Etiquetas de Posts sexo

O Importante é Andar com a Cabecinha Erguida

Não nos importem as dificuldades que este governo nos impõe.

Não nos interesse o quanto o fisco nos tenha depenado.

Não nos preocupemos com a fome e o desemprego que grassa no nosso País.

Não nos importe o sexo que o governo quer fazer connosco.

Mantenhamos a nossa auto-estima acima de tudo.

E tudo isto porque: Leia o resto do post »

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Nunca Paguei, Bruna!

Como Se Fora Um Conto

Devo pertencer a um grupo minoritário, creio, que nunca pagou para ver/ter uma revista com fotografias de mulheres nuas, que nunca pagou para ver/ter um filme cuja classificação dada fosse «para adultos», que nunca pagou…

Há dias, estava eu a passar um fim de semana maravilhoso no planalto mirandês, quando uma notícia percorreu o País.

Na zona onde me encontrava, Mogadouro, não se falava em outra coisa. Ali perto, numa cidade vizinha, quase toda a população correu aos quiosques a comprar uma revista, esgotando os espécimens disponíveis. Leia o resto do post »

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Depende da prioridade…

Segundo um estudo publicado pelo site Retrevo, 10% dos jovens com menos de 25 anos acha normal escrever mensagens enquanto tem relações sexuais.

Até já imagino uma parte do texto: Tou dar 1 queca!

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Venha o Diabo e escolha…

…entre esta, esta e esta. Não faltava mais nada!

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Como Se Fora Um Conto – 25 de Abril de 1974, o Dia de Todas as Perdas

Amanheceu cedo o dia de todas as perdas.

Amanheceu muito cedo o dia de alguns ganhos.

Dali para a frente, tudo foi feito às avessas.

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Naquele tempo, cumpria o serviço militar, e naquela manhã, estava «desenfiado». Desenfiado era o termo utilizado pelos magalas para definir quem, devendo estar de serviço dentro do quartel ou instituição militar, se encontrava fora, normalmente em casa, a dormir.

Ora na verdade, eu estava desenfiado. Dormia a bom dormir quando, pelas oito da manhã, uma tia me telefona a perguntar o que sabia eu da revolução. Nada, não sabia nada. Se calhar era outra intentona como a de Fevereiro, disse. Leia o resto do post »

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Comentário do próprio Eric Frattini

(Comentário de Eric Frattini a Nuno Resende, no meu post “Los papas e el sexo”. Vale a pena ler).
Querido amigo Nuno,
Siento no poder responderte en portugués, porque no lo entiendo, pero paso a contarte una cosa. Desde 1960, el Vaticano ya conocía de forma oficial los abusos sexuales sobre niños y seminaristas. Juan XXIII firma un documento de 62 páginas en las que da instrucciones a la Curia para que escondan todos los casos y que los pederastas sean tratados como ‘pecadores’ y no como ‘delincuentes’.
Y en eso llegó Juan Pablo II y el cardenal Ratzinger. Desde 1981, Ratzinger tenía ya sobre su mesa cientos y cientos de casos de abusos sexuales por parte de altos cargos, no sólo sacerdotes. ¿Qué hace Ratzinger? pues redacta un docunento, en forma de adendo sobre el documento de Juan XXIII, en el que da instrucciones a todo el clero para que los casos de abusos sobre niños o seminaristas sean tratados en el Vaticano y de que en ningún caso pueda ser denunciado a las autoridades policiales del país en donde se cometió el delito o ‘pecado’.
Así es que amigo, Nuno me creo bien poco las disculpas en forma de ‘carta pastoral’ de Benedicto XVI. Si quieres más información, lee mi próximo libro que saldrá en Portugal en el mes de octubre de 2010, titulado ‘Los Papas y el Sexo. De San Pedro a Benedicto XVI’ (Bertrand Editores), en donde hago un gran repaso histórico de como los papas han tratado el sexo y como la mayor parte de ellos, lo han practicado.
Como dijo un día un sabio: “De todo hay en la Viña del Señor”.
De cualquier forma ha sido un placer responderte.
Estaré en Lisboa el 25 de mayo, presentando mi nueva novela en El Corte Inglés y editada por Porto Editora ‘El Laberinto de Agua’, una novela por cierto, condenada por el Opus Dei en España. Será todo un placer saludarte en Portugal, así como a todos los que formáis parte de este blog….
Un saludo a todos

ERIC FRATTINI

www.ericfrattini.com

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“Los papas e el sexo”

“Los Papas e el sexo”

Eric Fratini, nascido no Peru em 1963, é um dos maiores investigadores e conhecedores dos meandros da Igreja Católica. Escreveu cerca de vinte livros, publicados em quinze países, uma boa parte deles à volta do Vaticano e da Igreja. Professor universitário, professor em academias policiais, conferencista, escritor, ensaísta, novelista, analista político, guionista de televisão para as principais cadeias de televisão, correspondente no Médio Oriente.

Estou a ler o seu penúltimo livro “O Labirinto de Água”, que trata da descoberta do Evangelho de Judas Escariote, e de todos os crimes que a Igreja Católica fez por intermédio do cardeal Lienart, Secretário de Estado do Vaticano, e do seu grupo secreto “Octogunus”, constituído por oito padres espiões e assassinos, para impedir que a verdade que se esconde nesse pergaminho conheça a luz do dia. Este livro foi best seller em Espanha no ano passado e foi editado agora em Portugal. Leia o resto do post »

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A pulseira do sexo serve para quê?

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Desconfio que me transformei naquilo que os brasileiros chama de “careta”. Não é que só hoje descobri uma coisa chamada “pulseira do sexo”? É que a coisa já existe desde há quatro anos – quatro -, e eu nem desconfiava que esta coisa existia.

Mas, como se costuma dizer, mais vale tarde que nunca. Por isso, senhores e senhoras, eis a pulseira do sexo: é uma pulseira, como o nome indica, usadas por quer as quer usar, como um ‘jogo’ em que o dono e portador é castigado caso a rodela rebente. O castigo passa por um simple abraço, um beijo pequeno, um beijo médio, um beijo mais prolongado, outras ternuras equivalentes e… tcharam… sexo.

A rodela colorida passou a ser usada por adolescentes em Inglaterra, em 2006. Enfim, numa daquelas opções de rebeldia típicas dos adolescentes a roçar o imbecil. Agora, no Brasil, a polícia de Manaus, na Amazónia, está a investigar a morte de duas adolescentes e relaciona-as com as ditas pulseiras, que até foram proibidas em alguns estados canarinhos.

Ora, a minha questão, a par do reconhecimento do facto de andar distraído das matérias importantes do impressionante mundo dos adereços, está mesmo em perceber se a actual geral de adolescentes é assim tão depravada.

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O Papa pedófilo


Dir-me-ão que não é a mesma coisa – ser pedófilo ou ser cúmplice de pedófilos. No fundo, vai dar ao mesmo. É tão ladrão o que rouba como o que fica à porta. É tão pedófilo o que viola crianças como o que sabe e fecha os olhos.
Nada de novo, afinal, na história da Igreja Católica. Se olharmos para trás, veremos o exemplo do Papa Júlio II, sodomita «coberto de úlceras vergonhosas» e com vários filhos ilegítimos; Paulo III, um dos mais promíscuos de toda a história do Vaticano e pai de 4 filhos ilegítimos; João X, amante de uma mulher e da sua filha, Marózia, que planeou a sua morte (ela própria amante também do Papa Sérgio III); João XII, que transformou a Basílica de S. João de Latrão num bordel e que se dedicou durante o seu pontificado à prostituição e ao incesto; Vítor III, violador e assassino; Bento IX, que patrocionou e participou em orgias; Alexandre VI, pai de Lucrécia Bórgia e outros 9 filhos ilegítimos e amante de Giulia Farnese, irmã do papa Paulo III; Paulo II, que morreu durante o acto sexual com um pajem de tenra idade; Júlio III, que foi amante e nomeou Cardeal Innocenzo Ciocchi del Monte, um rapaz de rua de 17 anos; Sisto IV, que trocava benefícios aos seus favoritos por prazeres sexuais; e muitos outros que seria fastidioso enumerar.
Dir-me-ão que saber de casos de pedofilia na Igreja e nada ter feito é muito diferente dos casos que citei como exemplos. Pois é. Atendendo a que estamos no séc. XXI, é muito mais grave.

Nota: Na Wikipedia, encontra-se uma referência a Bento XVI, que “deleitou-se em imoralidade” e que era “um demónio do inferno sob o disfarce de um padre”. Trata-se provavelmente de um lapso.

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Deslumbrei-me com 30 gramas de chouriço


Era o homem mais bonito que já tinha visto em toda a minha vida. Conheci-o na discoteca, saí com ele uma ou duas vezes e ao terceiro encontro não resisti: saltei-lhe para cima.
Foi uma noite memorável. Durante horas e horas, fui a mais feliz das mulheres. Ali, a levar-me ao paraíso, estava um macho como eu nunca tinha visto. Para além de ser lindíssimo, tinha um corpo perfeito e um dote que… bem, não queiram imaginar.
Aquelas semanas foram tão maravilhosas que acabei por casar com ele. Era um sonho que se concretizava.
O pior veio a seguir. Um pesadelo. Mal chegámos da lua de mel, durante a qual apenas conheci tectos de hotel, deixou de trabalhar. Que se dava mal com o patrão e com os colegas, que ganhava pouco, que ia arranjar melhor. Acreditei, mas os meses foram passando e nada. De manhã, ia para o café, chegava a casa à hora de almoço para comer e ainda protestava se eu, que tinha apenas uma hora para vir a casa, não tinha a comida pronta. À tarde, metia-se em frente ao computador a jogar e não fazia mais nada até ao jantar. Feito por mim, claro, depois de um dia de trabalho. Por vezes, comia um bitoque no café e não avisava.
Depois do jantar, ia para o café outra vez e nem me perguntava se queria ir com ele. Chegava por volta da meia-noite, ia ao frigorífico buscar uma cerveja e punha-se em frente à televisão a ver futebol.
Havia dias em que não chegava a tirar o pijama. Não fazia a barba, não tomava banho, não olhava sequer para mim.
Nos primeiros tempos, só a visão daquele Deus grego, todo nu, era-me suficiente. Aquelas horas de sexo frenético, de manhã e à noite, apagavam tudo da minha memória. Mas no dia em que começou a adormecer em cima de mim, ou a arrotar em pleno acto, achei que era demais.
Desisti. Divorciei-me. Agora, estou casada com um homem normal. Um bocado para o feioso, atarracado, pila pequena, mas pelo menos é trabalhador, limpinho e gosta muito de mim. Quanto a sexo, nada! Mas já tive a minha conta com o Arnaldo e não me posso queixar.
Por isso, amigas leitoras, aqui fica o conselho: nunca vão pelas aparências. Quando ficarem completamente deslumbradas por 30 gramas de chouriço, lembrem-se sempre que, no final, vão ter de levar o porco inteiro para casa.

Ana, leitora do Aventar

Outros posts de Ana: Ricardo Quaresma e Cristiano Ronaldo
A minha noite escaldante de sexo com Mickael Carreira

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Brasileiro dotadão no Jornal de Notícias

 

Adivinha: destes dois anúncios, qual foi publicado no «Jornal de Notícias» e qual foi censurado?
Pois, pois, o JN é muito criterioso na escolha dos seus anúncios…

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Sócrates é como o sexo

Se julgam que vou fazer brejeiras comparações entre a fornicação e a governação socialista, desenganem-se porque a minha intenção não é essa.

Olhando para a comunicação social e para a blogoesfera,  somos forçados a reconhecer que, tal como o sexo na publicidade, José Sócrates vende. Está sempre em forma.

Não me refiro às qualidades comerciais de José Sócrates, que as tem, é inegável – veja-se a magnífica campanha feita em El Salvador, em que apresentou e distribuiu na XVIII Cimeira Ibero-Americana, o nosso Magalhães, o nosso portátil “tipo lancheira” que todos os assessores do Primeiro-Ministro usam (ou pelo menos usavam) (ou pelo menos foi publicitado que usavam) (não interessa…). José Sócrates vence e ainda convence, e isso é digno de registo.

Refiro-me mesmo ao facto de que José Sócrates é sempre um tema que suscita interesse, curiosidade, fale-se de suspeitas, de onde faz compras, ou de milhões. Tanto é, que é capaz de arrastar multidões que, de tanto peso – imagine-se! -, fazem cair um servidor, com direito a desabafo.

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Ratinha húmida e peludinha no Jornal de Notícias

Adivinha: estes dois anúncios deviam ter sido publicados no «Jornal de Notícias». Um foi publicado, o outro foi censurado.
Qual é que foi censurado e qual é que foi publicado?
Pois, pois, o JN é muito criterioso na escolha dos seus anúncios…

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“Bosh é Brom”, slogan criado por Alexandre O’Neill

Volto à polémica campanha anti-tabaco, em França, abordada no ‘Aventar’ pela Carla Romualdo e pelo Fernando Moreira de Sá, cujas opiniões reflectem o que eu penso. Mas neste instante, o interesse da abordagem é outro: prende-se, sobretudo, com o recurso ao tema ‘sexo’ em publicidade, o que me permite, confesso, um regresso virtual a esse inconfundível mundo de marketers e publicitários, que coabitei em determinada fase da minha carreira profissional.

O ‘sexo’ tem sido, desde sempre, um tema recorrente para criativos de publicidade. Não me recordo, porém, de casos em que isso tenha sucedido à custa do estilo grosseiro e ultrajante, característico da citada campanha antitabágica. De facto, no dia-a-dia das nossas vidas de telespectadores, é fenómeno comum – anúncios de perfumes, por exemplo – visionarmos a aplicação, com sentido estético e sensatez, de sábias mensagens de insinuação erótica; seja a promover a água-de-colónia típica do homem duro, machão, do género do Hugh Jackman no ‘Austrália’, seja a divulgar o perfume com que qualquer mulher sonha ser uma provocadora sensual, alma gémea da Scarlett Johansson. Este jogo, a meu ver, é habitual e ninguém fica chocado, a não ser a D. Maria que trabalha para o Sr. Pároco Augusto e que, naturalmente, sente os fígados revoltados com tamanhas blasfémias – Ai que horror, Nosso Senhor!

A história da publicidade portuguesa é composta de excelentes e ricos exemplos de talento, estética e eficácia comunicacional – e sublinho o uso da história porque o presente, dominado por multinacionais, é muito bisonho e está praticamente confinado a exercícios de mimetismos, como aquele da Sónia Araújo a testemunhar as virtudes dos corantes da L’Oréal, justamente no estrito respeito pelo estilo da ‘petite vedette’ francesa que faz o anúncio original.

Actualmente não é bem o caso, mas as estratégias de marketing, durante muitos anos, implicaram políticas de comunicação sintética, clara, incisiva e socialmente transversal; isto é, ao jeito do velhinho slogan, “Farinha Predilecta, para o avô e para a neta”. É, pois, dentro destes princípios, também impostos por meios de comunicação de alcance mais limitado e precários, que deve relevar-se os contributos de vários intelectuais, nomeadamente poetas, no papel de ‘copy-writers’. De entre eles, é justo destacar três figuras: Fernando Pessoa que, em 1928 e ao serviço da agência “Hora”, criou para a Coca-Cola o conhecido slogan: “primeiro estranha-se, depois entranha-se”; Ary dos Santos que, nos anos 60, foi o autor de “Cerveja Sagres, a sede que se deseja”. Por fim, Alexandre O’Neill que, igualmente nos anos 60, propôs o slogan “Bosh é Brom” que o lápis azul transformou em “Bosh é Bom”.

Os três casos são demonstrações de elevada capacidade criativa e poder de síntese na comunicação. Mas, de todos, a frase original de O’Neill, “Bosh é Brom”, constitui exemplo da possibilidade de fundir, em três palavras, a criatividade, a estética, a comunicação eficaz, a malícia e o humor, dispensando, claro, a boçalidade. ‘Bosh’ é uma marca de bens duradouros e na expressão, como nas imagens, o foco era o produto e apenas o produto.

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O pedófilo do Colégio Militar


Impressionante a reportagem da «Sábado» desta semana com um pedófilo em prisão preventiva que assume todos os seus crimes. Jovem advogado da «Teixeira Duarte», chegou a inscrever-se em colónias de férias, como monitor, para poder estar mais perto das crianças. O uso de clorofórmio como forma de adormecer as suas vítimas tornava-o especialmente perigoso.
O que mais impressiona neste caso, para além da confissão total, é a educação deste rapaz. Filho de um militar, passou os primeiros anos no Colégio Militar e, depois, fez todo o ensino básico e secundário num colégio interno para rapazes. Não vou dizer que a sua pedofilia se deveu a este contacto íntimo com rapazes durante tantos anos, mas decerto que ajudou. Foram muitos anos de fardas, de camaratas e pijamas, de balneários, duches e sabonetes a cair ao chão.
Seria pedófilo na mesma? Certamente que sim, mas o ambiente em que viveu toda a infância e adolescência só ajudou a incrementar essa sua faceta. Porque, quer se queira quer não, um colégio interno é das coisas mais anti-natura que se podem conceber na educação de uma criança. É pegar numa criança e enfiá-la numa prisão durante os melhores anos da sua vida. É tirar-lhe tudo.
E, em casos como este, os resultados estão à vista…

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Rapidinhas Aventar #1:

Meus caros, se este restaurante é o primeiro a permitir fazer sexo no WC, nós somos o primeiro blog a permitir fazer sexo nas nossas caixas de comentários. Cada tolo a sua mania.

Aproveitem enquanto a gerência do Aventar está a dormir.

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Prioridades…

Se o Turismo de Portugal não pode apoiar Álvaro Parente, então não se tinha comprometido.

Se se tinha comprometido, então teria de ir até ao fim com a palavra dada. Já sei que me vão dizer que Portugal está em crise e o Turismo de Portugal não pode entrar em loucuras. Pois não, mas nos aviões em Lisboa, já pode. A Fórmula 1 são 8 a 9 meses de exposição mediática. Os Aviões são 8 a 9 dias. É uma questão de prioridades e de boa gestão.

Se calhar, eu sei lá, preferem apoiar o Eros em Gondomar, os aviões em Lisboa e as viagens do….cala-te boca!

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Palavras para quê… é o sexo explicado com canetas

 sex-bics

Daqui

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A professora, a aluna e os processos delas

O caso da professora de Espinho que viu uma aula sua gravada por uma aluna que facultou a gravação à comunicação social resultou numa suspensão de 6 meses à professora e no arquivamento do processo à aluna.

Sobre os processos não me posso pronunciar, por razões óbvias. Sobre a gravação integral, e não a montagem ranhosa que passou nas televisões, posso, uma vez que a escutei no DN. A montagem retirava do contexto frases que mudavam de sentido. Explicar a alunos do sétimo ano as peculiaridades da sexualidade entre gregos e romanos pode não estar expressamente no programa de História, mas se é uma infracção agradecia que  em coerência acabassem desde já com a educação sexual nas escolas.

Também sugeria à Inspecção Geral da Educação que fosse muito clara sobre o arquivamento do processo instaurado à aluna. É lícito um aluno gravar uma aula sem conhecimento dos presentes? É que se é convém saber, e penso que todos os professores devem passar a gravar eles próprios as suas aulas, já que em caso de se repetir uma montagem manipulada sempre têm um recurso para se defenderem, se é que há defesa possível.

Resta saber se num caso mediatizado da forma como este foi e usado politicamente pelas centrais de comunicação do governo haveria outra solução possível, fora do recurso aos tribunais que se vai seguir.

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Meu Querido e Adorado Gay

NOVOS CASAMENTOS, NEGÓCIOS DE MILHÕES

Não havendo um censo, estima-se que haja em Portugal cerca de um milhão de homossexuais. Dez por cento da população. Tantos quantos os apoiantes que reclama o poeta.
Mas não misturemos as coisas, o poeta nada tem a ver com este assunto. Só serve como comparação estatística.
Ora este milhão de pessoas, é muita gente.
Segundo as notícias com que todos os dias nos vão inundando, esta comunidade exultou com a possibilidade de se poderem casar. Festas, festinhas e festarolas, aconteceram por esse País fora. Dá para pensar e supor que nos próximos tempos, poderemos vir a ter um incremento do número de casamentos.
Aqui chegados, ponho-me a pensar nos verdadeiros motivos que nortearam o nosso querido e adorado líder, Sócrates II O Dialogador, quando propôs e fez aprovar, com uma maioria de esquerda apressada e medrosa, a Lei que consagra a possibilidade de os homossexuais casarem.
Não acredito que o nosso Primeiro queira casar com alguém do mesmo género, ou que tenha amigos ou familiares que o queiram fazer, e que por essa razão tenha decidido propor tal Lei.
Não acredito que o nosso Primeiro tenha por esta comunidade um tal apreço, que tenha decidido ajudá-los nas suas pretensões, só porque sim.
Por fim, também não acredito que o tenham norteado as ideais de um Portugal melhor, mais solidário e mais progressista.

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Estou escandalizado…

Bill Clinton teve uma amante durante a “corrida” de Hillary Clinton nas primárias para as presidenciais dos EUA.

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A fava 2010 – não há ponto G !

Pois é, as más notícias andam sempre por perto. Os investigadores do King’s College dizem que não há evidências da existência do ponto G!

As primeiras reacções são de grande alívio porque a procura dessa zona erógena, constituia uma preocupação para muitos casais, se não mesmo uma obcessão. O que dava em nada. Já viram o que é em pleno acto amoroso, um dos parceiros ou mesmo os dois andarem à procura do ponto G?

Em contrapartida, há menino que se gaba, que ele, sim, é especialista em ponto G e sua sábia estimulação, o que lhe garante à partida, uma vantagem não dispicienda. Já estou a ver o gajo, a explicar à parceira que é pura perda de tempo, o acto sexual sem ponto G.

E agora? A primeira (e quase certa) é os cientistas  estarem errados, como aliás, muito menino vai já começar a explicar à parceira. A segunda, é a maioria das mulheres começarem a explicar aos parceiros que aquelas posições contorcionistas, só dão cabo dos rins e o melhor é voltar à posição de missionário, que tem imensas vantagens e até dá para dormir mesmo antes do acto terminar.

E a terceira? A terceira é continuar a acreditar, ou antes, é fazer um jogo amoroso, carinhoso, meloso, estilo ” eu não te disse, amor”? “é preciso ser mesmo especial, topas”?

E ela topa!

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Afinal, Terá Sido Um Bocado Mais Carote

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GODINHO, VARA E COMPANHIA
.Estes tipos são uns pândegos.
Andaram por aí a dizer que o sr Vara se vendeu por uns míseros dez mil euros, quando, até já o saberiam na altura, se adivinhava que o vice-presidente do BCP não se venderia. Pelo menos nunca por verba tão ridiculamente pequena.
Vem agora a notícia um pouco mais credível, muito embora ainda custe a crer a muita gente que se continue a falar unicamente de verbas tão escassas.
Na realidade, pensa o Ministério Público, para além dos primeiros dez mil euros, que poderiam ter servido de entrada, houve mais uma outra entrega, esta de vinte e cinco mil euros, paga durante um jantar em casa de Godinho, no Furadouro, Ovar, onde também esteve um amigo e colega fundador de Vara na Fundação para a Prevenção e Segurança Rodoviária , Lopes Bandeira, que terá recebido de igual modo, idêntica quantia.
O MP, não acredita que os termos ouvidos nas escutas telefónicas, «25 quilómetros» e «50 documentos», sejam unicamente frases de calão utilizados na banca.
Enfim, o sr Vara parece estar numa camisa com mais varas do que as que ele pode aguentar.

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Fazer sexo com 86 anos dá demissão?

A televisão passou um filme de Narayan Dutt Tiwar, 86 anos, com três mulheres na cama!

E não é que o governador da província de Andhra Pradesh (Índia) em vez de ser agraciado com a medalha de serviços distintos, longevidade e outros que merece teve que pedir a demissão?

Anda tudo louco? Agora também é escândalo amar mulheres e fazer sexo com elas, mesmo aos 86 anos ou, principalmente, aos 86 anos, nas noites frias de inverno até as lágrimas aflorarem aos olhos ( esta é  uma frase que li sobre os esquimós, e não esfreguem as mãos porque lá, nos esquimós, o inverno dura 6 meses).

Eu não percebo este mundo: “é tempo de acabar”?

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Casamento gay – a verdade da mentira

" Só interessa o amor. O casamento não passa de um papel!"

 

Este foi o grande argumento para apoucar o casamento entre duas pessoas de sexo diferente. Não tinha interesse nenhum só os parvos e quem acredita nessas tontices da procriação e da família é que ía nisso do casamento.

 

Agora, como determinaram que é moda casar os gays, os mesmos que vomitavam aquela frase, usam-na em sentido contrário. "quem se ama não se pode casar"!

 

Mas trata-se só de um papel, o amor é que une as pessoas, é a única coisa que interessa, para quê o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo?

 

Os gays não apresentam nenhuma razão sólida para terminarem com a instituição casamento tal qual a conhecemos. nem uma !

 

Mas não parece que proteger o casamento, a família e a procriação seja coisa de somenos, bem pelo contrário, trata-se de um alicerce fundamental da sociedade em que vivemos. O contrato casamento é um contrato entre duas pessoas de sexo diferente e assim deve continuar. As uniões de facto já protegem juridicamente os contraentes do mesmo sexo que queiram viver juntos.

 

As instituições fundamentais da nossa sociedade não podem estar à mercê de modas!

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