Há gente que é capaz de dizer tudo para agradar a quem lhe possa arranjar um lugar numa qualquer lista à Assembleia da República, ou um lugarzinho numa qualquer empresa pública.
A última que apareceu na "Jugular" e bem dissecada pelo " 5 dias", foi a delirante afirmação, que Louçã estaria a mentir quando disse em plena Assembleia da República que o montante enterrado no BPN estaria perdido. Para os Jugulares isso não é verdade porque se trata de um empréstimo e como tal, recuperável..
Ora, como se sabe, o BPN vai ser vendido pelo seu valor de mercado, não pelo valor do dinheiro que o Estado lá meteu. E esse valor vai ser medido pelo valoe da sua rede de agências, único activo que interessa aos potenciais interessados.
Isso mesmo já foi dito pelo Dr. fernando Ulrich, presidente do BPI e um dos potenciais interessados. Ninguem dá um tostão furado pela marca do banco, pelo seu passado nebuloso, pelo presente instável e pelo nenhum futuro (Nicolau Santos- Expresso).
O Estado já lá meteu 3.5 mil milhões de euros e a insuficiência de capital ascende a 1.8 mil milhões de euros e mais não seria preciso para perceber que a nacionalização foi um erro clamororso.
A privatização vai mostrar que os prejuízos do Estado se contabilizarão por centenas de milhões de euros. O Presidente do banco Francisco Bandeira diz que " o meu papel é reduzir os custos do Estado, porque é óbvio que o Estado terá custos"
Só não vê isto quem não quer ver e segue a propaganda governamental. A mentira, repetida mil vezes, torna-se verdade!
Mas com números é mais dificil!
, representado pela primeira vez como Zé Povinho, personagem de crítica social, criada por
Mau coselho, habituado como estava a suportar as gripes a trabalhar. Uma outra ideia que me foi entregue, relatada por mim em outro aventar, era essa de andarmos pelas ruas de amargura, de certeza, exprimida nesta imagem
esta, muitas outras valeriam. O nosso país é um país de provérbios, como país fatimizado que é. A pessoa da imagem parece estar a exprimir o proverbio como Deus quer. E como esse, tantos outros, que as pessoas leitoras deveram saber, por se orientarem por eles no seu dia -a- dia,, como os que se seguem: vai-se andando conforme podemos ou nos deixam; mais vale só que mal acompanhado; depóis da tempestada, vem a bonança; guarda que comer, não guardes que fazer; queres ver teu médico mendigar,come uma maçã ao jantar. E tantos outros. Homens e mulheres de fé ou não, os analistas portugueses têm informado nos seus textos que há cerimónias de louvor à divindade, que ainda são praticadas, como têm referido Paulo Raposo e o seu Auto das Floripes, ou Filipe Reis no seu Bom dia Tio João, emitido por rádio todos os domingos de manhã. Como estes casos, muitos mais há, o que falta é o espaço para escrever sobre eles.. Excepto essa frase tão ouvida por mim, ao interpelar uma pessoa: Mande….! Ou ver à arrogânte senhora que antes perguntava e que hoje, com mando na mão, apenas levanta o nariz e olha para o lado.
. No entanto, feliz de cá estar….








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