para os candidatos percorrerem as diferentes secções.
Agora, um congresso extraordinário? Para quê?… Olha, encontrei uma razão válida: as audiências das televisões, dos jornais e dos blogues. Afinal, o extraordinário congresso extraordinário serve para alguma coisa: para combater a crise na comunicação social! Ena pá, genial! Vamos a isso que a malta agradece.
O Regresso A Um Certo Passado
Colocado por José Fernando Magalhães em Sem categoria em 21 de Novembro de 2009
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MARCELO DEIXA ANTEVER UM REGRESSO
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A ala caquética do P
SD anda contente. O Professor Marcelo deixa, nas entrelinhas e em privado, perceber, que em Janeiro, quando a actual líder marcar as directas, avança para lutar pela liderança.
Passos Coelho, não vai ter vida fácil nessa luta.
Não estou convencido de que Rebelo de Sousa seja o melhor para o partido, e muito menos para o País, do mesmo modo que me parece que Passos Coelho, também o não é. Mas pelo que se vai vendo, não aparece ninguém, com perfil e capacidades para se candidatar, e mudar radicalmente o PSD. Este partido tem de deixar de seguir, para ser seguido, ou corre o perigo de, aos poucos, passar a ser um partido marginal. E nem um nem outro dos candidatos, parecem ter o necessário para o conseguir.
Com o sr Professor Marcelo, regressamos a um certo passado que não tem muita glória. Com o sr dr Pedro, avançamos sem a força e o carisma necessários para fazer a diferença.
Os deuses nos ajudem, antes que o céu nos caia em cima da cabeça.
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