Etiquetas de Posts produtividade
rapidinha – emprego “girl”
Colocado por Luís Moreira em geral em 9 de Fevereiro de 2010
A Derovo vai colocar em “postura” 1 000 000 de galinhas que vão produzir 800 000 ovos/dia.
Numa fábrica nova em Proença-a-Nova no distrito de Castelo Branco. As 200 000 que não produzem estão em formação nas Novas Oportunidades ?
Nuvens negras
Colocado por Luís Moreira em economia em 8 de Fevereiro de 2010
O desemprego continua a subir na maioria dos países da zona euro, há cada vez menos postos de trabalho a serem criados e a actividade das empresas continua aos solavancos.
A retoma dos países europeus, sobretudo das economias mais frágeis e endividadas, como é o caso de Portugal, Grécia e Espanha, pode ter uma recaída severa caso os cortes nos apoios públicos à economia e ao emprego sejam retirados de forma precipitada, avisa a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Falta o mais dificil, que a economia reaja à retoma o que ainda não se verifica. No entanto, os países mais frágeis estão a ser pressionados pelas empresas de “rating” e pelos mercados e ainda pela Comissão Europeia, para retirarem os apoios públicos.
A saída da crise tem que ser global, países com saldos comerciais elevados como a Alemanha deveriam aumentar a capacidade de procura dos seus cidadãos e, desta forma, abrir mais mercado para os países menos preparados e que dependem em absoluto das exportações.
Portugal é um desses países com baixa produtividade, especializado em actividades pouco diferenciadas que hoje enfrentam a concorrência feroz dos países de baixos custos de mão-de-obra.
Voltar ao escudo? Humilhação para Sócrates!
Colocado por Luís Moreira em economia, geral, política nacional em 26 de Janeiro de 2010
Dois economistas, no “Financial Times” de ontem, assinam um artigo em que colocam a hipótese de Portugal voltar ao escudo nas transacções internas, mantendo o Euro como moeda de troca com o exterior.
A situação de Portugal é de tal forma dificil que já serve de cobaia para uns quantos, ávidos de protagonismo, avançarem com medidas que humilham o país, no mínimo!
A ideia, para além de “espatafurdia”, nada tem de original. Basicamente,o que se pretende é que, desvalorizando os factores de produção, a nossa economia se torne mais competitiva.Era o que se fazia quando a moeda era nacional, desvalorizava-se e já está, os nossos produtos tornavam-se competitivos. O que eles não dizem é que essa é a forma mais eficaz de nos tornarmos cada vez mais pobres.
Foi assim que, em vez de aumentarmos a produtividade, racionalizando meios, investindo em novos equipamentos, em inovação, em formação do pessoal, fomos desvalorizando o escudo até nos tornarmos nos mais pobres da UE!
Mas escolhendo entre os ” PIGS ” ( Portugal, Itália, Grécia e Espanha) o nosso país para cobaia, mostram o que pensam da situação a que chegamos, enquanto cá dentro temos um governo que diz que fomos o primeiro país a sair da crise.
O esquema até já tem nome ” IOU – I owe you - Eu devo-te !
O Sócrates, com o seu inglês técnico, é que não deve perceber os sinais que constantemente nos estão a mandar.
Talvez sinais de fumo resultem!
Manifesto pelo fim da divisão na carreira III
Colocado por João Paulo em Sem categoria em 25 de Outubro de 2009
Boas, se me permite car@ leitor@, vou insistir na minha tese de que não faz sentido haver qualquer divisão na carreira docente. E volto ao tema tendo como ponto de partida o texto do Luís (Trabalho igual, salário igual). Numa resposta a dois tempos:
E o primeiro comentário vai no sentido de rebater um pré-conceito menos declarado, mas sempre muito presente, contra "O" sindicalista, como se os problemas do nosso país fossem estes e não outros. Sem qualquer tipo de Pré-conceito afirmo que a culpa dos problemas estruturais do nosso país está nas elites dirigentes e não nos trabalhadores. Temos patrões a mais e empresários a menos. Temos gatunos a mais e governantes a menos. Temos uma minoria dirigente interesseira, nada interessada nos interesses da maioria dirigida.
Há sindicalistas conservadores? Com visões do passado? Claro…
Mas, quando me dizem que hoje é preciso voltar a jornadas de trabalho de 60h / semana, quando me dizem que talvez seja preciso voltar a trabalhar mais do que oito horas por dia por causa da competitividade… quem é que é reaccionário e conservador?
Será moderno o incompetente Albino Almeida, o pai de todos os pais, vir dizer que quer as creches e escolas das 7h30 às 19h30?
E seria conservador, se por exemplo, exigisse dos empresários um maior apoio aos trabalhadores com filhos em idade escolar, para que estes podessem ajudar os filhos?
Nunca na história da humanidade houve tanto dinheiro disponível, nunca como hoje Portugal e os Portgueses foram capazes de gerar tanto dinheiro – porque é que alguns têm que ficar com "ele todo" e outros com nada?
Porque é que os lucros de uma empresa, pública ou privada não importa, são para os accionistas na sua totalidade? Porque é que o trabalho é visto como um custo de produção e não como parte essencial ao lucro? Porque é que as empresas não dividem por exemplo, parte dos seus lucros, numa proporção igual, entre accionistas e trabalhadores?
Já sei, isto é ser conservador e ter uma visão do passado. O que é moderno é ter gente a ganhar milhões quando temos portugueses a passar fome.
Repito – a questão central é mesmo a da distribuição da riqueza.
E com isto me perdi no que queria escrever, mas certamente vão ter a paciência de me acompanhar no próximo post…
Trabalho igual, salário igual?
Colocado por Luís Moreira em Sem categoria em 23 de Outubro de 2009
O poste do aventador João Paulo fez-me lembrar o momento em que a frase que faz título a este texto, apareceu na luta sindical.
A questão, para quem tinha que tomar decisões, passava por determinar o verdadeiro significado de "trabalho".
"Trabalho" é a "função ? Conjunto de actividades e processos que um determinado trabalhador tem que executar? A ser assim, este conceito vertido para as tabelas de acordos de empresas ou de actividades, queria dizer, por exemplo, que todos os 3ºs oficiais administrativos passariam a ganhar o mesmo.
Ou "trabalho" quer dizer " produtividade", "resultados", capacidade de produzir melhor e maior números de actos? A ser assim, é necessário que se faça uma avaliação isenta e o mais objectiva possível. Nas mesmas condições quem produz mais e melhor? E havendo quem trabalhe mais e melhor o salário deve ser igual?
Claro, que quem mais produz deve ganhar mais, sob pena de estarmos a beneficiar a preguiça e a incompetência. Mais, estar a igualizar pela medíocridade leva qualquer organismo para a falência , ou para o descrédito, o que quer dizer que, a prazo, fecham.
O "igualitarismo" é profundamente injusto e, leva as organizações para a pobreza, mesmo que alguns acreditem que pelo facto de serem pagos pelo Estado, nunca ficarão sem emprego. E porquê? Porque esquece o mérito de quem se interessa, de quem está motivado, de quem quer fazer bem. Ora, sem estas qualidades, nenhuma organização avança, nenhuma sociedade melhora , nenhum sistema sobrevive.
Estranhamente, os sindicalistas andam a vender esta ideia, a do "igualitarismo", a uma classe que, até pelas qualificações académicas, jamais a aceitará. Os professores toda a vida foram estudantes, foram avaliados, uns são licenciados, outros mestres, ainda outros doutorados, com médias muito diferentes entre si, desde o aluno excepcional ao aluno medíocre.
Agora são todos professores, o "doutor" não deve ganhar mais por ser doutorado, deve ganhar mais por apresentar melhores resultados, porque as suas qualificações lhe dão, em principio, meios para ser melhor. Se não for melhor, (e isso vê-se pela avaliação) não deve progredir mais rapidamente, nem ganhar mais.
Mas, se o licenciado, por mérito, por trabalho, por determinação, fizer melhor que o "doutorado" ou por quem tem mais anos de carreira, deve progredir mais rapidamente na carreira e ser melhor remunerado.
Só pela soma dos méritos e da produtividade individual se alcançam melhores resultados globais. Chegarem todos ao topo da carreira, é uma quimera que dura, enquanto o resto da sociedade não reivindicar o mesmo. Nessa altura, verificaremos todos que não é possível!
Na falta de avaliação aceite por todos, aparecem formas não aceites e não democráticas de se favorecer uns quantos, como é o caso da criação dos "professores titulares", evidente discricionaridade. Mas de quem é a culpa? Não querem ser todos iguais?














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