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Como Se Fora Um Conto – A Minha Tristeza e a Dona Ana da Casa Grande
Colocado por José Magalhães em cultura, literatura em 9 de Agosto de 2010
Se estiver triste ou alegre ou se se sentir assim-assim, ou ainda se estiver mais sensível do que de costume, não leia. Esta é uma história penosa.
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É quase noite e é forte, a dor da tristeza. É sempre assim, não importando a razão porque se está triste. Desta vez em nada é diferente. Estou triste, e o tempo que tudo cura demora a passar.
É chato o estar triste. E ainda por cima as pessoas olham-nos de través e se tiverem oportunidade, fogem de nós. Para tristeza, basta-lhes a que carregam, não precisam de se aborrecer com a dos outros. Até eu me olho de través, e nessas alturas, se pudesse, ia-me embora de mim, e não voltava.
«Lembro-me que nos meus tempos de miúdo, perto da casa de meu avô, vivia uma senhora que estava sempre triste. Era uma mulher muito rica que vivia sozinha num enorme casarão, sem marido, sem filhos, sem qualquer familiar. Chamavam-lhe dona Ana da casa grande. À sua passagem, falava-se baixinho, comentando o que ninguém sabia. Amores antigos e impossíveis, diziam uns, enquanto outros se inclinavam para as hipóteses de assassinatos múltiplos, Leia o resto do post »
Mais dois 2010

(adão cruz)
Como prometido, cá estão dois pós-férias. Embora eu não goste de títulos, dado que os títulos podem ser redutores e empobrecer a obra, anulando, por vezes, a sua própria hermenêutica, podemos chamar-lhes, “luar de sonho” e “sonho de verão”. Com todo o gosto, dedico-os ao Nuno Castelo-Branco.

- (adão cruz)
Duas palavras a Saramago
Colocado por Adão Cruz em literatura, poesia em 20 de Junho de 2010
(Peço desculpa de estar a meter, tantas vezes, a família ao barulho. Se os digníssimos responsáveis pelo Aventar discordarem, agradeço que me digam e acatarei todas as indicações. Desta vez é um pequenino poema de minha irmã, a escritora e poeta Eva Cruz).

(adao cruz)
Duas palavras a Saramago
Levantado do chão
como só os Homens de sonho se erguem
não há vida que te deite nem morte que te leve.
A lucidez esparsa em luz nas páginas dos teus livros
de mão dada com a terna dureza do teu carácter
há-de curar os olhos da cegueira
e abrir as palavras do teu Evangelho
às correntes límpidas dos rios
que regam a terra de sabedoria.
Um Chalezinho no Cacém
Colocado por Dario Silva em arquitectura e urbanismo, transportes em 3 de Maio de 2010
Peugeot SR1 – Mais um Carro de Sonho
Colocado por José Magalhães em transportes em 10 de Janeiro de 2010
O SUCESSOR DO 407, CHAMA-SE 508
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A Peugeot levantou o véu sobre a linguagem de design a ser adoptada pelos novos modelos da marca francesa com a revelação do SR1, o protótipo de um «Roadster Grande Turismo» que o construtor vai apresentar em Março, por ocasião do Salão Automóvel de Genebra, e que poderá antecipar as linhas da nova berlina 508, sucessor do 407.
O SR1, que ostenta o novo logótipo do leão, integra a tecnologia Hybrid4 (que será aplicada em série no 3008 a partir de 2010) contando com um motor dianteiro a gasolina 1.6 THP de 218 cv, associado a um propulsor eléctrico de 95cv. Em conjunto, os dois motores desenvolvem uma potência máxima combinada é de 313 cv, com a marca a anunciar, uma média de consumos, em ciclo urbano, de 4,9l/100km e emissões de CO2 de 119g/km.
Para além das quatro rodas motrizes, este protótipo estreia também a tecnologia de 4 rodas direccionais. A ser adoptado nos modelos híbridos da marca, neste sistema, o grau de viragem das rodas traseiras está relacionado com a sua velocidade, através de pequenos braços motorizados situados ao nível dos triângulos traseiros, o que confere, em qualquer circunstância, a máxima agilidade ao veículo.
Tirado daqui
Quatro netos
Colocado por Adão Cruz em literatura em 4 de Janeiro de 2010
Aos quatro netos
Assim nascidos de uma virada
Do alto da minha escada os contemplo.
No fundo de mim mesmo
Lá no fundo da cratera
Onde ergui a minha escada
Ouço apenas a voz do medo
Entre o sonho e a quimera.
No cimo da cratera
Onde ainda chega o sol
E a noite amanhece
Nascem flores pequeninas
No seio da erva rasteira
e os degraus de nova escada
Para continuar a primeira.
Poemas estoricônticos
Colocado por Adão Cruz em literatura em 24 de Dezembro de 2009

(adao cruz)
Pobre de quem tem medo das esquinas da vida
e só caminha pelas ruas a direito
bem iluminadas!
Nunca tem sonhos nem surpresas.
Vive na pálida
insípida e mistificadora rotina da vida
que tu e eu bem conhecemos
porque somos exactamente sonhadores. Leia o resto do post »













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