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Rapidinha – a crise
Colocado por Luís Moreira em economia, política nacional, regiões em 19 de Fevereiro de 2010
“Mais vale uma crise política que viver todos os dias em crise !”
” O governo tem estado a correr à frente da crise. Dá a impressão de que está à espera que alguem lhe dê um golpe de misericórdia”.
“Não é possível num momento em que se está a exigir ao Governo que seja austero na despesa pública, que se venha depois pressionar um aumento de despesa para as regiões autónomas”
” A Madeira é uma das regiões mais desenvolvidas do país e isso não pode deixar nenhum social-democrata indiferente”.
Pedro Passos Coelho em directo! despesa pública, madeira,PSD,
À socapa os impostos vão subindo…
Colocado por Luís Moreira em Sem categoria em 12 de Novembro de 2009
Como quem não quer a coisa o Estado vai sacando tudo o que pode. Agora os chamados "brings benefits" tambem já pagam descontos para a Segurança Social e as empresas contribuem com a sua parte.
Se até sou capaz de estar de acordo ( são os carros, os almoços, os cartões de crédito…) quanto às empresas é que não é ajuda nenhuma, quando o que se discute na UE é baixar o peso das contribuições para o Estado. Mas aqui no nosso país não há margem para nada, a despesa pública cresce ( já é superior a 50% do PIB) e os impostos têm que subir.
Quem não sofre com os impostos é a banca que ganhou, nos últimos três meses, cinco milhões de euros por dia ,e que no ano passado não pagou mais de 15% de IRC, enquanto as empresas falidas pagam mais do dobro. E se lhe juntarmos o que se esconde nas off shores, o IRC não atinge os dois dígitos. Enfim, justiça e equidade fiscal à Partido Socialista.
Contra os 5.9% de déficite de Teixeira dos Santos aí estão os 9% da UE e a tenaz começa a apertar com a redução do déficite a começar já em 2010. E a Dívida Pública, e o desemprego, está tudo a subir e não controlado.
O mais depressa que lhes seja possível, vão começar a retirar as ajudas específicas da crise. Nos BPP, BPN e BCP é que não vão retirar nada, nos apoios ao desemprego vão começar a apertar porque a situação não é sustentável, embora isso seja um terramoto social, porque a retirar é a quem não tem outros rendimentos.
E a criação de emprego com as grandes obras só tem efeito lá para mais adiante, 2011?
A crise internacional está a melhorar, mas a crise nossa, muito nossa, está a agravar-se.
Desta vez quem será o culpado?
A herança socialista
Colocado por Luís Moreira em saúde em 10 de Novembro de 2009
No Expresso:
Um buraco negro de cinco anos em que Portugal andou a marcar passo e a engordar o estado, que vai sair da crise mais pesado que nunca. Desde a década de noventa, Estado empresas e famílias andam a gastar acima das possibilidades e o fim da linha está cada vez mais próximo. A economia nacional, que já teve quase dez anos de fraco crescimento, pode continuar a marcar passo mais uns anos.
Como é que se resolve esta complicada equação que mistura ingredientes esplosivos como fraco crescimento económico, desemprego elevado e contas públicas desequilibradas?
Não há espaço para aumento de impostos e o caminho tem que ser emagrecer o Estado. Temos que ir à raiz do problema, temos despesa pública a mais. Devíamos congelar a dívida pública ao nível de 2008 durante dois ou três anos.
Mas onde há flexibilidade para congelar despesa? Nas pensões e nas despesas de saúde mas aí quem aguenta a factura são os mais pobres! A irresponsabilidade pode levar a isso.
A dívida externa está nos 100%, se não fosse estarmos no Euro a festa já tinha acabado.
A crise internacional está quase a acabar fica a nacional que dura há vários anos, e esta só se resolve com a criação de riqueza, com a produção de bens transaccionáveis de exportação e que substituem importações.
Mas para isso é preciso muito trabalho, determinação e competir em mercados muito exigentes. É dificil e meritório, é mais fácil fazer obras públicas !











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