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Este é que vai ser. Se não for, fica para o ano
Colocado por José Freitas em sociedade em 1 de Janeiro de 2010
É desta que é. A partir de hoje tudo (vá lá, quase tudo muda). Ano novo, vida nova. Estou e sou diferente, graças às minhas resoluções de ano novo. É tempo de deixar velhos vícios e más atitudes no passado e apresentar o meu novo ‘eu’.
A partir de hoje vou passar a ter mais tempo livre, para a família e amigos, ler mais livros, dedicar mais atenção aos jornais, aos blogues, ver ainda mais cinema e séries de televisão de qualidade. Vou passar a comer menos mas muito melhor, a fazer mais exercício. Vou viajar mais. Vou, claro, aprender coisas novas. Talvez fazer algum voluntariado e organizar o meu tempo de forma mais eficaz.
É garantida uma vitória no Euromilhões. Vou finalmente cumprir os meus sonhos, pelo menos aqueles que se compram com dinheiro. Este ano é que vai ser.
Ou então, não. Mas se não cumprir todas estas resoluções de ano novo, neste ano novo, é certinho que vão ficar para o próximo. Sim, daqui a um ano é que vai ser.
Ah, que saudades tenho do futuro.
Cartoon de Petar Pismestrovic, Kleine Zeitung, Austria
Feliz 2010
Colocado por Ex-autores em geral em 31 de Dezembro de 2009






Faltam 10 minutos para a meia-noite.
Uma filha que esta linda, outro que vem a caminho, uma colocaçao à porta de casa, um grande Aventar.
Um ano em grande termina da melhor maneira. Bom ano para todos, amigos!
2010 é antes de 2011
Colocado por Luís Moreira em geral em 31 de Dezembro de 2009
Temos que começar pelas verdades incontestáveis, porque de outra forma começamos todos aqui a mandar abraços uns aos outros e abraços “amando” todos os dias e mais que uma vez ! Até às pessoas de quem não gosto “amando” mas são os chamados “abraços de urso” bem apertadinhos, valha-me Deus, a ver se deixam de contribuir para o CO2.
Por isso, amigos meus, o que há a dizer é que 2010 não me pode dar nada que me tenha faltado em 2009, por isso o 2010, que me deixe em paz, faça de conta que eu ando por aqui mas não me vê. O drama de quem tem as necessidades básicas resolvidas e dinheiro para gastos é que, o que lhe falta, não se compra com a vinda do 2010.
Podem-me dizer, mas é pá, podes dar umas passeatas (já agora vou à China) mas o que é que 2010 tem a ver com isso? Em 2009 fui à argentina e ao Brasil e o 2009 teve a ver com a questão? Zero!
O que vai faltar em 2010 é o que falta a todos, todos os anos, à excepção dos corajosos, que vivem apaixonados pela vida, pela cultura, pelos filhos, pela namorada, pelos livros e estão a marimbarem-se com o ano, o mês , o dia, e a hora…
Por isso, meus caros, há que viver, fazer a maior parte das coisas que dão prazer, incluindo o trabalho (é que nos divertimos e ainda nos pagam), aventar frequente e azedamente ( há quem avente com doçura) e sentir todos os dias “o fogo que arde sem se ver…) o que não quer dizer que seja por alguem que nos tire do nosso cantinho e dos nossos amigos ou que não nos mereça.
E, já agora, que fique bem claro. Se me deixarem pratico todos os pecados que há no cardápio, da gula, da lascívia, do lazer (não me lembro de mais nenhum que valha a pena considerar como pecado)!
E prontos, pecados para todos, é o que desejo ! Se estiverem todos a pecar é porque têm saúde, não andam à chapada, não odeiam o Glorioso, têm amigos e família (é preciso ser feliz) e, assim, sim, vale a pena dar as boas vindas a 2010!
E não esperem para serem felizes! Mereçam-no!
Um desejo para 2010
Colocado por J. Mário Teixeira em economia, educação, política nacional, saúde, sociedade em 31 de Dezembro de 2009
Num país em que a população está num crescente processo de envelhecimento, pondo em perigo a continuação da própria nação; onde a dívida pública é galopante; onde o desconcerto das instituições, sejam públicas ou privadas, face às demandas da cidadania se enraíza cada vez mais, desrespeitando-se princípios básicos de legalidade com a maior das facilidades; e onde a República capitula às adversidades e usa a comunicação social para mascarar essa realidade, a preocupação que ronda o casamento homossexual, principalmente em sede de adopção, parece-me, uma vez mais, mais um exercício autismo lusitano.
Confesso que, a mim, a adopção de crianças por casais homossexuais faz-me enorme confusão, tal como o próprio casamento homossexual, enquadrando a questão na óptica do secular instituto do casamento e da génese deste. Mas faz-me ainda mais confusão que o actual processo de adopção seja tão estúpido, anacrónico e obstrutivo a quem quer dar uma vida melhor a crianças que se vão amontoando em instituições, sem afectos ou referências. É desumano tanto para as crianças que perduram nas instituições, como para quem quer tomar conta delas e ampliar as suas famílias.
Pior ainda, é que nada se tem feito de verdadeiramente válido para apoiar as famílias. Para apoiar o aumento da natalidade.
Somos, antes, uma país que fez do baixo custo da mão-de-obra uma bandeira de competitividade, sem nunca perceber que haveria um custo social terrível a pagar. E a factura aqui está: não há dinheiro para ter filhos, não há dinheiro para ter casa, não há dinheiro para ter carro. Excepto se for emprestado. E aqui temos um povo mal pago e endividado, a quem é dito que para vencer os desafios do futuro é preciso ser mais produtivo, apostar na qualidade e ser inovador.
Este não é um artigo a favor ou contra o casamento homossexual.
É um artigo contra a incapacidade da República em resolver os seus problemas e desviar as atenções daquilo que é essencial à sobrevivência futura da nação.
É um artigo a favor de que os assuntos com verdadeiro interesse para o futuro do país, passem a estar na ordem da agenda política e do debate nacional.
Quando se falou do aborto, falou-se de concepção, de liberdade, mas muito pouco se falou de família excepto para justificar a manutenção de uma dada estatuição penal, como se fosse esta a base programática de construção e de apoio à família.
Quando se fala de casamento entre homossexuais, agita-se o tema da adopção, mas não se aborda nem rumos civilizacionais nem a vergonha que é o actual sistema de adopção que protelam a entrega de crianças, à sombra sabe-se lá de que interesses institucionais.
É urgente debater a família, estabelecer prioridades sociais e de rendimento, passando por políticas de educação, de saúde, laborais e fiscais. É urgente cuidar do essencial, e deixar o acessório. Ou o problema não será que país vamos deixar aos vindouros, mas antes a que vindouros vamos deixar isto?
Desejo que em 2010, haja vontade de falar do futuro do país além do TGV, das escutas, de homossexualidade ou de aeroportos.
Desejo, mas não espero.
Entretanto: Feliz 2010!
Um SÓ desejo para 2010
Colocado por João Paulo em sociedade em 31 de Dezembro de 2009
Que a distribuição da riqueza no mundo se torne mais igual!
E o teu? Qual é?
2010 – Ano Novo, Vida Nova
Colocado por José Fernando Magalhães em sociedade em 31 de Dezembro de 2009
2010 – ANO NOVO, VIDA NOVA!
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Como seria bom qu
e o novo ano de 2010 nos trouxesse realmente uma vida nova. As crises que travessamos, a internacional e a interna, podem e devem ser aproveitadas para mudarmos a nossa maneira de ver as coisas, o nosso entendimento da política e dos políticos, o nosso olhar para o estado de Portugal. A crise interna, que para além de económica é acima de tudo de valores, pode ser mais facilmente ultrapassada com mais e melhor educação, com mais e melhor ensino, com mais e melhor cultura, e também com mais e melhor democracia.
O nosso país não cresce há mais de dez anos, todos os números são maus, todos os indicadores estão no fundo da Europa, excepto claro, os que o governo lê ou quer ler, e nos impinge quase diariamente, numa lavagem cerebral digna do melhor vendedor da banha da cobra.
Temos por isso de mudar o rumo que Portugal e os Portugueses estão a levar, e isso volta a estar nas nossas mãos. Neste ano que passou, com três eleições, perdemos uma oportunidade suberana de mudar radicalmente as coisas e resolvemos mantê-las na mesma. Agora, neste ano que se avizinha, poderemos, caso o queiramos, fazer algo por nós, embora com mais dificuldades do que em 2009.
Ao baterem as doze badaladas da meia-noite, no último suspiro do ano, as esperanças renovam-se e os desejos intensificam-se. Comem-se as passas e pedem-se coisas em voz sumida, em segredo, com a certeza de que o novo ano irá ser muito diferente, para melhor, do que acaba de falecer, e nos vai trazer tudo o que desejamos e pelo que andamos a lutar já há muito tempo. O renascimento traz sempre uma nova visão da vida, repleta de boas intenções e presságios. Para trás ficam o Ano Velho, as decepções, as desgraças e as recordações.
Para este novo ano, quero levar só as boas recordações, infelizmente poucas, não querendo lembrar-me de novo, das outras que me fizeram viver com ódio e raiva, com lamentações e queixas, com azedume e mal estar. Quero que dentro de mim, em 2010, só existam pensamentos positivos, coisa que eu sei ser utópica, mas que quero tentar vir a ter diariamente. O dia a dia do meu país, e o meu próprio, não mo vão deixar, com os problemas que não vão deixar de continuar a existir, e com os outros que virão a ser criados todos os dias, pelo que terei, com assiduidade, de me insurgir, na esperança de que essa minha reacção possa levar a alguma mudança positiva.
Um bom Ano de 2010 para todos!
Paulo Abrantes: Mensagem para o novo ano
Colocado por Blogger Convidado em geral em 31 de Dezembro de 2009

O exílio com riqueza é uma pátria e a pátria com pobreza é um exílio.
Provérbio Árabe















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