Etiquetas de Posts pedro passos coelho
Dúvida
Colocado por J. Mário Teixeira em política nacional em 23 de Agosto de 2010
Sobre o elogio de Alberto João Jardim a Pedro Passos Coelho: no futuro, quanto irá custar ao Orçamento do Estado, tal apoio ao PPC ?
Tu pias, ele pia e…
Colocado por Fernando Moreira de Sá em Media, blogosfera, política nacional, sociedade em 16 de Agosto de 2010
…eu hoje também pio no PiaR.
Um piar sobre o Pacheco Pereira, o José Sócrates, o Pedro Passos Coelho, o Jornalismo com e sem aspas e as agências. Sem esquecer a Britney e a Pamela. “inde ler”, sff.
Inglês Técnico Para Tótós (1)
Colocado por Dario Silva em centenário da república, do 25 de abril, política nacional em 16 de Junho de 2010
Passos coelho em jantar com os Blogues:
Colocado por Fernando Moreira de Sá em blogosfera em 28 de Maio de 2010
O Presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, está neste momento a jantar com bloggers em Lisboa. O Aventar, obviamente, está presente.
Amanhã teremos um resumo.
Real ou virtual?
Colocado por A. Pedro Correia em geral em 21 de Maio de 2010
Pois bem, Fernando, vamos desfazer confusões e pôr as cartas na mesa:
1-Pedro Passos Coelho pensa que “A Constituição tem implícito um programa de governo, ao dizer que a Educação e a Saúde têm de ser tendencialmente gratuitas”. Eu penso que não se trata de um programa de governo, mas sim de um modelo de sociedade cuja formulação a própria social democracia não renega. Acho mesmo que, se há que cortar despesas, se há que limitar benesses, estes direitos devem ser os últimos onde tocar, dada a sua natureza social e simbólica.
2-Mais estado, ou menos estado, não deve ser apenas um slogan que se atire da boca para fora, é necessário dizer-se onde e como. O que anda na boca de muita gente e está à vista de todos, é propor menos estado em sectores que são negócios apetecíveis para certos grupos privados e intervenção do estado quando se trata de salvar negócios especulativos e ruinosos como o BPN, por exemplo.
Na educação e na saúde, caro Fernando, eu sou por mais e melhor estado, naturalmente que mantendo a existência e a presença dos privados nessas áreas.
3-O registo neo-liberal de Passos Coelho é antigo e conhecido. Leia o resto do post »
José Sócrates e Pedro Passos Coelho, irmãos siameses
Colocado por A. Pedro Correia em geral em 20 de Maio de 2010
Eu, de Pedro Passos Coelho, não espero o que o país espera, a julgar pelas sondagens. Quando o Sr. ascendeu à liderança do PSD fez um bom discurso e eu, tal como outros, com a actualidade ainda quente, elogiei o regresso da política – que não a politiquice usual e corriqueira, mas a política, temas colocados em cima da mesa, escolhas perante as quais o país se defronta.
Num país civilizado, tal facto não mereceria o mínimo encómio. No paízinho rasteiro e trauliteiro em que nos transformámos, havia ali uma nuance a registar, um facto positivo a despontar. Não sendo crédulo, saudei a nuance e permaneci atento.
Foi sol de pouca dura e, em poucas semanas, Pedro Passos Coelho dissipou o meu reticente benefício da dúvida. Se no congresso laranja meteu o neo-liberalismo no saco, apressou-se a retirá-lo agora, regressando a ele, se estendeu a mão a Sócrates e se prestou a apoiá-lo em nome do “superior” interesse nacional, apunhalou-o assim que virou as costas pedindo desculpa aos portugueses (por se ter movido em nome do dito superior interesse nacional? Por afirmar solidariedade a Sócrates e puxar-lhe o tapete com a demarcação? Diga-se, em abono da verdade, que o PS não se portou melhor anunciando a seguir a continuação da febre de betão que, aparentemente, ocultara na reunião entre os dois líderes, a tal da contenção e “salvação” do país). Leia o resto do post »
Pedro Passos Coelho e o cão do Sr. Jeitoso (actualizado)
Colocado por J. Mário Teixeira em história, política nacional em 20 de Maio de 2010
Depois de ver Pedro Passos Coelho a dar a mão ao Governo ou, se preferirem, a José Sócrates, por duas vezes consecutivas, resolvi pegar na matéria mas numa perspectiva mais parabólica, ou seja em jeito de parábola.
Corria a época de caça, do ano de 1951.
Pela Serra do Soajo, pela Serra Amarela e pelo Lindoso, grupos de caçadores iam batendo terreno, com os latidos dos cães como música de fundo, aqui e além intervalados pelo som dos disparos secos e brutos das espingardas.
Na Freguesia de Paradamonte, uma casa de encosta, com vista sobranceira ao Rio Lima, destacava-se da paisagem não pela sua beleza – por tão singela e humilde que era – mas pelo facto de que era a única naquela encosta. Tratava-se da casa do Sr. Jeitoso – alcunha e não apelido.
O Sr. Jeitoso, era homem de trabalho, vagando na caça quando podia. Já o seu cão, um belo perdigueiro de pêlo castanho claro e de cauda curta, fazia da caça um verdadeiro mister. Sempre que o seu dono dispensava os seus serviços, lá ia ele ter com um grupo de caçadores, seleccionando um para servir.
Corrigir para evitar enganos:
Colocado por Fernando Moreira de Sá em política nacional em 19 de Maio de 2010
Caro P. Guinote, o que Passos Coelho disse foi:
Nesta sua intervenção, que os jornalistas puderam ouvir, mas não registar, Pedro Passos Coelho considerou que, “não havendo confluência de pontos de vista dos dois maiores partidos”, o país está perante um problema que só se resolve com eleições, que “Portugal não está em condições de enfrentar” neste momento de crise económica e financeira.
Estou esclarecido!
Colocado por Fernando Moreira de Sá em política nacional em 19 de Maio de 2010
O discurso do próximo primeiro-ministro
Colocado por Ricardo Santos Pinto em geral, política nacional em 11 de Abril de 2010

Foi um bom discurso. Pedo Passos Coelho mostrou segurança e apontou um rumo. Não mostrou sede de poder, embora todos saibamos que a tem, e não referiu uma única vez o nome de José Sócrates ou a expressão primeiro-ministro.
A partir daqui, ninguém pode dizer que o PSD não tem ideias para o país. Tem-nas. São más, mas a verdade é que as tem.
Pedro Passos Coelho clarificou e demonstrou que, sob a sua liderança, o PSD será um Partido de Direita. Muito de Direita, com as privatizações, a saída do Estado da economia, a livre escolha dos cidadãos na educação e na saúde.
O próximo primeiro-ministro de Portugal é demasiado liberal para o meu gosto. Da forma que o vento sopra hoje em dia em Portugal, acredito que vá ter sucesso.
Nunca pensei vir a dizer isto, mas com Pedro Passos Coelho, até José Sócrates parece de Esquerda.
Passos Coelho – hoje é apenas o dia da partida…
Colocado por Carlos Fonseca em política nacional em 9 de Abril de 2010
Umas centenas de milhares de portugueses, em que me integro, encaram os políticos com grau de desconfiança elevado. Pedro Passos Coelho (PPC), como qualquer outro, não se furta a este estigma.
O jornal ‘Público’, perfil de Passos Coelho, disponibiliza detalhado historial da vida do dirigente social-democrata, incluindo aspectos de âmbito privado. O jornal cita amigos, com destaque para Miguel Relvas, Ângelo Correia e Vasco Rato, classificando PPC como líder natural, racional, gestor, tímido e barítono – uma salada interessante, a que se adiciona o epíteto de ‘liberal’, esse amplo vazio ideológico, cujos contornos e conteúdos são sempre incognoscíveis quando restringidos a intenções e propósitos de um político, em sentido prático.
O Exemplo
Colocado por Fernando Moreira de Sá em sociedade em 7 de Abril de 2010
Faltam 409 dias para o Fim do Mundo
Colocado por Fernando Moreira de Sá em sociedade em 4 de Abril de 2010
Se a estupidez pagasse imposto os diferentes ministérios das finanças da Europa não tinham os problemas de liquidez. A pedofilia é um crime horrendo cujo único castigo, por muito que custe, deveria ser, no mínimo, a castração química. No mínimo. Estamos perante um crime que atravessa toda a sociedade e todas as classes sociais e profissionais. Não é maior na Igreja que na advocacia ou na política, ou no professorado ou na intimidade de muitos lares por esse mundo.
Sou agnóstico mas isso não me impede de ver a campanha orquestrada contra a Igreja Católica. Logo quando esta, goste-se ou não, é liderada pelo Papa que mais escreveu e lutou contra os crimes sexuais no seio do seu rebanho. Já vi escrito em diferentes blogues (incluindo o Aventar), artigos de opinião e demais fóruns de debate as afirmações mais finalistas sobre esta matéria e não posso deixar de linkar mais esta estupidez, mais uma, que prefere continuar a atirar areia para os olhos dos incautos. Existiu, existe e existirá, infelizmente, pedofilia nos quatro cantos do Mundo e esse não é um problema de religião, ideologia ou classe mas antes um problema social. Cujo combate começa em casa e termina nos tribunais, com leis penais verdadeiramente dissuasoras de semelhante e repugnante crime. Uma questão social e não de fé.
Entretanto, Louçã e Nobre brincam aos políticos no facebook. Tão amigos que eles foram nas europeias. Fernando Nobre é um monárquico que se candidata a Presidente da República e Louçã um queque disfarçado de radical de esquerda. Estão bons um para o outro. O próximo passo de qualquer um deles rumo aos quinze minutos de fama sempre pode ser um calendário, estilo este, para esgrimirem argumentos e agradarem às moças casadoiras.
A jornalista Inês Serra Lopes publicou uma reportagem interessante sobre a vida de Pedro Passos Coelho. Finalmente, as notícias do mundo da música com o novo clip dos Green Day e o lançamento, a 26 de Abril, do segundo trabalho dos fabulosos Deolinda.
As Redes Sociais e as Directas no PSD:
Colocado por Fernando Moreira de Sá em blogosfera em 29 de Março de 2010
Eu já o tinha afirmado aqui e até destacado alguns dos principais animadores com quem tive o privilégio de partilhar grandes momentos ao longo destes últimos meses. Agora, no Sapo, leio Artur Alves a destacar a importância das Redes Sociais nestas eleições. Sobre o tema espero, daqui a alguns meses, partilhar convosco muito do que consegui escrever e o resto, imenso, que ainda falta.
Estamos a viver uma revolução silenciosa na comunicação política.
As ‘Jotas’ e o Poder
Colocado por Carlos Fonseca em política nacional em 28 de Março de 2010
A vitória de Pedro Passos Coelho (PPC) foi concludente. A maioria das gentes do PSD ficou, naturalmente, eufórica. O entusiasmo e a alegria, vistos nas imagens televisivas, fizeram-me recordar a chegada do circo à terra do meu avô paterno, lá longe nas entranhas da Beira Alta. Era, de facto, uma festa gozada por crianças e adultos que, embora efémera, trazia horas de felicidade a todos.
O PSD está, portanto, em festa. PPC venceu as eleições e tem alta probabilidade de ganhar a unidade do partido. Porém, a luta e os objectivos políticos que se avizinham não se confinam ao PSD. Outros mares, mais encrespados, se erguem nos rumos futuros da sua navegação: disputar e tratar de um País depauperado, financeira e socialmente. Será desafio de monta na vida política do agora máximo dirigente do PSD.
O tempo e as desilusões transformaram-me em cidadão politicamente prudente e desconfiado. Uso, pois, o princípio de esperar para ver. Sei, isso sim, que o duro combate político se desenrolará entre dois ‘ex-jotas’ de peso: um José Sócrates (JS), que eventualmente já foi companheiro de PPC na JSD, antes de passar a camarada da JS; outro PPC ex-dirigente nacional da JSD.
A somar às relutâncias relativas aos partidos do “centrão”, recuso passar cheques em branco, seja a quem for. Além do mais, tenho presentes as citadas origens políticas dos dois eventuais candidatos ao cargo de primeiro-ministro de Portugal; ambos produto das ‘jotas’, e dessas paragens, o normal é surgirem políticos mais empenhados na própria carreira do que nas causas e problemas graves a que o País está submetido. Isto, em minha opinião, é um fenómeno endémico, próprio do PS – JS e do PSD – JSD. Embora tal juízo também se possa aplicar a Paulo Portas – e Manuel Monteiro que o diga.
Poderia citar diversos exemplos, de um e de outro partido. Todavia, embora prudente e desconfiado, aguardo com interesse os momentos em que PPC explique com clareza que ideias tem para Portugal, porque de JS, infelizmente, já as conheço, sinto e refuto. No fundo, não pretendo enveredar por entusiasmos de fátua crença.
Directas PSD: resultados finais
Pedro Passos Coelho é o novo líder do PSD com 61% dos votos. Paulo Rangel obteve 34%, Aguiar Branco, que anunciou que deixará de ser líder parlamentar, ficou-se pelos 3% e Castanheira de Barros obteve uns residuais 0,23%.
“PSD não andará com o governo ao colo“- afirmou Pedro Passos Coelho no discurso de vitória.
“O único adversário que tivemos ao longo da campanha foi o PS”- declaração final de Paulo Rangel.
A leitura das sondagens
Colocado por Luís Moreira em economia, política nacional em 26 de Março de 2010
Dizem os “ analistas” que o facto de haver um maior número de votantes socialistas a preferirem Pedro Passos Coelho é porque têm medo de Paulo Rangel. Como socialistas preferem o que menor perigo representa. Esquecem é que há 20% de votantes socialistas que já votaram social-democrata, são os tais 20% que dão ou não maiorias, que dão ou não a vitória e, sendo assim, uma leitura certeira é estes votantes “volantes” preferirem PPC quando se trata de votar o futuro potencial primeiro ministro.
As leituras das sondagens podem ser várias, até antagónicas, pois se até nas eleições perante “factos” os partidos que têm menor número de votos conseguem dizer que não perdem!
Mas o que é absolutamente importante é que PPC apresente um caminho alternativo a este caminho Socrático que nos arrasta para a pobreza, como hoje é claro para quem quer ver. Um caminho assente numa economia virada para as pequenas e médias empresas ( e não nos negócios da PT, BCP, CGD…) que exporte e substitua importações, que inove, que invista em novas tecnologias, que crie emprego e valor.
Directas PSD #6: MUDAR
Colocado por Fernando Moreira de Sá em política nacional em 22 de Março de 2010
As coisas são o que são. Este debate na RTP entre os candidatos à liderança do PSD serviu para esclarecer muita coisa.
Foi público e notório que Aguiar Branco e Paulo Rangel estão em ruptura, uma palavra grada a Rangel. Uma ruptura que deriva de uma traição e quando as coisas chegam a este ponto, nada mais há para dizer e nada se consegue esconder. Hoje ficou claro que Rangel traiu Aguiar Branco e que este, por sua vez, só não retira todas as conclusões, ou seja, desmascara toda uma direcção nacional cúmplice por óbvios motivos de educação e polimento. Goste-se ou não, Aguiar Branco é feito de outra massa.
O debate serviu, igualmente, para se perceber que Rangel, pela mão de Morais Sarmento e pessimamente aconselhado (mais valia ter mantido os assessores iniciais pois os posteriores mataram-lhe a eleição) nesta historieta das assinaturas deu um tremendo e definitivo tiro no pé. Conseguiu colocar Aguiar Branco no papel de vítima e fez-nos recordar todos os Antónios Preto que se colaram à sua candidatura num cimento exageradamente arenoso. Posso estar enganado mas hoje Paulo Rangel ofereceu uma parte substancial do seu eleitorado a Aguiar Branco.
Esta discussão na RTP deixou claro, se dúvidas houvesse, que Pedro Passos Coelho é o candidato da mudança. Uma transformação profunda e não apenas geracional no PSD e a afirmação de uma verdadeira alternativa ao actual Partido Socialista. Neste momento cinzento (não quero escrever negro para não ser acusado de exagero) da nossa sociedade, com Portugal mergulhado numa crise sem precedentes na minha geração, era fundamental ter no PSD uma verdadeira alternativa e é isso mesmo que Pedro Passos Coelho nos transmite: esperança.
A esperança numa mudança.
Aguiar-Branco: o preço da lealdade
Colocado por J. Mário Teixeira em política nacional em 22 de Março de 2010
É voz corrente, dentro e fora do PSD, que a escolha do próximo líder social-democrata, será também, a escolha do próximo Chefe de Governo.
Futurologia à parte, aquilo que, para mim, está em causa, além da escolha do líder do PSD, são os valores dominantes dos seus militantes. E nesse aspecto, devo dizer que as previsões disponíveis não são muito agradáveis.
Pelo terceiro lugar ocupado por Aguiar-Branco, conclui-se facilmente que o valor da lealdade não suscita admiração por banda dos militantes do PSD. Porque foi e é esse o sinal distintivo de Aguiar-Branco ao longo dos últimos tempos: o da lealdade para com a liderança do partido mesmo quando não estaria de acordo, o da lealdade no exercício das funções de líder da bancada parlamentar não trocando o sentido de responsabilidade na discussão do Orçamento do Estado a troco de protagonismo, e o de lealdade para com o compromisso assumido de só avançar como candidato para a liderança do PSD após findo o debate do Orçamento.
Nas sucessivas previsões, vejo à sua frente Paulo Rangel, que repetindo o ambíguo chavão da ruptura, deu o dito por não dito e mandou à fava o compromisso de ficar no Parlamento Europeu, e passou uma rasteira a Aguiar-Branco para se candidatar primeiro do que este a todo o vapor.
Resta a liderança, por enquanto, de Pedro Passos Coelho, que não sendo para mim o melhor dos quatro candidatos, a sua eleição sempre poderá revelar-se uma manifestação dos militantes em se desembaraçarem de barões e de traições.
Se a lealdade não for premiada, que seja a do arrojo em tentar algo diferente. Se Rangel ganhar, o PSD voltará a prestar ao país mais um péssimo serviço: o de premiar a ganância sem escrúpulos, enterrando de vez a lealdade no cemitério dos princípios.
Colocar o dedo na ferida:
Colocado por Fernando Moreira de Sá em geral em 13 de Março de 2010
Podemos não concordar, quiça não gostar, mas devemos sublinhar a coragem. A coragem para enfrentar as dificuldades, coragem para enfrentar os mitos. Coragem para enfrentar Jardim.
A obra de Alberto João Jardim na Madeira é indiscutível e merecedora do nosso aplauso mas isso não nos pode cegar, não nos pode impedir de criticar um estilo político. Mal de nós se olhamos e nos comportamos de forma diferente por um qualquer receio de uma qualquer putativa vaca sagrada. A obra de Alberto João Jardim, do PSD-Madeira e dos madeirenses não esconde uma forma de estar, uma vertigem de constante ajuste de contas com quem não concorda com AJJ, seja o Sr. Silva, o Sr. Pinto de Sousa ou agora o Sr. Passos. Já chega de fazer de conta que não vemos a boçalidade, a falta de educação e o modo rasca como trata todos os que ousam criticá-lo.
Ora, Pedro Passos Coelho, bem ou mal, ousou. Ousou colocar o dedo na ferida, criticar a forma inadmissível como AJJ procurou utilizar a desgraça dos outros, a tragédia dos madeirenses, como arma de arremesso político interno mentindo, afirmando que PPC foi o único político que não se solidarizou com os madeirenses sabendo, como hoje se percebeu, que estava a mentir.
No final, AJJ foi-se sentar ao lado de Rangel. O olhar de menino traquina de Rangel disse tudo. Nada mais a acrescentar além disto: diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.











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