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Bais Lebar no Focinho, Óbiste?
Colocado por José Magalhães em sociedade em 23 de Agosto de 2010
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NUM TÁS CALADINHO? VAIS LEBAR NO FOCINHO
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Foi assim, oferecendo pancada, com toda esta ligeireza e a boa educação que se verifica, que um grupo de militares ou ex-militares ou qualquer coisa militar e/ou reformados falou, e ameaçou o escritor António Lobo Antunes, que por razões de segurança não apareceu onde era esperado no fim de semana. O escritor ficou com receio de levar uns sopapos de um grupo de gajos valentes que se querem juntar para irem ao focinho a um outro gajo que está sozinho e se limita a dizer o que pensa.
Tenho de começar por dizer que gosto muito de ler Lobo Antunes, a quem não tenho o prazer de conhecer.
Devo acrescentar que, a exemplo da maior parte da população masculina nascida até ao começo da segunda metade do século vinte, exceptuando claro os refractários e os desertores que na sua maioria são hoje heróis, fiz a tropa. Para além de a ter feito, pertenço ao grupo dos militares que, em serviço, tiveram acidentes e ficaram com alguma deficiência.
A notícia vem no Expresso. Leia o resto do post »
O cheiro do napalm pela manhã
Colocado por José Freitas em cinema em 3 de Agosto de 2010
É uma das cenas mais famosas de Appocalypse Now. Na busca do inferno do Coronel Kurtz, o capitão Benjamim Willard vê-se lado a lado com o pelotão do estranho Bill Kilgore. Obcecado por surf, o tenente coronel interpretado por Robert Duvall procura manter uma ligação a casa, lá longe, demasiado longe. É uma ligação já ténue. Kilgore está tomado pela guerra.
“Cheiras isto? É napalm, filho. Nada mais no mundo cheira desta forma. Adoro o cheiro do napalm pela manhã”, diz o tenente coronel. Mesmo se não soubermos em detalhe como cheira o cheiro do napalm pela manhã, sabemos que ninguém, no seu mínimo juízo, adora o cheiro do napalm. Nem sequer pela manhã. Nem sequer Kildore.
A prova está logo a seguir. De uma forma ou de outra, todos nós conseguimos encontrar uma definição para aquilo de que gostamos. Com maior ou menos arte, sabemos explicar porque gostamos. Kilgore não. Procura a palavra para definir o seu amor pelo cheiro do napalm pela manhã, mas não consegue. É diferente. Nada mais. É apenas diferente. Nem um “é diferente de…”.
Kilgore não gosta do cheiro do poderoso combustível mas pensa que gosta. Kilgore gosta da guerra. Quando uma pequena bomba explode ali perto, nem se mexe. “Um dia esta guerra vai acabar…”, anuncia, convicto, mas sem alegria. Quando a guerra acabar, Kilgore será um homem infeliz.
Há pessoas que preferem atirar combustível em vez de apagar a fogueira.
Cenas do quotidiano no Inferno
Colocado por Daniela Major em política internacional em 27 de Julho de 2010
Há uns tempos, estava eu ás duas da manhã a ver um documentário intítulado os “meninos de Gaza”. Eu pergunto-me como ainda por haver crianças, (ou até pessoas) em Gaza. Para já, não percebo muito bem como é que ainda há gente para morrer mas por outro lado, é um bocado como haver crianças no Inferno, se é que existe tal coisa (Talvez exista e seja em Gaza).
Não me apetece entrar aqui em discussões Palestina vs Israel, o post não é sobre isso. Contudo, é interessante como ás vezes nos esquecemos, por variadas razões que incluem certamente um bocadinho de propaganda e desonestidade intelectual, que há pessoas normais em Gaza. Que vivem lá, que tem uma vida, que trabalham.
Neste documentário só um dos rapazes é que tinha uma família (um tio ou coisa que o valha) ligado à Jihad islâmica. O pequeno Ibrahim, depois do pai ter sido morto segundo ele por um israelita diz, com toda a naturalidade, que se quer juntar á Jihad para vingar a morte do pai. O curioso no meio disto é que quando perguntaram ao Ibrahim o que é que ele faria se encontrasse uma criança israelita, ele disse que não faria nada. Porque para ele o problema não é a criança mas sim os adultos, os pais da criança.
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e a mim, quem me defende?
Colocado por Raul Iturra em antropologia, história em 9 de Julho de 2010

o povo defende-se a si próprio enquanto estuda para entender o mundo
Para os nossos irmãos e para nós que pagamos impostos por sermos pobres, não como os ricos que, por investir, vêem-se livres de taxações. Aniversário da invasão do Iraque e do Afeganistão.
Continuação das meditações sobre autonomia e genocídio, dois conceptos diferentes, mas necessários de analizar
Escrevo ao correr da pena. Como membro de Amnistia Internacional. Pena que tinge a folha branca de preto, da pena a tingir o meu coração de luto. Hoje não consigo acudir aos meus santos padroeiros habituais, como Eduardo Sá, Melanie Klein, François Dolto, Émile Durkheim, Marcel Mauss, Daniel Sampaio, Karl Marx, Max Weber e outros que aparecem nos meus textos. Os autores que me acodem são muitos e estão todos abalados por uma terrível estupidez humana, denominada ambição. Leia o resto do post »
Guerra! uma carta para os meus descendentes
Colocado por Raul Iturra em antropologia, política internacional em 6 de Julho de 2010

crianças a fugir da fome e da morte
…guerra não é apenas um conflito bélico, é também e crise económica que vivemos… conflito que as crianças sofrem e não se sabem defender como fala esta imagem… a ida era alegre, hoje em dia é se terror, fome e fugida…o que pensam as crianças, analisadas por um adulto que os observa?
Meu querido puto,
Andas a brincar na tua bicicleta de duas rodas, pelas ruas do bairro. Ris e pareces muito feliz e contente. Até largaste as fraldas, por pensares ser adulto ao manipulares a tua bicicleta. Corres e não só ris, como atacas. Atacas qual carga de cavalaria, perante um inimigo imaginário, esse que é desenhado pela tua ideia da guerra. Para ti, a guerra passa por ser uma brincadeira. E ainda bem. Porque, meu puto, seria bom que a guerra fosse uma brincadeira e não essa realidade espantosa, dura e terrível, que vês reflectida na cara dos teus pais. Uma cara de tristeza e de depressão. Palavras que nem entendes, como não deves entender a palavra guerra.
Uma paz impossível
Colocado por José Freitas em política internacional em 3 de Junho de 2010
Nos últimos dias, as posições extremaram-se, de novo, entre os pró-Israel e os pró-Palestina. Cada uma das partes utilizou os seus argumentos, quase todos retirados de uma cábula quase podre de velha, sem procurar, como sempre acontece, entender as causas dos outros.
Este é um daqueles conflitos em que ninguém tem toda a razão. Está partida em bocadinhos graças às pedras da intifada ou aos mísseis estratégicos que destroem comunidades inteiras em busca de um terrorista.
Do ponto de vista histórico, religioso, social, político e económico ambas as partes têm a sua razão. Mas cada uma delas está pouco interessado nos interesses dos outros. Cada uma dedica-se, da melhor forma que sabe, a gritar a sua defesa e a ameaçar a outra parte. Assim acontece com uma parte significativa daqueles que suportam os argumentos do lado que apoiam. É um permanente ‘ou nós ou eles’.
Logo, está instalado um permanente diálogo de surdos, apenas atenuados por escassos gestos apaziguadores de alguns líderes. Mas que não passam de tentativas pontuais e sempre vãs.
Por isso a paz não é possível no Médio Oriente. Nunca foi, desde há mais de dois mil anos, não é hoje e não será nunca num futuro decente.
A Palestina, pasto de uma geração de ódios.
Colocado por Luís Moreira em política internacional em 1 de Junho de 2010
A questão da Palestina não será resolvida pelas actuais gerações no poder, cresceram com o ódio, não há família que não chore um morto ou um estropiado. É uma questão de orgulho pessoal, já pouco contam os verdadeiros interesses da paz e dos povos. Antes morrer que recuar ou ser visto como perdedor, mesmo que ganhem todos.
As gerações mais novas, libertas desses constrangimentos, já conseguiram estabelecer pontos de entendimento, o que abre caminhos para a negociação e para a vivência em comum. Se querem ter uma vida fraterna, próspera e em paz vão ter que conviver uns com os outros, uma parte importante da população de Israel é de proveniência Palestina, têm a sua vida repartida pelas universidades Israelitas e a sua família trabalha em empresas do Estado de Israel. Não há volta a dar, a não ser o entendimento!
Mas se para quem vive no local é dificil, incompreensível se torna que pessoas longe do conflito, sem sofrer as sequelas da guerra, lance lenha para a fogueira meramente por razões ideológicas. Não dão um passo no sentido da paz, da compreensão do problema. Tudo se resume a quem está do nosso lado e a quem não está. Quem está ,ideologicamente, perto ou longe dos USA assim reage, sem cuidar de saber se tal posição ajuda ou aprofunda o problema.
Sempre contra Israel, sempre a favor dos palestinianios! Sempre contra os Palestinianos, sempre a favor de Israel.
Como o Nuno Castelo-Branco mostra aí nesse belo e avisado artigo se calhar o problema é mais complexo e, em vez de ódio, exige discernimento! E a Ana Paula, mesmo tomando partido, clama segundo o direito internacional aplicável. Com ódio é que se não vai a lado nenhum!
el combate naval de Iquique
Colocado por Raul Iturra em antropologia, história, sociedade em 22 de Maio de 2010

Monumento a los héroes navales de la Guerra Del Pacífico,1879-1886, Perú y Bol+ivia contra Chile
Me es casi imposible, como se dice en el Castellano de Chile, no escribir algunas palabras de honra a los que supieron defender la honra de la República de Chile que durante los finales del Siglo XIX, vivía en paz y harmonía. Excepto, como tengo relatado en otros textos, los desacuerdos entre partidos políticos, desde el día de la Independencia de Chile, que se conmemora el 18 de Septiembre, desde el año 1810. Ese fue el día en que la independencia de la corona de España comenzó, cuan el Rey Borbón Fernando VII fue substituido por el hermano de Napoleón Bonaparte, José, que no sabía gobernar. Como sabemos ya por otros ensayos míos, el representante de la Corona convocó a una reunión de notables, dijo: en España no hay Rey, no tengo a quién representar: os entrego el bastón y el mando. Los notables eligieron al ya muy anciano Conde de la Conquista, Mateo de Toro y Zambrano, como Gobernador de un Chile libre. Las escaramuzas por el poder comenzaron, la familia Carrera organizó el primer golpe de estado, derrocaron al Conde, que se fue a su casa a morir. Leia o resto do post »
Guerra!
Colocado por A. Pedro Correia em geral em 27 de Abril de 2010
Hoje começaram os bombardeamentos em larga escala, mas os primeiros raides (ver texto e comentários) com armamento cirúrgico já vêm acontecendo há algum tempo.
Preparado o terreno, chegou o tempo do assalto e de utilizar todas as munições ao dispôr. A fúria especulativa atacou hoje em várias frentes causando enormes baixas e danos nos periclitantes alicerces da economia portuguesa. Durante a saraivada, um intrépido dirigente socialista veio afirmar que o ataque se deve apenas às fragilidades do euro e não às reais condições das contas nacionais. Continuem assim que levam poucas! Se não fossem os “danos colaterais”, em que quem se lixa é o mexilhão, até seriam merecidas.
Poemas do ser e não ser
Delicadamente
ela abriu a blusa e levantou os olhos
decidida.
Era uma mulher de guerra combatida
daquelas cuja face conta a história.
Mansamente baixou a medo as alças do soutien
inclinou a cabeça e fechou os olhos
à espera da minha mão.
Depois
comemos pão de centeio molhado num golpe de azeite
bebemos um capitoso vinho
e fomos à procura de uma paisagem com cegonhas.
Querido Pai – para falar (em três tempos) das atrocidades da guerra e das ditaduras
Colocado por Raul Iturra em sociedade em 16 de Março de 2010

Fizeste-me. Embora ninguém o queira dizer. Porque é a mãe quem faz o filho. Mas, eu sei, todos sabemos que me fizeste. A melhor lembrança de vida és tu. Com o teu silêncio, a tua distância, o teu sorriso, as tuas palavras duras, as tuas indicações. O caminho das alternativas. Talvez, a reverência à mãe. O carinho que sempre vi, teres por ela. Esse carinho calado, orientador, receptor, que aceita e dá.
Fizeste-me. Com o teu corpo, é verdade. Mas com a tua paixão depois, é mais verdade ainda. A tua paixão pela mulher que me levou no seu ventre. Essa paixão que eu não vi, mas senti. Senti dentro do corpo da mulher que amavas, senti no teu respeito por ela, na tua entrega a ela. Na tua preocupação silenciosa por ela. Sem dizer a ninguém se era ou não difícil com ela lidar. Porque tu eras homem e ela mulher, essas duas diferenças que a sociedade marca e que a cultura hoje quer ultrapassar. Para definir uma igualdade impossível entre homem e mulher, entre pai e mãe. Leia o resto do post »
O Guerra
Colocado por J. Mário Teixeira em sociedade em 22 de Janeiro de 2010
Tinha o Zé oito anos, quando na escola em que estudava chegou um colega que se chamava Guerra, que era bem mais crescido de corpo do que qualquer um dos demais colegas. Mas por razões que a ignorância de então jamais apurou, era um miúdo mentalmente frágil, atrofiado pelo medo, inseguro e submisso.
Naquelas idades as crianças revelam uma particular maldade. Razão pela qual o Guerra logo se transformou no “bombo da festa” da rapaziada da turma.
Todos mandavam nele. Todos lhe batiam. Todos. Incluindo o Zé, que arrastado por aquela corrente de maldade e crueza, sentia gáudio em exibir autoridade e domínio sobre aquele gigante submisso.
Um dia, o Guerra encontrou o Zé sozinho no recreio e pediu-lhe um lápis porque lhe haviam roubado o dele. Abordou-o medrosamente e disse-lhe:
- “Emprestas-me um lápis? Mas não me batas!…”
O Zé ficou a olhar para aquele gigante de contradições. Tinha o nome Guerra, era mais crescido do que ele e pedia-lhe que não lhe batesse. Naquele momento as lágrimas vieram-lhe aos olhos. Como sempre acontece, quando relembra esta história.
Lágrimas de arrependimento, de remorsos por todo o mal que sofreu aquele frágil gigante e em que ele foi cúmplice. Quando lhe deu o lápis sentiu que esse seu acto tinha sido o único gesto humano que tivera para com ele, ao fim de meses de escola.
O Guerra afastou-se numa humildade servil que o expunha a toda a violência. E o Zé não foi capaz de o acompanhar de regresso à sala de aulas onde o Guerra se refugiava durante os intervalos, pois sentiu que preferia estar sozinho do que acompanhado por uma ameaça.
Naquele dia sentiu-se o pior e o mais cobarde de todos os miúdos. Ganhou consciência de todo o mal que lhe havia feito, da crueldade de que era capaz. Naquele dia o Guerra atormentou-o por todos os males que lhe havia feito.
No dia seguinte, o Zé estava decidido a falar com ele, a pedir-lhe desculpa, muito embora o castigo estivesse sempre dentro de si.
Tarde demais: os pais do Guerra mudaram-no da escola para uma outra onde teria melhor acompanhamento. Ninguém na turma percebeu ao certo o que era isso. Dizia-se que tinha ido para uma escola de malucos. Mas o Zé sabia que malucos eram todos os que violentaram a sua inocência e a sua fragilidade.
Nunca mais o Zé viu o Guerra ou dele teve notícias. O rosto do Guerra, as suas expressões, ainda hoje as revê com a mesma nitidez da dos tempos de escola. Não sabe se superou as suas fragilidades, se fez amigos ou se continua um gigante submisso. Sabe que consciente ou inconscientemente o seu rosto se espelha na sua memória sempre que vê uma qualquer humilhação ou injustiça. O Guerra é para o Zé a definição de humilhação e de injustiça. E uma razão para desejar um mundo mais humano.
Um mundo que o Guerra não teve.
Diálogos com a Ciência – A simbologia da palavra na Ciência Militar – Debate
Colocado por Vitor Silva em história em 21 de Janeiro de 2010
Na terceira parte desta conferência e a pretexto da atribuição do prémio Nobel da paz ao presidente dos EUA, Barack Obama, quer o general Loureiro dos Santos, quer Rodrigues do Carmo discutiram o estado do mundo a nível geoestratégico. Desde a intervenção dos EUA no Afeganistão à crescente importância do Irão, não esquecendo também o papel crescente da China no mundo do séc. XXI.
Duração total: 39:13
Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast através deste link
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Também disponível em vídeo na TV.UP.
Ver Programa Completo das Conferências Diálogo com a Ciência.
Diálogos com a Ciência – A simbologia da palavra na Ciência Militar – Rodrigues do Carmo
Colocado por Vitor Silva em história em 20 de Janeiro de 2010
Rodrigues do Carmo foi o segundo interveniente desta sessão dos Diálogos com a Ciência dedicada à simbologia à simbologia da palavra na Ciência Militar.
A sua intervenção centrou-se na ideia de palavra como meio de controlo e modelação da realidade. Neste contexto passamos pela Novilingua de Orwell até ao politicamente correcto da actualidade.
Duração total: 25:28
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Também disponível em vídeo na TV.UP.
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Diálogos com a Ciência – A simbologia da palavra na Ciência Militar – General Loureiro dos Santos
Colocado por Vitor Silva em história em 19 de Janeiro de 2010
A segunda conferência dos Diálogos da Ciência começou com a intervenção do General Loureiro dos Santos que explorou a relação entre alguma da linguagem do teatro e a guerra. No fundo a guerra é um palco onde diferentes actores se confrontam.
Nos últimos 20 anos, para além de novos actores, também surgiram novos teatros de guerra que têm vindo a reformular a “Surpreendente Trindade” que é a guerra e são estas relações que são abordadas nesta intervenção.
Duração total: 38:44
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Também disponível em vídeo na TV.UP.
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Kissinger- Clínton
Colocado por Adão Cruz em política internacional em 9 de Janeiro de 2010
Kissinger-Clinton
A Newsweek traz um diálogo entre Kissinger e Hillary Clinton. Tudo paleio de chacha, daquele que estamos fartos de ouvir desde Nixon e mesmo antes. A conversa de Kissinger cheira a ranço. As tretas de Clinton cheiram a requentados em micro-ondas.
Mas numa coisa, apenas, me detive. Diz Kissinger, aquele Nobel da Paz (?!), amigo de Soares, que foi um dos principais responsáveis pelo vergonhoso e sujo golpe do Chile, e pelo assassínio de tanta gente bem intencionada, boa e pacífica, que, terminar a guerra, passou a ser considerado, segundo muitos, como a retirada das forças, única estratégia de saída. Ou então, segundo este santo estratega, após a vitória pelas armas, ou a vitória decorrente da diplomacia ou da extinção da guerra a pouco e pouco.
Coitados, andam todos a tentar sair de cara lavada, desta fossa onde se enfiaram e enfiaram o mundo. Mas não há detergente capaz de limpar a merda que vão deixar nas páginas da história. Leia o resto do post »
Assombroso discurso de um veterano da guerra do Iraque
Colocado por XXX Carlos Loures XXX em política internacional em 31 de Dezembro de 2009
Bem sei que hoje devíamos só falar de coisas amáveis para não deixarmos o ano com azedumes. Mas este discurso de um soldado americano, veterano da guera do Iraque é, por assim dizer, imperdível. O Adão Cruz chamou-me a atenção para ele e, depois de o ouvir, não resisti à tentação de o partilhar com quem ainda não o ouviu. Está legendado em castelhano. Vejam e ouçam este impressionante documento:
Contradições…
Colocado por Isac Caetano em sociedade em 10 de Dezembro de 2009
Ver um homem receber o Prémio Nobel da Paz e defender a “necessidade da guerra”, é como ver alguém a viver na Era da Informação e do Conhecimento a defender a necessidade da estupidez.
à deriva….
Colocado por Luís Moreira em Sem categoria em 18 de Novembro de 2009
O Dr Rolf Dahmer partilha comigo os seus óptimos textos analíticos sobre o que se passa, no mundo da política e da economia.
Não é a primeira vez que publico no Aventar alguns dos seus textos.
“A estratégia sem táctica é o caminho mais lento para a vitória.
Sun Tzu (544 – 496 A.C. – um dos maiores estrategistas militares de todos os tempos e autor de “A arte da guerra”
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Os ensinamentos da “Arte da Guerra” de Sun Tzu também têm aplicação no campo civil, isto é, político, empresarial, cultural e ecológico.
Sendo assim, esta breve citação mostra-nos o actual estado das coisas, tanto em Portugal como no resto da União Europeia, assim como em grande parte do mundo.
Com efeito, o que vemos e ouvimos quando abrimos os telejornais diários é o “ruído antes da derrota”.












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