Etiquetas de Posts fé
Noites de Fogo
Colocado por Dario Silva em religião, sociedade em 15 de Julho de 2010
Portugal, Campeão do Mundo de Futebol
Colocado por A. Pedro Correia em futaventar em 9 de Junho de 2010
Gosto de futebol, do jogo dentro das quatro linhas, confesso que não estou ainda a par do calendário, da divisão de grupos e dos jogos entre as selecções que ultrapassarem a primeira fase.
A ser verdadeiro este calendário, hoje fiquei mais esclarecido em relação às eventuais possibilidades de Portugal chegar, vá lá, às finais ou meias-finais. Dizia o empregado do café onde fui beber a bica que Portugal vai ser campeão do mundo. E explicava: Portugal vai ser segundo classificado neste grupo e, a seguir, vai ganhar à Espanha. Depois defronta e vence a Argentina. Algures, nesta scontas, aparecia ainda a Inglaterra, naturalmente cilindrada pelos apodados “navegadores”. A grande final será contra o Brasil, jogo difícil, claro, mas que os canarinhos perdem sem apelo nem agravo.
Fiquei com um dilema: a fé, ou é uma coisa invejável, ou faz perder todo o contacto com a realidade.
O bispo de Bruges
“O Vaticano anunciou esta Sexta-feira que Bento XVI aceitou a renúncia do Bispo Roger Vangheluwe, da Diocese de Bruges, na Bélgica.
Em breve comunicado, a Santa Sé anuncia a decisão, justificada com o cân. 401 § 2, do Código de Direito Canónico, o qual convida os Bispos a renunciar em caso de doença ou outra causa grave, à imagem do que acontecera no dia anterior com o irlandês D. James Moriarty, da Diocese de Kildare e Leighlin.
Posteriormente, o serviço de informação do Vaticano apresentou declarações do próprio D. Roger Joseph Vangheluwe e do Arcebispo de Bruxelas, D. André-Mutien Léonard.
O agora bispo emérito de Bruges confessou ter abusado durante vários anos de um jovem.
Quando era um mero padre, e por algum tempo depois de ser ordenado bispo, abusei sexualmente de um jovem, refere D. Roger Vangheluwe, nomeado bispo em 1985, ano em que assumiu a diocese de Bruges. Leia o resto do post »
Como Se Fora Um Conto – 25 de Abril de 1974, o Dia de Todas as Perdas
Colocado por José Magalhães em do 25 de abril, literatura, política nacional, sociedade em 25 de Abril de 2010
Amanheceu cedo o dia de todas as perdas.
Amanheceu muito cedo o dia de alguns ganhos.
Dali para a frente, tudo foi feito às avessas.
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Naquele tempo, cumpria o serviço militar, e naquela manhã, estava «desenfiado». Desenfiado era o termo utilizado pelos magalas para definir quem, devendo estar de serviço dentro do quartel ou instituição militar, se encontrava fora, normalmente em casa, a dormir.
Ora na verdade, eu estava desenfiado. Dormia a bom dormir quando, pelas oito da manhã, uma tia me telefona a perguntar o que sabia eu da revolução. Nada, não sabia nada. Se calhar era outra intentona como a de Fevereiro, disse. Leia o resto do post »
Seja bem vindo Bento XVl !
Colocado por Luís Moreira em política internacional, religião em 23 de Abril de 2010
Enquanto Presidente de um Estado reconhecido pelo Estado Português com mútua representação diplomática, ao nível de Embaixadas, seja bem vindo!
Como Chefe da Igreja Católica cuja doutrina é seguida por milhões de portugueses, Deus o traga a terras de Nossa senhora de Fátima!
Sou profundamente Cristão e muito pouco católico, desde muito cedo percebi que uma coisa é a hierarquia religiosa e outra, bem diferente, é a Fé de milhões de seres humanos. Por estes tenho um profundo respeito ! Não compreendo a Fé, mas sei que esta sociedade não deixa a milhões de seres humanos outra esperança! Aos desvalidos que ano após ano se deslocam a Fátima à procura de cura; aos pais e mães que procuram conforto; aos filhos que procuram luz. A todos eles respeito profundamente, e sei que a visita do Papa é, para estas pessoas, um momento importante, de alegria e de luz.
Não tenho surpresa nenhuma em verificar que os homens que constituem o universo clerical sejam uma imagem da sociedade. Que outra coisa poderia ser? Os mesmos homens gloriosos e os mesmos homens bestas. Quem alguma vez pensou que seria coisa diferente, só pode culpar-se a si mesmo, não é verdade que outras “verdades redentoras” se apagaram no tempo de um fósforo, enquanto a Igreja anda cá há séculos?
Seja bem vindo, a esta terra que sempre recebeu generosamente quem a procura , até por uma questão de gratidão, tantos são os seus filhos que procuram fora dela a vida que aqui não encontram.
A Estação da Minha Rua
Colocado por Dario Silva em serviço público, transportes em 13 de Abril de 2010
A Rua da Estação, Tadim, Ramal de Braga.
Nesta estação param 50 comboios, de serviço público de qualidade, por dia que nos podem levar para Braga, Famalicão, Porto, Lisboa ou Madrid Puerta de Atocha. Daqui o mundo inteiro. É preciso viajar… para não mingar… viajar…!
O cardeal
Cañizares
Volto uma vez mais a esta repugnante foto de António Cañizares, patente num dos posts anteriores, cardeal do jet set espanhol, vivendo em Roma, e que passa a vida em forrobodós, casamentos, baptizados, aniversários, bodas de ouro e prata, de gente rica e famosa. Convidado para abençoar tudo o que seja festas multimilionárias, reaccionário até ao tutano, mostra, com efeito, não ter o mais pequeno sentido do ridículo, mas mantendo o portentoso sentido de orientação nas águas em que ele e a igreja se movem.
Quer a igreja quer o capital sempre coordenaram interesses e estabeleceram estratégias comuns para consolidarem as suas complementares posições. Sempre se engalanaram pomposamente, sempre se calaram perante os graves problemas nacionais e internacionais, e em tudo dão e sempre deram as mãos, em pactos mais ou menos secretos, para atingirem os seus idênticos fins, isto é, a Fé no Capitalismo, a Esperança na exploração e no super-lucro e a apaziguadora caridade de prometer aos pobres a vida eterna.
Fé e doutrina – ciência e razão
Fé e doutrina – ciência e razão
O coração bate em média 60 vezes por minuto, 3.600 vezes por hora, 86.400 vezes por dia, 31.536.000 por ano e cerca de dois biliões e meio de vezes numa vida de 80 anos. O coração tem movimento automático, ele gera o seu próprio movimento, ele é a sede do seu próprio automatismo. Não precisa de ninguém a dar-lhe corda, não precisa de ninguém a empurrá-lo, não precisa de bateria. Mesmo fora do peito, isolado, ele continua a bater, se o alimentarem. É um interessantíssimo fenómeno que a ciência, após décadas e décadas de profundo estudo, explica de forma muito clara e transparente.
Se perguntarem a qualquer papa, cardeal, bispo ou padre, seja qual for a religião que professe, não sabem explicar, nem há espírito santo que os ensine. Mas também não são obrigados a saber. O que me admira é que não sabendo as coisas reais ainda que complexas, se arvoram nos únicos sábios de coisas transcendentais e sobrenaturais, e deitando mão da sua ”sabedoria” são capazes de arranjar mil e uma explicações para tudo, como arranjam para explicar muitos outros fenómenos da vida. O exemplo mais marcante, neste momento, é a Evolução. A evolução das espécies é hoje um facto científico situado ao mais alto nível dos factos científicos. E a igreja sabe-o. Então que será da criação e de todos os criacionismos que para aí proliferam? A ICAR está á rasca para descalçar a bota, mas lá vai tentando descalçá-la. Que há que deus a evolução não contradiz a criação. Bravo! Não se vê como não contradiz, mas eles lá sabem. Já devem ter muitas cabeças a pensar no assunto, não para procurarem ou ajudarem a procurar a verdade, mas para arranjarem formas de continuar a mentira, a falsificação e o ludíbrio.
A intolerância
Colocado por João José Cardoso em literatura em 20 de Outubro de 2009
"As Horas de Maria" deve ter sido o pior filme que vi na minha vida. Não saí da sala, esgotada, porque a malta se foi entretendo a mandar umas bocas, e concurso de bocas em sala de cinema sempre espairece. Mas porque me meti eu e mais umas mil pessoas ali dentro, sabendo de antemão que a relação do "realizador" António de Macedo com o cinema era a de um homicida com a sua vítima?
Por causa da propaganda de uma Igreja, neste caso a Apostólica Católica Romana, vulgo ICAR.
Encarniçaram-se de tal forma contra a película apenas porque supostamente tocava um tema religioso quando na realidade apenas apalpava o tédio na sua forma mais pastosa, que aquilo foi sucesso de bilheteira garantido.
É um episódio tantas vezes repetido que já chateia.
Fizeram o mesmo com o Je vous salue, Marie, os Versículos Satânicos ou o Evangelho segundo Jesus Cristo, obras estas de autores com obra, e que dispensavam a sanha propagandística das religiões.
Existe a presunção entre os fanáticos religiosos de a sua crença ser mais do que simplesmente a sua crença, e glosar os seus dogmas uma blasfémia.
Arrancar os cabelos porque lhes tocaram no tal de sagrado, que não passa de uma convicção pessoal a que ninguém mais está obrigado, saudosos do Index Librorium Prohibithorium só abolido em em 1966, resulta sempre em publicidade gratuita.
E isso Saramago bem o sabe.













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