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O «amigo Joaquim» tem medo de quê?

Agora que Joaquim Oliveira se recusou a ir à Comissão de Ética explicar os negócios do seu Grupo, fico à espera de saber o que têm a dizer todos aqueles que tanto criticaram o director do «Sol» por ter adiado uns dias a ida ao Parlamento.
Que Joaquim Oliveira prefere fazer as coisas pela calada, na sombra, já sabíamos. Agora, que se recuse a ir à Assembleia da República, já é algo que ultrapassa todos os limites. José António Saraiva foi, Pinto Balsemão foi, Moniz foi. E o amigo Joaquim, que ainda tem o desplante de processar o Estado, tem medo de quê?

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A capa do «Sol» – O Sócrates devia dar uma sticada na gaja


«Dar uma sticada na gaja»?
Não me parece bem. O primeiro-ministro é um senhor comprometido, a Secretária de Estado também…

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Faltam 426 dias para o Fim do Mundo

A tragédia na Madeira teve o condão de unir Sócrates e João Jardim mas não deve servir como arma política em eleições directas de um partido. Hoje vi na TVI o Presidente do Governo Regional da Madeira acusar o seu companheiro de partido, Pedro Passos Coelho, de não ter sido solidário com a tragédia na Madeira, o que não é verdade, pois logo no Domingo tanto no Facebook como em diversos órgãos de comunicação social se viu o contrário. Por muito importantes que estas eleições possam ser, nada representam quando comparadas com a tragédia da Madeira e mal vai a classe política ao procurar aproveitar-se da desgraça dos outros em nome de inconfessáveis interesses políticos pessoais.

Por falar em mau tempo, desta vez são os Açores e como uma desgraça nunca surge sozinha, aqui estão os novos números do desemprego: 10,5%! Para ajudar ao descalabro, esta reportagem do i (que está cada vez melhor) a avisar que Portugal está entre os piores em termos de educação. Já os Procuradores discutem o Face Oculta e as escutas ao PM. Enquanto isso, Soros vai avisando a Europa – convinha não fazer de conta pois quem avisa…

Finalmente, continuando com o quadro negro do dia, ESTE artigo sobre o meu F.C.Porto é de leitura obrigatória e mais não digo que as grandes dores são mudas…

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Cândida Almeida não precisa de ser escutada – não, não precisa, uma magistrada impoluta acima dos políticos e dos partidos


Quer que os magistrados, os seus colegas, sejam escutados por causa das fugas ao segredo de justiça? Claro que quer!
Não consegue encontrar um único indício da ligação de José Sócrates ao Freeport? Claro que não!
É amiga do peito de Almeida Santos e foi mandatária de Mário Soares? Mas o que é que isso tem a ver? É magistrada, mas das sérias, daquelas que não precisa de ser escutada. Séria, impoluta e acima de todas as suspeitas.
E não é verdade que uma foto vale mil palavras?

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Diálogo de surdos

Depois da entrevista de ontem, José Sócrates disse o que irá dizer sempre.

Depois da entrevista de ontem, a Oposição irá continuar a questionar José Sócrates sobre as mesmas coisas.

O Primeiro-Ministro disse, taxativamente, duas coisas lapidares:

1 – Não deu ordem para qualquer plano ou avanço da PT sobre a TVI;

2 - Não comenta nem tem qualquer reponsabilidade por aquilo que afirmam ou conversam terceiros, mesmo que esses mesmos terceiros envolvam o seu nome.

Face a isto, das duas uma: ou se descobre provas de que tal é mentira, ou mais vale parar com um diálogo de surdos em que alguém repete sempre a mesma coisa e um outro insiste em que seja dita coisa diversa.

No ponto em que estamos, isto parece aquelas investigações criminais - à boa maneira do Estado Novo e que ainda vai dando sinais nos tempos que correm -, que são orientadas para a confissão do suspeito.

O mal disto é que não há verdadeira  investigação: alguém vendeu a bom preço as escutas – não sei se transcritas ou não -, e o Despacho do Procurador. Fez bom dinheiro, e a imprensa fez bons títulos. Isto não é jornalismo de investigação. É um negócio de tiragens, à custa da clássica “fonte anónima” e de fugas de informação, de atropelo em atropelo à Lei. Isto é luta político-partidária, a querer corroer um Governo à custa de ausência de ideias ou de vontade em assumir compromissos – até Paulo Rangel já disse que com ele não haverá moção de censura, pois neste momento não é “apetitoso” governar.

Já o disse em tempos e reitero: entendo que José Sócrates não tem as condições pessoais necessárias para liderar o Executivo. Mas sei que não se demitirá. Não é do seu temperamento. E, também, há que o dizer, ninguém neste momento quer calçar os seus sapatos e fazer-se à espinhosa estrada. Seja esse alguém do PS ou da Oposição.

Assim sendo, a menos que se obtenha provas concretas que José Sócrates participou no alegado plano, que tal lhe seja ouvido, ou lido, seria bom que se parasse de vez com o Carnaval. O país deveria estar já preocupado a discutir o PEC e as respectivas opções estratégicas para os próximos 4 anos. A agenda política deve ser ditada pelo interesse nacional, não pela imprensa.

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E eu que pensava que tinha liberdade de expressão…

Apareci em Portugal, sem saber como nem por onde, a convite da Gulbenkian e do ISCTE, hoje IUL. Vinha da Universidade de Cambrige, onde ensinava e era Doutor em Ciência. Devia estar em Portugal apenas dois meses, não tinha mais licença de Jack Gody. Aliás, vinha do País da liberdade de expressão e da revolução temprana.

Pensei: se o UK é país de expressões livre, quanto mais não será Portugal que fez a sua Revolução apenas em 1974! Pareceu-me bem e fui ficando. Esses dois meses pasaram a ser 31 anos!

Esses 31 anos em que pensei que a liberdade de expressão era tão grande, que fiz em Portugal o que no Chile não me permitiam: falar e criticar a política do Governo, almoçar com o Presidente da República, sair com os meus discentes. Sem saber como, todo isso acabou. O Governo que nos quer orientar anda a levar-nos pelas ruas da amargura. A primeira felonia, escutas telefónicas, mas com aparência de outras intrigas palacianas.

A seguir, a ameaça do fecho do jornal «Sol» por revelar esta temática das escutas e outras ervas sobre o Primeiro-Ministro que nos governa, ou que pretende  governar-nos. Mas não parou aí quem  pretende ser um excelente Engenheiro, tanto, que em honra do socialismo que penso e executo e do meu Senhor Pai, apoiei a quem tem um aparente dom de mando e votei por ele.

Revelo assim o segredo da urna de voto, porque me sinto ameaçado. A minha liberdade de expressão acabou com o mandato do fechar o Semanário «Sol» Leia o resto do post »

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Mais um golpe, mais um roubo

No Aventar os xutos na bola, com a rúbrica FUTaventar entrou tarde e ainda há quem resista à discussão, talvez com algum sentimento elitista considerando que a bola é coisa de pobre! É sim senhor! E ainda bem que existe porque tudo o resto é muito mais vergonhoso.
Atente-se:
Gaia: a Escola António Sérgio fica no centro da cidade, bem juntinho ao hospital, ao novo hotel; A Secundária de Canidelo, junto ao nó do fojo a meio caminho entre a VCI e a praia…
Gondomar: a Secundária é absolutamente central na sua localização…
No Porto… Em Lisboa…
Temos estas localizações todas nas mãos de uma coisa a que chamam Parque Escolar. Esta coisa, se calhar uma sucateira ou uma PT ou… vai ficar com todas estas escolas secundárias na mão. Não tarda nada, temos as escolas com poucos alunos, os terrenos fora das mãos do estado e algum boy a lucrar milhões.

Por estas e por outros é que prefiro falar e escrever sobre o Simão.

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Os nossos políticos são maus e oportunistas

Dia dos namorados… Um dia de contradições: o amor entre o povo e os dirigentes não existe e quando há um segundo para um beijo, é para o beijo da morte!

Há muito tempo que tenho defendido que O Problema de Portugal são as nossas elites – não é, ao contrário do que dizem os fazedores de mentes, o povo! Esse, procura sobreviver no meio da selva civilizacional em que nos tentam manter ano após ano.
Os últimos episódios em torno do sr. José Sócrates são a prova disso mesmo.
Há coisas que são factuais:
a) O Governo, através da PT, tentou criar um grupo de comunicação social com o objectivo de controlar a linha editorial;
b) O Governo sabia disto e faltou à verdade ou teve lapsos de memória quando disse que não sabia de nada.

Qualquer destas duas realidades é MUITO má e MUITO mais que suficiente para que a demissão fosse só o primeiro passo antes de um pedido de desculpas ao país.
Mas… eis que vemos o PS a clamar pela justiça… Ai Jesus, que as conversas são privadas (tanto como as do Prof. Charrua!)… E depois a oposição (TODA!) com paninhos quentes… Será que estão com medo de se queimar?
E, já agora, onde está o Manuel Alegre? Leia o resto do post »

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Apresentem vocês uma moção de confiança

Resolveram-vos o vosso principal problema, o dos professores. Aprovaram-vos o principal instrumento da governação, o Orçamento. O que querem mais, meus senhores? Mordaças é para os vossos amigos da comunicação social. Os da Controlinveste e quejandos.
Querem uma moção de censura? Queriam, não queriam? Olhem, parafraseando o outro, apresentem vocês uma moção de confiança e, já agora, besuntem-se nela!

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MAT ao contrário

1. É ou não verdade que a rejeição pelos responsáveis do poder judicial baseia-se numa interpretação altamente subjectiva e, face ao que veio a público, criticável, de factos (e não de direito) por orgãos não colegiais, que, ainda por cima, no caso do Presidente do STJ, não analisa matéria de facto regularmente há cerca de 12 anos, dado essa função não caber, em regra, ao STJ?

2. É ou não verdade que José Sócrates é o primeiro português que, face a despachos como os do teor do Juiz de Aveiro e do Procurador Adjunto, não é sequer alvo de inquérito?

3. É ou não verdade que, face a atentados ao Estado de Direito, até, em ultima ratio, o recurso a armas é legitimo, sendo, por isso, a questão da violação do segredo de justiça perfeitamente irrelevante?

4. É ou não verdade que, o despacho emanado do Presidente do STJ é subjectivo e fruto de uma interpretação e convicção de dois únicos magistrados (os mais políticos de todos)?

5. É ou não verdade que sem o apoio de José Sócrates, Pinto Monteiro não seria procurador?

6. É ou não verdade que, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça é um orgão não colegial, e que o teor das escutas o desmente e o descredibiliza?

7. É ou não verdade que José Eduardo Moniz saiu da TVI, que o Jornal de Sexta acabou, que José Manuel Fernandes já não é director do Público, e que Sócrates falou com o director de programas da SIC que era necessário resolver o problema Crespo?

8. É ou não verdade que, o jornal Sol foi cúmplice da violação do segredo de justiça para defender valores muito mais elevados do que a eficácia das investigações e o bom-nome de quem não é sequer dele digno?

9. É verdade que, da leitura da peça jornalística do jornal Sol, se pode inferir, a partir de uma conjugação global dos factos que complementam as escutas, uma interferência do 1º ministro na liberdade de imprensa.

10. É ou não verdade que, o nome de José Sócrates só aparece ligado a este alegado plano porque é ele o principal beneficiado?

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Ainda Os Polvos

«Meia tonelada de polvos mortos foram recolhidos entre as praias do Canidelo e de Valadares, na região de Vila Nova de Gaia. Desconhece-se a razão pela qual tantos polvos deram à costa, mas é pouco provável que tenham sido atirados ao mar ou que tenham sido afectados por poluição».

Notícias de última hora informam que estes polvos, encontrados mortos há algumas semanas, mais não eram que  polvinhos descartáveis, já sem préstimo algum, queimados e sem telemóveis, que somente teriam servido para certos controlos menos recomendáveis.

Aos donos/patrões dos ditos, detentores de enormes apêndices não segmentados e geralmente flexíveis, só restava mesmo o seu descarte durante a noite, antes que o sol nascesse e se visse tudo.

Para mal dos seus (deles) pecados, o sol tudo vê e tudo encontra, e pelos vistos não teme as queimaduras das ventosas dos tentáculos. O sol tudo trata , o sol tudo sara, mesmo que à força das palavras, e da divulgação de escutas que ninguém quer que sejam ouvidas.

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A face oculta de Carlos Magno


O que leva um jornalista aparentemente inteligente como Carlos Magno a comparar o caso Monica Lewinsky ao caso das escutas que envolvem o primeiro-ministro?
Aconteceu ontem no «Contraditório», programa da Antena 1 onde participam também Ana Sá Lopes e Luis Delgado?
Carlos Magno não sabe – ou não quer saber – qual é a diferença entre actos privados da vida privada pessoa e actos privados da vida pública?
Pois eu explico: se o primeiro-ministro combina ao telefone um encontro amoroso com a «Rainha das Meias», esse encontro não deve ser público – é um acto privado da vida privada. Ora, se o primeiro-ministro combina ao telefone o silenciamento de um canal de televisão, isso é um acto feito em privado nas que tem a ver com a vida pública e que, por isso, deve ser público. Porque não diz respeito à vida privada do primeiro-ministro.
Sempre gostei de Carlos Magno, mesmo quando lhe chamavam caixeiro-viajante (programa na SIC com Paulo Alves Guerra) e em especial na fase dos programas que fazia na TSF com o professor «Não é?». Mas nunca compreendi, nos últimos anos, a feroz defesa que sempre fez de José Sócrates. Defende-o em todas as circunstâncias, compara o que não tem comparação, parece um desses socratistas cegos que não vê nem quer ver.

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E o sr. PGR, sr. Presidente do Supremo?

Diz V. numa entrevista (algo manca, sr. Presidente…) que num dos seus despachos (estou a escrever de ouvido) escreveu que as escutas não teriam índicios sérios “…se não se viessem a verificar novos factos que exigissem a abertura de inquérito…”

Ora, se no mesmo despacho V. manda destruí-las…

Face a esse despacho, onde V. coloca a hipótese de relevância criminal a existirem novos índicios, não seria obrigatório o sr. PGR mandar investigar? Como é que se podem encontrar novos índicios se não se investiga?

A verdade, pelo que se percebe em tudo o que são declarações de gente do PS, é que V. e o Sr. PGR dão as escutas (as que não foram julgadas ilegais) como “…não tendo relevância criminal…” mas V. nesta recente entrevista acrescenta-lhe um “se” que muda tudo! Temos ou não um inquérito sobre esta matéria? As pessoas escutadas estão ou não sob inquérito? Ou a existência de inquérito é, nesta fase, segredo de Justiça?

É que em plena Assembleia da República o que se ouve são os senhores deputados do PS e o próprio primeiro ministro dizerem que a Justiça já se pronunciou, o que aquele “se” que V. deixou escapar, desmente, a não ser que o Sr. PGR não tenha continuado a investigar, como o despacho de V. exige! (embora também já se comece a ovir isto)

Vossa Excelências importar-se-iam de explicar publicamente por forma a que o povo deixe de ter estes racíocinios, evidentemente ignaros, mas que não nos deixam dormir em paz?

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O Sol quando nasce não é para todos


Em busca do «Sol»

Como eu compreendo a Morgada. Em Rio Tinto, terra desgraçada, pelo menos na zona que confina com Fânzeres, o «Sol» não se vende. Em Gondomar, já tinha esgotado. Felizmente, ainda há terras como Ermesinde. Num quiosque do centro já tinha esgotado a edição, mas vendiam as sete páginas das escutas, fotocopiadas, a 1 euro. Para o leitor serve e, para o quiosque, o lucro é bem maior.
Afinal, tenho de reconhecer que o João Cardoso tem razão: o Sol quando nasce é para todos.

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José Sócrates nega plano do Governo para controlar os media

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Diana ou Filipe – o «Sol» sabe quem vai ganhar os Ídolos


O «Sol» sabe, através de escutas feitas a funcionários de «call center», quem vai ganhar os «Idolos» no próximo Domingo. José António Saraiva e Felícia Cabrita já estão a preparar uma edição extra para amanhã.
Meus senhores: ganhe a Sofia, ganhe o Filipe, ganhe o raio que os parta. Mas ganhe alguém e acabem de vez com isso. Já não posso ouvir falar da porcaria dos «Ídolos». Foda-se!
Eh já agora, a família da Sofia podia parar de telefonar aos milhares para os «call center», porque ganhar assim não é justo. Como diz um dos seus familiares no Facebook, Tiago Mendes», «Famíla. Vou-me ausentar. Logo à tarde regresso. Mas não parem de votar, porque eu também não paro. 760 300 507.»
Se é que percebem o que eu estou a dizer…

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Mais escutas do «Sol» (II)

continuação daqui

TRANSCRIÇÃO DAS ESCUTAS REVELADAS NA EDIÇÃO DE 12 DE FEVEREIRO DO «SOL»

[Vê se podes] «dar um pontapé para cima em relação ao Paulo Fernandes, porque a CGD borregou um bocado. Está previsto uma compra da parte dele da informação pela empresa do Nuno Vasconcelos com conhecimento do amigo do Vara, ou melhor, por indução do amigo.» (Fernando Soares Carneiro, representante do Estado na PT, para Armando Vara).

- «Por indução de cima foi acordado que se tentaria comprar o Correio da Manhã ou mesmo a Cofina e que isso foi colocado na empresa [PT] como objectivo». (Fernando Soares Carneiro para Armando Vara)

- «Quem falou foi do gabinete do amigo de Vara lá de cima.» (Armando Vara para Fernando Soares Carneiro sobre se já tinham falado com um administrador da Caixa Geral de Depósitos)

- «Já começaram as negociações, a Caixa não está a ajudar e esse assunto foi comunicado a quem de direito e que queria alguma pressão a alguém de cima.» (Fernando Soares Carneiro para Armando Vara) Leia o resto do post »

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Todas as escutas do «Sol» (I)

TRANSCRIÇÃO DAS ESCUTAS PUBLICADAS NA EDIÇÃO DE 12 DE FEVEREIRO

«- Não querendo fazer perguntas inconvenientes, só uma questãozinha: o Henrique [Granadeiro] chegou a ir lá?
- Esse é o problema… Não estou a pedir para o receber. Ele recebeu-o sozinho e isso já está em todos os jornais. Lembras-te da minha conversa com ele. Foi o Henrique que o deu à morte.» (Paulo Penedos e Ruii Pedro Soares)

- «O Henrique já disse à Lusa que não falou com o Governo.» (Paulo Penedos para Rui Pedro Soares)

- «[Liguei-lhe] 5 vezes e exigi que ele falasse com o chefe, que já estava aos berros.» (João Carlos Silva para Paulo Penedos)

- «Então são vocês que recebem ordens para fazer, mas recebem ordens para desfazer?»
– «Sócrates não se quer ver embrulhado numa guerra… isto tinha um tempo para se fazer, agora…,» (João Carlos Silva para Paulo Penedos)

- «A senhora vai ficar lá devidamente espaldada. Ninguém lhe toca, ninguém lhe chega. Iam ter de trucidar tudo e todos.» (Joaquim Oliveira para Armando Vaqra sobre o que Júlio Magalhães lhe terá dito sobre Manuela Moura Guedes)

- «Tenham cuidado com as perguntas que andam a fazer!» (Joaquim Oliveira para José Leite Pereira sobre jornalistas novos que andam a investigar o fim do Jornal de Sexta da TVI)

continua aqui

Ver mais notícias sobre o caso aqui, aqui e aqui.

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Eis a primeira página do «Sol» de amanhã


Ver mais aqui, aqui e aqui.

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A capa do «Sol» em exclusivo no Aventar


Enquanto isso, continuamos sem saber se a maior acção de censura que já se viu depois do 25 de Abril vai ter êxito ou não

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