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Protesto contra os crimes de guerra do Estado de Israel

 

Israel atacou na segunda-feira, 31, um grupo de seis navios que transportava mais de 750 pessoas com ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, tendo assassinado pelo menos 10 pessoas.

Apesar do protesto fraco e medroso da grande maioria dos países, os cidadãos livres tem mostrado o seu repudio um pouco por todo o mundo.

No próxima dia 13 pelas 18 horas terá lugar em Frente à Embaixada de Israel mais um protesto, contra os crimes de guerra dos Israelitas e contra o genocídio do povo palestiniano.

Convidamos todos os cidadãos a juntarem-se a nós.

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Leiam e reflictam

(Leiam a notícia em baixo e reflictam. Reflictam sobretudo em algumas das enganosas mensagens que ela contém:

“Europa decadente de valores” Que autoridade tem Carlos Azevedo e Bento XVI para falarem em decadência de valores? Que olhem bem para dentro da Igreja e do Vaticano antes de falarem em decadência de valores nos outros.

Falar de “crise espiritual” da economia e da política, pela boca de uma instituição acusada de pedofilia no mundo inteiro e de crimes economico-financeiros de alto calibre, é, no mínimo, desconcertante!

Mensagem de “missão” para “despertar os cristãos adormecidos”. Adormecidos pela anestesia de Fátima, ou acordados pela realidade de uma mentira monumental?.

“Se tivesse havido consciência ética não teríamos chegado ao descalabro económico”. Carlos Azevedo ou é ingénuo ou pretende atirar um punhado de areia aos olhos das pessoas. Onde está a ética do Vaticano? No encobrimento da pedofilia? Na ligação à mafia, à loja maçónica, ao holocausto da Croácia, à ajuda na fuga dos criminosos nazis? Na sinistra actividade de Paul Marcinkus, pedra basilar do Vaticano? No mais que suspeito assassínio de João Paulo I? No banho de sangue dentro da Guarda Suiça, escandalosamente abafado? Além disso, não sabe Carlos Azevedo, porventura, que o Vaticano foi sempre, e é uma das personagens principais do palco económico-financeiro onde decorre a dramática peça do capitalismo selvagem?

“O contexto de crise traz exigências de simplicidade de vida e austeridade”. É preciso o Sr. Carlos Azevedo ter um camião Tir de descaramento para dizer uma coisa destas, quando toda a gente conhece o luxo da igreja e a sua total falta de simplicidade. É preciso muito pouco senso para dizer isto aquando de uma VISITA PAPAL IMPERIAL  repleta de luxo, vaidade, ostentação e desprezo pelos famintos e desempregados de Portugal e do mundo).

“Temos de encontrar uma nova forma de viver”. Talvez aquela que Leonardo Boff mostrou ao mundo na sua Teologia da Libertação, que Ratzinger arrumou de vez, não fosse o diabo tecê-las, e que, ao fim e ao cabo, foi a que Cristo ensinou.  Essa mesma forma de viver, simples e austera que a igreja católica atraiçoou e desde há séculos renegou, virando-a completamente do avesso).

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A mim não guiará a igreja.

A propósito do post de A. Pedro Correia, e aludindo ao comentário de “Odisseia” eu diria que a mim não guiará a igreja, em nada. Quanto à responsabilidade da igreja e do papa nos abomináveis crimes de pedofilia, venha quem vier e diga o que disser para aligeirar as coisas, que isso não passa de uma tentativa de atirar areia aos olhos de quem vê.

Em primeiro lugar, a carta do papa tenta focalizar, intencionalmente, esses sórdidos actos na igreja da Irlanda, como se de  uma situação endémica se tratasse, quando todos sabemos que eles invadem como uma epidemia quase todos os países e continentes.

As vítimas e muitas outras pessoas ficaram indignadas, porque as palavras do papa não são de molde a criar em nós um sentimento de credibilidade na sua sinceridade e naquilo que ele diz e sente. E compreende-se essa incredulidade dado ter sido este papa, quando cardeal Ratzinger,  um dos que mais se empenharam no encobrimento destes crimes, criando, nomeadamente, por escrito, há já alguns anos, normas, regras e directrizes, tácticas e estratégias, ministráveis aos membros do clero, no sentido de os ensinar a encontrar a melhor forma de esconder, escamotear e evitar o conhecimento e as denúncias de tais casos. Leia o resto do post »

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Santo Padre

Santo Padre

Peço humildemente perdão de me dirigir a Vossa Santidade desta forma, mas penso que Vossa Santidade poderia visitar todos os países que quisesse, nomeadamente o nosso, a expensas do Vaticano, como peregrino e não como imperador. Penso que nem Vossa Santidade nem a Igreja ganham nada com isso em termos morais. Mas também penso que não é a moralidade, na sua verdade e essência que preocupa a Igreja, mas outras ambições bem menos louváveis.

Penso que Vossa Santidade, sobretudo depois do sermão do Angelus sobre ambições e bens materiais, não deveria aceitar luxos de qualquer espécie, nem sequer o palanque do Rui Rio, pago por nós, e rezaria missa em dois ou três daqueles bancos de jardim que o Siza Vieira arrancou da Avenida, arranjados e enfeitados para o efeito.

E pediria ao Siza Vieira para plantar junto aos bancos meia dúzia de metros quadrados de relva a fim de Vossa Santidade poder ajoelhar sem magoar os joelhos na pedra ou cimento duro daquela eira que ele ali estendeu. Leia o resto do post »

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“Socretinismo”

 A frase de A. Pinto Pais “o socretinismo comanda, qual doença contagiosa, uma enorme rede de interesses, que se estende até serventuários de meia tigela” merece o destaque de um título, tão incisiva e oportuna ela é.

Não tenho tido, por várias razões, qualquer vontade de escrever. Ou então são tantos os assuntos que me enojam que prefiro não lhes mexer, para não aguentar o mau cheiro. Mas esta frase de A. Pinto Pais espevitou-me. Socretinismo!

 Mas mesmo espevitado não consigo dizer duas. É uma inépcia total. Gostaria por exemplo de saber porque razão não mais se viu ou ouviu qualquer notícia acerca do último escândalo sucateiro onde havia suspeitas de estar enfiada uma vereadora da Câmara do Porto, professora de Ética. Nickles! Será difícil imaginar que poderes abafadores estarão por detrás deste silêncio? Socretinismo! Leia o resto do post »

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Bento XVI quer diálogo com os ateus!!!

Bento XVI quer diálogo com os ateus!!!

 Li o post do amigo João José Cardoso, intitulado a “arrogância dos ateus”, frase proferida por D. José Policarpo na mensagem natalícia. Apesar de o post de João José Cardoso ser curto, diz tudo, e, de facto, acaba como deve: “Não vou perder tempo com isso”. Seria a melhor solução.

E eu seguiria de bom grado o conselho do amigo João, marimbar-me-ia para estes disparates, se gostasse que me comessem as papas na cabeça, e se não tivesse recebido, logo a seguir, um texto enviado por um amigo do Canadá intitulado:”Papa deseja criar espaços de diálogo com agnósticos e ateus”.

 Bento XVI assegurou que a Igreja precisa criar espaços de diálogo e de encontro com agnósticos e ateus, que em algumas sociedades representam um grande número de pessoas. Acrescento eu que está mais ou menos calculado que mais de metade da humanidade é ateia. Mas porque quer BentoXVI criar estes espaços de diálogo, com os filhos do diabo?

“Quando falamos de uma nova evangelização”, diz ele, “talvez essas pessoas se assustem. Não querem enxergar-se convertidas em um objecto de missão, nem renunciar à sua liberdade de pensamento e de vontade. Mas a questão sobre Deus segue desafiando-os” (a mim não, e creio que nenhum ateu sente esse desafio), “ainda que não possam crer no carácter concreto de sua atenção por nós. Penso que a Igreja também deveria abrir hoje uma espécie de ‘pátio dos gentios’, onde os homens possam, de alguma forma, manter contacto com Deus, sem conhecê-lo, antes de encontrarem o acesso a seu mistério, a cujo serviço se encontra a vida interior da Igreja” (a vida interior de muitos, que os há,…acredito,  a vida exterior da igreja não, essa seria a vergonha de deus).

“Ao diálogo com as religiões deve-se acrescentar hoje todo o diálogo com aqueles que enxergam a religião como algo estranho, aqueles que desconhecem Deus” (os burros, os cegos de espírito) “e que, todavia, não gostariam de permanecer simplesmente sem Deus”, (quem o diz?) “mas aproximar-se dele, ao menos como Desconhecido” (quem disse tal coisa tão disparatada?). Leia o resto do post »

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“Vergonhosos abusos sexuais de menores”

Vergonhosos abusos sexuais de menores

 Com este título, li ontem no JN, o artigo de Rui Osório. Nele, ele diz que Bento XVI pede contas a responsáveis da Igreja Católica da Irlanda sobre a “dolorosa situação” das crianças vítimas da pedofilia de padres e de religiosos.

 Diz ainda que os bispos pediram perdão: “Nós, bispos, pedimos perdão a todos aqueles que sofreram abusos dos padres quando eram crianças, ás suas famílias, a todas as pessoas que estão justamente escandalizadas”. “Estamos profundamente chocados com a amplitude e perversão dos abusos como foram descritos no relatório”.

 Continua, dizendo que o núncio apostólico na Irlanda pediu perdão por “todo o erro”que possa ter sido cometido pelo próprio Vaticano, apresentando desculpas. Leia o resto do post »

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Resquícios de fascismo no Colégio Militar

A Lei é para ser aplicada e não fica do lado de fora dos muros do Colégio Militar. Não podemos dizer que só põe lá os filhos quem quer, como se isso justificasse a violência de quem é adulto sobre crianças. Não justifica!

 

E o Colégio Militar pode ser o melhor colégio do mundo que tambem não é justificação. E as praxes tambem não são justificação, e a tradição tambem não. Numa palavra, a violência exercida sem ser em defesa própria é um crime e como tal deverá ser tratada.

 

É isso que estão a fazer os pais das crianças que foram brutalizadas, accionando a Justiça e levando o assunto para os tribunais civis e criminais. Não só é um crime previsto na Lei, e com uma cobertura penal que pode ir a cinco anos, como há prejuízos físicos e psicológicos que podem e devem ser revertidos por indemnizações financeiras.

 

A verdade é que, como vem hoje nos jornais, os oficiais sabiam da violência dos castigos que eram aplicados pelos chamados "graduados" sobre os mais pequenos, e nada fizeram, o que préfigura tambem um crime. Que deve ser investigado. E caso se confirme esse conhecimento, os oficiais devem ser punidos militarmente e serem accionados judicialmente.

 

Estes são os resquícios do "fascismo", de quarenta anos, em que a Lei só se aplicava sobre alguns e não sobre todos. Em que havia gente que estava acima da Lei. Eram estas coisas humilhantes e discricionárias a faceta mais ignóbil do "fascismo", o dia a dia  pequenino e sem grandeza, o ser expulso da cidadania na sua própria terra!

 

Tolerância Zero!

 

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