
O Anticristo
Kim
Ontem, por volta desta hora, tivemos Kim Gordon, no regresso a Bruxelas (Noha Khaldi fez um bom apanhado da noite e em flamengo, comme il faut).

KG, AB, 15/04/2026, FMV
A baixista dos maravilhosos Sonic Youth e autora de Girl in a Band apresentou-nos PLAY ME. No final da lista deste disco, chegados a BYEBYE — uma despedida diferente da BYE BYE do anterior The Collective — ouviu-se uma enxurrada de referências aparentemente proibidas pela actual administração dos EUA, palavras/conceitos cuja menção justificará a anulação de propostas, de subsídios, lá se vai a investigação fundamental, lá se vão as bolsas, lá se vai a América. Pois, a AB insinua que sim.
Ei-la, uma enxurrada (e no original, porque soa melhor):
- Mental health
- Electric vehicle
- Gulf of Mexico
- Energy conversion
- Gay
- Bird flu
- Advocate
- Pregnant person
- Immigrants
- Intersex
- Victim
- Male dominated
- Care
- Diversity
- Tribal
- Transgender
- Hispanic
- Green
- Fluoride
- Female
- Hate
- Injustice
- Opportunity
- Dietary guidelines
- Housing for the future
Viktor Orbán e derrota da oligarquia nacional-populista

A queda de um autocrata é sempre motivo de celebração. Melhor ainda quando cai por dentro, sem derramamento de sangue. Sem violência policial ou tentativas de golpe de Estado. Sem terrorismo, vá.
Mas não foi só Orbán que perdeu.
Perdeu Putin, que ficou sem o seu cavalo de Tróia no Conselho Europeu.
Perdeu Trump, que viu cair o aliado mais importante em solo europeu, após se ter envolvido directamente na campanha e ter enviado Rubio e Vance a Budapeste.
Perdeu Netanyahu, que tinha em Orbán um defensor do genocídio em Gaza e da colonização da Cisjordânia.
Até Xi Jinping, que tem privilegiado a relação com a Hungria, pode sair a perder desta eleição.
Ganhou a democracia.
Quadro e giz?

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Neemias Queta foi vítima de Portugal
Efectivamente, isto iria acontecer, mais tarde ou mais cedo. Nem falo do triplo (parabéns, Neemias Queta!), falo disto.

Tivera sido no jogo contra os Knicks e, aqui no Aventar, teríamos sido dos primeiros a dar conta do recado. É o improviso, é a falta de rigor, é o costume.
Foi contra os Pelicans: de Nova Orleães. Nova Iorque ≠ Nova Orleães, como selecção ≠ seleção.
Exactamente.
Eis os pontos altos do jogo, com o melhor basquetebolista português de todos os tempos a marcar o primeiro triplo na NBA aos 6:07:
Dry Cleaning
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.
Viktor Orbán: o corrupto favorito de André Ventura

Sim, eu sei: quem é que quer saber da Hungria? A menos que Portugal vá lá jogar – e até foi, em Setembro, fazer uma bela partida, que vencemos por 2-3, com aquele golaço do Cancelo – ninguém quer saber da Hungria.
Acontece que a Hungria dos anos 20 deste século, mais do que o culto da Seita dos Trumps dos Últimos Dias, é o farol de propaganda e o laboratório de ideias que cria a jurisprudência da internacional iliberal.
“Iliberal” é um eufemismo muito bem sacado.
Para uma oligarquia com um nível de corrupção idêntica à russa, uma colonização quase total dos tribunais, da administração pública, dos grandes negócios do Estado e da comunicação social, que distorceu o sistema eleitoral em seu benefício, enquanto enriquece os homens do presidente, “iliberal” soa muito fofinho. Mais ainda se tivermos em conta o alinhamento fraterno com Moscovo e Mar-a-Lago, ou a honra que lhe foi concedida por Pequim, que incluiu a Hungria no périplo de Xi pela Europa, em 2024, parte de uma lista restrita de apenas três países: Hungria, Sérvia e França.
Eu não pagaria taxas destas
Furthermore, most people within the top 1 percent are what Leona Helmsley called “little people,” as in “Only the little people pay taxes.” The ultra-rich — the 0.1 percent, the 0.01 percent, the 0.00001 percent — pay much lower tax rates than the merely rich.
—Paul Krugman
***
A fiscalidade leva-me a regressar ao excelente Krugman.
Perante esta publicação no Diário da República, quem paga as “novas taxas para a freguesia” deve protestar e recusar-se a pagar e quem cobrou essas taxas deve devolver o valor e exigir a respectiva correcção. Além disso, repare-se que estas “novas taxas para a freguesia”, no singular, poderiam ser “nova taxa para a freguesia”, sim, mas também “nova taxa pára a freguesia” — adiante.

Efectivamente, há muitas ocorrências afins no sítio do costume e ninguém se mexe: nem a autoridade (desautorizada desde que o “agora facto é igual a fato (de roupa)” veio à tona), nem quem, na presença de *fatos, cobra e paga as tais “novas taxas”. Sendo verdade que ficar especado a especular é uma prática indígena — e um interessante caso grafofonémico — a história do espetador a espetar descansa-nos quanto à norma a seguir: a de 1945/73.
Exactamente.
Por outro lado e mudando de assunto, estivera eu em Nova Iorque e teria ido ver este fabuloso Knicks–Celtics.

Neste instantâneo da partida, vemos os meus dois jogadores predilectos da NBA da actualidade: Jalen Brunson (com a bola) e o inconfundível Neemias Queta (para completar o ramalhete, à direita, temos Towns e White).
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
***
Imagens curiosas do Google Street View (II)

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)
A melhor arma contra o populismo, o autoritarismo e a demagogia

No episódio do A Prova dos Factos que tem Mafalda Livermore como protagonista, é na reportagem que não tem nada a ver com o CH que podemos ter um vislumbre da formação do combustível que alimenta a narrativa da extrema-direita.
A investigação conta a história de várias associações de condóminos que submeteram pedidos de obras de beneficiação energética em prédios antigos, ao abrigo do PRR, e que, dada a demora da tutela em despachar os processos, muitas obras aprovadas correm o risco de não avançar devido à validade do apoio que termina a 30 de Junho.
A incompetência da tutela é revoltante. O Fundo Ambiental, que gere os 12 milhões de euros disponíveis, foi incapaz de cumprir os prazos a que estava obrigado. A investigação da RTP revela que as candidaturas submetidas até ao final de 2023 deveriam ter sido analisadas em 60 dias úteis. Algumas demoraram 540 dias. Um ano e meio.
Há também o caso dos pagamentos atrasados, e não são poucos, que colocam em causa a continuidade de obras em curso. A Prova dos Factos entrevistou gestores de alguns projectos que garantem que obras em curso há meses ainda não receberam um cêntimo do Fundo Ambiental. E empreiteiros que ameaçam deixar obras a meio se continuarem sem receber.
Incompetência total.
Mas não são só obras que se perdem. É o dinheiro que aquelas pessoas puseram do seu bolso. São horas de trabalho pós-laboral. São custos com autorizações, licenças, taxas e taxinhas. É a expectativa de uma vida um pouco mais confortável que se perde, em edifícios antigos e, em alguns casos, bastante degradados. Onde faz muito frio no Inverno e demasiado calor no Verão. É o Estado que falha. São as instituições. É o sistema. E a União Europeia também.
Nada mina a democracia como a incompetência, calculada ou não, que tende a prejudicar sempre os mesmos. É terreno fértil para a narrativa da “bandalheira” germinar. Experimenta colocar-te no lugar daquelas pessoas, muitas delas reformadas, com rendimentos pequenos e dificuldades grandes, que passaram os anos 90 a ver tratantes a sacar milhões em fundos europeus para criar empresas que duraram pouco, mas tempo suficiente para sacar um Ferrari, uma mansão, um apartamento na praia e uma reforma dourada. Quem os pode condenar por acreditar que o “sistema” só beneficia a elite e não lhes serve para nada?
As melhores armas contra o populismo, o autoritarismo e a demagogia são boas políticas públicas, pessoas competentes e geri-las e justiça social. Quando estão presentes, a democracia é mais forte e o bom senso prevalece. Não é assim tão difícil. Ou pelo menos não devia ser.
A doença
A esquerda ficou indignadíssima com a “proibição” de Saramago. A esquerda “sorriu” condescendente com o facto de alguém ter atirado um “cocktail Molotov” para uma manifestação de direita.
Tudo isto alicerçado numa comunicação social arregimentada e alinhada que empolou e distorceu a primeira notícia e relativizou a segunda.
E entre um facto que o não é (ninguém quer proibir Saramago, só querem apresentar alternativas) e outro que, indiscutivelmente, ocorreu, entre algo que pretende acrescentar liberdade e algo que pôs em causa a integridade física ou mesmo a vida de várias pessoas (crianças incluídas), a esquerda releva qual?
Depois digam-me que eu não estou correcto, digam-me que ser de esquerda ainda é uma mera questão ideológica, que ser de esquerda não é já apenas uma situação clínica, que ser de esquerda não implica um nível de psicopatia inaceitável, etc.
Está na hora de “chamar os bois pelos nomes”, de nos deixarmos de “paninhos quentes” e de dizer com “todas as letras” o que a esquerda é: uma condição psicótica.
Ser de esquerda é estar doente. Muito, muito doente.
Celebrar a morte como um cristão

Não sei quanto a vós, mas eu ainda estou recordado dos dias após a morte de Charlie Kirk, e da onda de indignação contra aqueles que celebraram a tragédia.
Na altura, muitos foram aqueles que, lá como cá, escreveram longos textos sobre a esquerda degenerada que celebra a morte de adversários políticos, e que, por essa razão, não tem lugar na sociedade, devendo ser perseguida, cancelada e presa.
E reparem que era toda a esquerda, não apenas aqueles que foram para as redes dizer o homem foi bem morto, porque tinha uma retórica violenta e colheu o que semeou. A culpa era colectiva. Como convém aos puros populistas, que a usam sempre que convém, para justificar intervenções divinas como o genocídio em Gaza às mãos da “única democracia do Médio Oriente”.
Pois bem, ainda não se leu ou ouviu um único destes puros sobre o tweet que Trump usou para celebrar, com todas as letras, a morte de Robert Mueller. Mueller que era odiado à direita (apesar de ser republicano) como Kirk a esquerda, não pela retórica agressiva ou pelo incentivo à violência, mas por ter liderado a investigação à interferência russa nas eleições de 2016.
Em princípio estamos perante uma celebração da morte do bem. Parece-me plausível. Seguramente inspirada por Jesus, que de resto foi quem nos enviou Trump. E se Jesus nos enviou Trump, a investigação de Mueller só podia ser obra do anticristo. Deve ser isso.
Extrema-Inflação

Não é culpa dos impostos.
Não é culpa dos wokes.
Não é culpa do Estado.
Ou da comunicação social.
Também não é culpa do socialismo, que para alguns académicos da Ventura School of Palermonics é tudo o que não seja a direita mais radical ou extrema.
Mas sim, a inflação que dispara tem dedos no gatilho.
Os dedos de Donald Trump, de Benjamin Netanyahu e de todos os líderes internacionais que apoiam mais um acto de terrorismo de Estado, que se está nas tintas para libertar quem quer que seja, como se viu na Venezuela. Terrorismo esse que, incapaz de derrubar o regime iraniano, derruba as condições de vida, as finanças e a segurança do cidadão comum.
Efectivamente, não pára
A *redação, também *março, depois *afeta, mas não pára. Não pára? Duas vezes? Sim, pára. Exactamente.

A frase do dia (em inglês):
Na guerra de Trump e Netanyahu, o vencedor é Vladimir Putin

Uma das consequências mais interessantes da guerra lançada por Israel e EUA contra o Irão teve lugar mais a leste. Na relação de forças entre dois aliados de ocasião, com longo historial de escaramuças entre si, mas que, perante um poder maior, perceberam ser do interesse de ambos ter boas relações. Pelo menos por agora. Depois logo se vê.
Até há poucas semanas, a Rússia encontrava-se numa situação de maior dependência em relação à China. Algo que se arrastava desde o início da invasão em 2022. Moscovo viu as vendas de energia para a UE cair abruptamente, foi alvo de sanções e a sua economia foi atacada em várias frentes pelo bloco ocidental. Virou-se para oriente.
Para termos a noção do desequilíbrio de forças, a China é hoje o maior parceiro comercial da Rússia. Só nos primeiros meses de 2026, as suas compras de energia russa representaram 50% do total exportado pelo país. No total, a China é o destino de mais de 30% do comércio internacional russo. Já a Rússia representa apenas 3% das exportações chinesas. O maior parceiro comercial da China, ironicamente, são os EUA. Não menos irónico, o maior dos EUA é o México. Adiante.
Percepções
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
MAGA Civil War

Há algo inédito a acontecer. Começou com o genocídio em Gaza e intensificou-se com o ataque ao Irão. E um dos culpados para que tenha ganho tracção, ironicamente, foi Donald Trump, que construiu o movimento MAGA em cima de uma visão isolacionista do mundo. America First. E o que está a acontecer, em Gaza e no Irão, é Israel First. Melhor: Zionism First. Porque nem o regime Netanyahu é aclamado pela população, parte significativa da qual protesta frequentemente nas ruas contra ele, nem o que se está a passar é no interesse da generalidade dos israelitas, sob fogo iraniano e prestes a sofrer as mesmas consequências económicas que vamos sofrer aqui.
O que está a acontecer é que figuras com impacto global, de uma direita que apoiou Donald Trump em ambas as corridas, reconhecidas e respeitadas por uma parte muito considerável do eleitorado republicano e muito em particular do movimento MAGA, estão a expor a fraude. Marjorie Taylor Green, Tucker Carlson, Candace Owens, Andrew Schulz ou Piers Morgan são os mais sonantes. O próprio Charlie Kirk foi muito crítico do regime Netanyahu, nos últimos vídeos que publicou antes de ser assassinado. E isso levantou questões sobre a morte de Kirk, sobretudo entre a direita ultraconservadora e pouco adepta da relação clientelar entre Washington e Telavive.
Sociopatas no comando

Giorgia Meloni, esquerdalha antisemita

Quando Pedro Sanchéz constatou o óbvio e recusou envolver Espanha na guerra ilegal que Israel decidiu lançar contra o Irão, coadjuvado pelo cão laranja de Netanyahu, os marretas do costume vieram para a praça rasgar as vestes e acusar toda a esquerda de ser anti-semita/iPhone/vuvuzela, de gelado devidamente espetado na testa.
Agora, que a sua heroína Meloni constata o mesmo, e recusa envolver Itália numa guerra que tem vários objectivos, nenhum do quais libertar o povo iraniano, dos marretas nem um pio.
Nada que surpreenda. De idiotas úteis não se pode esperar pensamento crítico. É aí que reside a sua utilidade.
A lógica do tubérculo
Perante a baixa do preço do barril do petróleo, logo surgem os discursos atentos de que ainda demora a sentir-se o efeito, porque os combustíveis que se compram agora foram antes adquiridos a preços ainda em alta, foram no mercado de futuros, etc. e tal.
Perante um conflito armado que interfere com o comércio do crude, o preço dos combustíveis sobe imediatamente e o discurso sobre a aquisição em mercado de futuros ou da aquisição em tempo de baixa de mercado, dos combustíveis que estamos a pagar agora, desaparece.
Presumo que seja mais uma prova do bom funcionamento do mercado livre.
Ah, a mão invisível tem uma curiosa tendência para nos apalpar a carteira. Malandreca.
«Muitas pessoas dizem que eu é que devia ter sido candidato a Belém»,
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
NUCLEAR: O BOM EXEMPLO ALEMÃO
Ao contrário do que se diz, a decisão de encerrar as centrais nucleares tem hoje em dia um efeito claramente positivo na Alemanha:
- A produção de renováveis ultrapassou largamente a produção de eletricidade via nuclear na altura em que a decisão de encerrar foi tomada;
- As renováveis são 5 a 10x mais baratas;
- As renováveis emitem cerca de 10x menos CO2 do que o ciclo nuclear incompleto (literatura científica e IPCC);
- A dependência da Rosatom de Putin é zero;
- Os riscos, mortes ou doenças associadas às renováveis são muito inferiores ao nuclear (literatura científica).


Henrique Raposo volta a disparatar
No seu espaço de comentário televisivo de 6 de Março, Henrique Raposo falou sobre a guerra do Irão, começando por afirmar que temos de sentir uma certa alegria pela derrota de uma ditadura, que o povo iraniano comemora a derrota de um ditador. Ficamos, então, com a impressão ou mesmo com a certeza de que as acções israelo-americanas provocaram uma derrota.
A ser verdade essa derrota (ou a ser iminente ou considerada iminente), é justo que haja alegria, mesmo que possamos criticar os meios utilizados e mesmo que acreditemos nas boas intenções de Israel e dos Estados Unidos.
É perfeitamente compreensível que haja esperança entre os iranianos, massacrados por uma teocracia hedionda e Henrique Raposo mostra um vídeo de uma iraniana que deixa essa esperança clara.
Logo a seguir, acusa a esquerda de nunca estar do lado dos que querem a democracia. Não apresenta uma única fonte, uma citação, um vídeo que prove uma ocorrência dessa generalização.
Neste segmento sobre o Irão, acaba a afirmar que não é possível fazer uma transição para a democracia e que todas as operações militares americanas no Médio Oriente que tiveram ou fingiram ter essa intenção falharam.
Ainda acrescenta que Trump quer, com este ataque, encurralar a China, o que, sendo verdade, afasta os EUA de um generoso combate pela democracia. [Read more…]
António Lobo Antunes (1942–2026)
De longe em longe cabe-nos a sorte de topar com uma pessoa assim, que gosta de nós não apesar dos nossos defeitos mas com eles, num amor simultaneamente desapiedado e fraternal, pureza de cristal de rocha, aurora de Maio, vermelho de Velázquez.









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